Categoria: Denúncias

  • Bebê sequestrado na Bahia recebe alta e reencontra família após resgate

    O bebê sequestrado na Bahia, de apenas 11 meses, recebeu alta médica neste sábado após passar três dias internado em Ilhéus. A criança foi levada por um homem armado em uma praça de Firmino Alves, no sul do estado, na noite de terça-feira, e encontrada em uma barraca de praia na zona sul de Ilhéus no dia seguinte.

    Como foi o sequestro do bebê na Bahia?

    Segundo relatos, o bebê estava com o irmão adolescente em uma praça quando o suspeito chegou em um carro preto e o levou. O pai da criança tentou seguir o veículo, mas não conseguiu impedir o sequestro. A polícia localizou o bebê em uma cabana de praia, onde ele havia tido o cabelo pintado pelos sequestradores.

    Quais as ações da polícia após o sequestro?

    Dois homens suspeitos de envolvimento no sequestro foram presos em flagrante na BA-130, em Ibicuí. Eles estavam em um veículo com características semelhantes ao usado no crime, que apresentava adulteração na placa e no chassi, além de restrição judicial. Durante a abordagem, a polícia encontrou um revólver e diversos itens infantis, como fraldas e mamadeiras.

    Quais as medidas legais contra os suspeitos?

    Os dois homens foram encaminhados para a delegacia de Itapetinga e autuados por porte ilegal de arma, receptação qualificada, adulteração de sinal identificador do veículo e sequestro com cárcere privado contra menor de idade. A criança já está em segurança com a família após receber alta médica.

    Leia também: Porteiro é detido em panelaço contra Flávio Bolsonaro em Maceió · Família denuncia demora de seis horas para parto de urgência em hospital de Feira · Golpe do QR Code do Pix: confira nome e CNPJ antes de pagar em loja online

  • Porteiro é detido em panelaço contra Flávio Bolsonaro em Maceió

    Um porteiro foi detido durante um panelaço contra Flávio Bolsonaro no bairro Ponta Verde, em Maceió, na noite de sexta-feira (16). O protesto ocorreu enquanto o senador dava entrevista ao Jornal Nacional. O caso levanta dúvidas sobre o direito à livre manifestação e a atuação da polícia.

    O que aconteceu durante o panelaço?

    Segundo relatos, o porteiro Edmilson participava do protesto, que reuniu moradores do condomínio onde trabalha e de outras áreas. Durante o ato, houve um desentendimento com um motorista que passava pelo local. O motorista teria feito gestos obscenos, ofendido e ameaçado os manifestantes. Após a discussão, ele chamou a Polícia Militar.

    Por que o porteiro foi detido?

    Quando os policiais chegaram, pediram para Edmilson abrir o portão do prédio. O porteiro estava afastado da guarita e demorou para atender ao pedido. Ao abrir o portão, foi preso sob acusação de desacato a um policial e levado à Central de Flagrantes de Maceió. O delegado enquadrou o caso como perturbação do sossego. Depois de prestar esclarecimentos, Edmilson foi liberado.

    O que diz a defesa sobre a detenção?

    O advogado de Edmilson questiona a ação policial, apontando possível violação do direito à liberdade de expressão e manifestação. A defesa também critica que o porteiro foi detido, enquanto o motorista que iniciou o conflito não foi. Além disso, contesta o enquadramento da ocorrência como perturbação do sossego.

    Qual é a repercussão do caso?

    O episódio ganhou destaque nas redes sociais após a divulgação de vídeos da abordagem e depoimentos. Até o momento, a Polícia Militar de Alagoas não se manifestou oficialmente sobre a detenção do porteiro durante o panelaço.

