Categoria: Denúncias

  • MP aciona Salvador para conter práticas abusivas de ambulantes nas praias

    O Ministério Público ajuizou uma ação contra o Município de Salvador para combater as práticas abusivas dos ambulantes nas praias, principalmente no Porto da Barra. A ação, motivada por denúncias de banhistas sobre a ocupação excessiva da faixa de areia, cobranças altas e assédio na contratação de serviços, foi protocolada em 14 de setembro e ganhou repercussão recentemente.

    Quais medidas o MP exige para as praias de Salvador?

    Entre as solicitações do MP, está a fiscalização rigorosa pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) para garantir o cumprimento das normas de proteção ao consumidor nas praias. O órgão pede que os kits de praia, como sombreiros e cadeiras, sejam instalados apenas após solicitação do cliente e que se coíbam práticas que pressionem os banhistas a contratar serviços.

    Além disso, o Ministério Público quer uma reavaliação periódica da quantidade de ambulantes e kits de praia conforme o tamanho da faixa de areia e o número de frequentadores. Também há pedidos para ampliar a quantidade de lixeiras, banheiros e chuveiros, garantindo higiene e segurança tanto para os consumidores quanto para os ambulantes.

    Como o MP quer melhorar a experiência dos banhistas?

    De acordo com relatos, o assédio dos ambulantes e a ocupação