    Leia também: Família denuncia demora de seis horas para parto de urgência em hospital de Feira · Golpe do QR Code do Pix: confira nome e CNPJ antes de pagar em loja online · Suspeito de matar filha de PMs vira réu em Salvador e tem celular periciado

  • Família denuncia demora de seis horas para parto de urgência em hospital de Feira

    A demora no parto de urgência é a principal reclamação da família de uma gestante de 21 anos que perdeu o bebê no Hospital da Mulher, em Feira de Santana. A jovem, que estava com 39 semanas de gravidez, deu entrada na tarde de terça-feira (13), mas a cesariana só foi realizada na manhã seguinte, após a confirmação da morte da criança por volta das 23h.

    O que aconteceu no Hospital da Mulher em Feira de Santana?

    Elis Lane Nere Bastos Souza, moradora de Santo Estevão, sentiu dores do parto e foi ao Hospital da Mulher por volta das 16h. Inicialmente, os batimentos cardíacos da bebê foram ouvidos, mas entre 22h e 23h a equipe não conseguiu mais detectá-los. Um médico confirmou a morte da criança por ultrassonografia e recomendou o parto urgente, que só ocorreu às 6h48 do dia seguinte, causando revolta na família.

    Quais são as denúncias da família?

    Além da demora no parto de urgência, a família questiona a causa da morte do bebê, que na certidão consta como desconhecida, apesar de relatos de aspiração de mecônio. Também há denúncias de agressão policial dentro do hospital, quando o companheiro da gestante foi supostamente agredido por policiais militares, segundo seu relato.

    Como o hospital e a Fundação Hospitalar de Feira de Santana reagiram?

    O Hospital da Mulher e a Fundação Hospitalar emitiram notas expressando pesar pelo ocorrido e afirmaram que estão apurando tecnicamente as circunstâncias do caso. Ambos garantem estar à disposição da família para esclarecimentos e reforçam o compromisso com boas práticas assistenciais e respeito à vida.

    O episódio expõe uma situação delicada no atendimento de urgência obstétrica em Feira de Santana, gerando questionamentos sobre a agilidade e qualidade do serviço prestado no Hospital da Mulher.

    Leia também: Golpe do QR Code do Pix: confira nome e CNPJ antes de pagar em loja online · Suspeito de matar filha de PMs vira réu em Salvador e tem celular periciado · MP-BA investiga denúncia sobre lista de meninas ‘mais estupráveis’ em escola de Feira

  • Golpe do QR Code do Pix: confira nome e CNPJ antes de pagar em loja online

    O golpe do QR Code do Pix tem chamado atenção em compras pela internet, inclusive em cidades da Bahia como Barreiras, Formosa do Rio Preto e Luís Eduardo Magalhães. Criminosos alteram o código exibido na tela de pagamento da loja online, desviando o dinheiro para suas contas. Por isso, é fundamental conferir o nome e o CNPJ do recebedor antes de confirmar a transação.

    Como funciona o golpe do QR Code do Pix?

    Segundo o Procon-SP, o código verdadeiro do Pix exibido na loja virtual é trocado por outro fraudulento. A página parece normal e o valor está correto, mas o pagamento vai para golpistas. A fraude acontece dentro do site da loja, que também é vítima, principalmente as que usam a plataforma Magento.

    A empresa de segurança Kaspersky identificou pelo menos 90 lojas virtuais brasileiras, de pequeno e médio porte, infectadas com esse código malicioso desde junho de 2025. Entre elas, há lojas de moda, óticas e autopeças. O número indica as lojas afetadas, não a quantidade de consumidores lesados.

    Como se proteger do golpe do QR Code do Pix?

    • Antes de pagar, verifique no aplicativo do banco se o nome e o CNPJ do recebedor coincidem com os da loja ou da empresa que processa o pagamento.
    • Cancele a transação se os dados não conferirem.
    • Desconfie se o site aceitar apenas Pix e prefira usar cartão virtual temporário para compras online.
    • Mantenha seu celular e aplicativos sempre atualizados.
    • Em caso de dúvida, entre em contato com a loja por canais oficiais que você mesmo encontrou.

    O que fazer se cair no golpe do QR Code do Pix?

    É importante acionar o banco imediatamente para solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que pode ser pedido em até 80 dias após a transação. O MED bloqueia temporariamente os recursos do recebedor e avalia a devolução, que pode ser total ou parcial.

    Também é recomendável avisar a loja, guardar todos os comprovantes e registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil da Bahia. Denúncias podem ser feitas pelo Disque-Denúncia 181, mas o boletim é essencial. Procurar o Procon ou o Consumidor.gov.br pode ajudar na resolução do problema.

    O golpe do QR Code do Pix já afeta a Bahia?

    Até o momento, não há registros oficiais do golpe na Bahia, segundo o Procon-SP e outras fontes consultadas. No entanto, como a fraude ocorre dentro das lojas virtuais, consumidores de cidades baianas podem ser vítimas ao comprar em sites fora da região.

    Ficar atento ao nome e CNPJ do recebedor é a melhor forma de evitar prejuízos e garantir que o dinheiro vá para quem realmente deve receber o pagamento.

    Leia também: Suspeito de matar filha de PMs vira réu em Salvador e tem celular periciado · MP-BA investiga denúncia sobre lista de meninas ‘mais estupráveis’ em escola de Feira · Ex-coordenadora é denunciada por desviar R$ 175 mil de mulher com deficiência em Ilhéus

  • Suspeito de matar filha de PMs vira réu em Salvador e tem celular periciado

    Ricardo Neri Melo Junior, suspeito de matar a filha de policiais militares em Salvador, virou réu no processo criminal. A Justiça da Bahia recebeu a denúncia do Ministério Público e autorizou uma perícia no celular apreendido com ele, buscando recuperar dados apagados que possam ajudar nas investigações.

    Qual o contexto do crime em Salvador?

    O crime aconteceu na madrugada de 6 de setembro de 2026, na Avenida Jorge Amado, em Salvador. Segundo o processo, Ricardo teria abordado Brenda para roubar o celular e disparado contra a jovem, que morreu no local.

    O que a perícia no celular pode revelar?

    A Justiça autorizou o Instituto de Criminalística Afrânio Peixoto a fazer a perícia e extração dos dados do aparelho. Ricardo teria confessado que formatou o celular após o crime, mas a Justiça entende que isso não deve impedir a investigação. A análise pode incluir mensagens, localização e arquivos apagados.

    Qual a situação atual do suspeito?

    Ricardo está preso preventivamente desde a prisão em flagrante. O Judiciário considerou a gravidade do crime e o risco de que ele cometa novos delitos. Segundo o processo, ele saiu armado com revólver e usava uma moto com placa adulterada para cometer assaltos em Salvador. Também teria tentado esconder provas, jogando a arma em um córrego.

    O suspeito retornou ao local do crime?

    De acordo com depoimento, Ricardo voltou à Avenida Jorge Amado pouco depois do assassinato, acompanhado da namorada, para verificar se Brenda estava morta. Ele teria dito que foi a uma lanchonete, mas na verdade passou pelo local onde atirou e viu o corpo coberto por um lençol.

    Leia também: MP-BA investiga denúncia sobre lista de meninas ‘mais estupráveis’ em escola de Feira · Ex-coordenadora é denunciada por desviar R$ 175 mil de mulher com deficiência em Ilhéus · Justiça aceita denúncia contra 12 ex-executivos da Americanas por fraude contábil

  • MP-BA investiga denúncia sobre lista de meninas ‘mais estupráveis’ em escola de Feira

    O Ministério Público da Bahia (MP-BA) está analisando uma denúncia sobre uma lista de meninas estupraveis em uma escola pública de Feira de Santana, a segunda maior cidade da Bahia. O caso teria ocorrido no Colégio Anísio Teixeira e está sendo investigado desde que ganhou repercussão nas redes sociais.

    O que aconteceu com a lista de meninas estupraveis em Feira?

    Segundo relatos, durante um trote escolar, alguns estudantes usaram máscaras com imagens de homens envolvidos em crimes de violência contra mulheres, como o ex-goleiro Bruno e o ex-jogador Daniel Alves. Além disso, comentários sobre violência sexual teriam sido feitos, e uma lista com nomes de meninas de várias turmas foi encontrada exposta em uma sala de aula.

    Como o Ministério Público e a polícia estão atuando?

    O MP-BA recebeu a denúncia por meio do portal de atendimento ao cidadão e está avaliando as informações para decidir quais medidas tomar. A Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) de Feira de Santana abriu um procedimento para investigar possível apologia e incitação ao crime, realizando diligências e ouvindo envolvidos para esclarecer os fatos.

    Qual a reação da escola e da comunidade?

    A direção do Colégio Anísio Teixeira afirmou que acompanha o caso e respeita a atuação das autoridades. Já a mãe de uma aluna demonstrou preocupação com a segurança dos estudantes e cobrou explicações da escola. Até o momento, as circunstâncias e a veracidade da lista ainda estão sendo apuradas.

    Leia também: Ex-coordenadora é denunciada por desviar R$ 175 mil de mulher com deficiência em Ilhéus · Justiça aceita denúncia contra 12 ex-executivos da Americanas por fraude contábil · Presidente do Sinjorba denuncia violação de direitos trabalhistas no Sinpojud

  • Ex-coordenadora é denunciada por desviar R$ 175 mil de mulher com deficiência em Ilhéus

    O desvio de recursos em abrigo em Ilhéus ganhou destaque após o Ministério Público da Bahia denunciar Sayonara Santos Silva de Oliveira. Ela é acusada de peculato e violações à Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência por usar dinheiro de uma mulher com deficiência intelectual acolhida no Abrigo Lar Feminino de Ilhéus para benefício próprio.

    Como ocorreu o desvio de recursos em abrigo em Ilhéus?

    Segundo a investigação, os fatos ocorreram entre 2018 e 2025, período em que Sayonara coordenava o abrigo. A vítima, que recebia o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e não tinha familiares, teve seu benefício e uma poupança com mais de R$ 51 mil usados indevidamente.

    A denúncia aponta que a ex-coordenadora contratou empréstimos consignados e um cartão de crédito em nome da mulher, apropriando-se dos valores enquanto as parcelas eram descontadas do benefício assistencial. Mesmo após deixar o cargo, ela reteve o cartão por mais de sete meses.

    Qual o prejuízo estimado e o que pede o MPBA?

    O prejuízo calculado chega a R$ 175.080,70. O Ministério Público da Bahia solicita a condenação da acusada e a fixação de um valor mínimo para reparar os danos causados à vítima, buscando justiça para quem depende do abrigo.

    O que muda para os moradores de Ilhéus?

    Casos como este reforçam a necessidade de fiscalização rigorosa em instituições públicas que cuidam de pessoas vulneráveis. A denúncia do desvio de recursos em abrigo em Ilhéus alerta para a importância de proteger os direitos das pessoas com deficiência e garantir que os benefícios cheguem a quem realmente precisa.

    Leia também: Justiça aceita denúncia contra 12 ex-executivos da Americanas por fraude contábil · Presidente do Sinjorba denuncia violação de direitos trabalhistas no Sinpojud · Hospital da Mulher investiga morte de bebê em Feira de Santana após denúncias

  • Justiça aceita denúncia contra 12 ex-executivos da Americanas por fraude contábil

    A Justiça Federal do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra 12 ex-executivos da Americanas, envolvidos em um esquema bilionário de fraude contábil. A decisão da 6ª Vara Federal Criminal foi tomada em 2025, no desdobramento das investigações iniciadas após as inconsistências financeiras reveladas em janeiro de 2023.

    O que motivou a denúncia contra os ex-executivos?

    O processo criminal surgiu a partir da Operação Disclosure, que apurou irregularidades contábeis na Americanas. Em 2025, o MPF denunciou 13 ex-funcionários da empresa, sendo que um deles fechou acordo de colaboração premiada. Agora, os outros 12 foram formalmente tornados réus.

    Como a Americanas reagiu à acusação de fraude contábil?

    Em nota, a Americanas declarou ter sido vítima de uma fraude estruturada e dolosa praticada por ex-executivos. Segundo a empresa, esses antigos dirigentes manipularam registros contábeis e controles internos por anos, violando deveres fiduciários e a legislação do mercado de capitais. A companhia afirmou não ter acesso à decisão judicial, mas confia na Justiça para responsabilizar os envolvidos.

    Qual o impacto da fraude contábil na Americanas?

    As irregularidades contábeis reveladas levaram a Americanas a pedir recuperação judicial, um reflexo direto do esquema bilionário investigado. O caso segue em segredo de Justiça, e a expectativa é que o processo avance para esclarecer a extensão das manipulações e suas consequências para o mercado.

    Leia também: Presidente do Sinjorba denuncia violação de direitos trabalhistas no Sinpojud · Hospital da Mulher investiga morte de bebê em Feira de Santana após denúncias · Bebê é levado para abrigo após denúncia de maus-tratos em Guanambi

  • Presidente do Sinjorba denuncia violação de direitos trabalhistas no Sinpojud

    A presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) fez uma denúncia sobre violação dos seus direitos trabalhistas no ambiente de trabalho do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário da Bahia (Sinpojud), onde atua há mais de 14 anos. A denúncia veio à tona após ela relatar uma situação de coação e insegurança no local.

    O que aconteceu no Sinpojud?

    Segundo a presidente do Sinjorba, no dia 30 de setembro, foi comunicada que deveria iniciar suas férias no dia seguinte, decisão que contestou com base em orientação jurídica. Mesmo assim, ela foi abordada duas vezes em sua sala pelo responsável do setor de Recursos Humanos, acompanhado de um segurança armado, para receber uma advertência.

    Como a presidente do Sinjorba reagiu à situação?

    Na segunda abordagem, quatro pessoas entraram em sua sala, deixando-a sozinha diante de três homens, incluindo o segurança armado, e uma mulher. Ela relatou sentir-se insegura, coagida e com medo. A dirigente destacou que não é criminosa, mas trabalhadora, e pediu respeito e o cumprimento da legislação.

    Qual foi o desfecho da denúncia?

    O diretor de Administração do Sinpojud determinou que o prazo legal para as férias fosse respeitado e suspendeu os efeitos da advertência. Mesmo assim, uma nova abordagem ocorreu, o que motivou a presidente do Sinjorba a tornar o caso público por preocupação com sua segurança e para romper o silêncio sobre o ocorrido.

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  • Hospital da Mulher investiga morte de bebê em Feira de Santana após denúncias

    O Hospital da Mulher, em Feira de Santana, está investigando a morte de uma bebê após denúncias de suposta negligência no atendimento à gestante Elis Lane Nere Bastos Souza. O caso ocorreu em meados de junho, quando Elis, com 39 semanas de gestação, buscou atendimento após sentir dores do trabalho de parto.

    Como ocorreu o atendimento no Hospital da Mulher?

    Segundo familiares, Elis realizou pré-natal na região de Santo Estêvão e, ao sentir as dores, foi para Feira de Santana. No caminho, passou por uma unidade em Serra Preta, onde os batimentos cardíacos da bebê foram detectados. Ao chegar ao Hospital da Mulher por volta das 16h, os batimentos foram ouvidos na triagem, mas em avaliação feita quase quatro horas depois, os profissionais não conseguiram identificá-los.

    Qual a sequência dos fatos segundo a família?

    Após tentativas sem sucesso de detectar os batimentos, um médico indicou cesariana de urgência, que ocorreu por volta das 6h30 do dia seguinte. A bebê nasceu sem vida. A família questiona as informações sobre a causa da morte, pois foi dito que a bebê teria aspirado mecônio, mas a declaração de óbito aponta causa desconhecida.

    O que diz o Hospital da Mulher sobre a investigação?

    A Fundação Hospitalar de Feira de Santana manifestou solidariedade à família e informou que está apurando as circunstâncias do caso. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a investigação ou sobre o atendimento prestado à gestante.

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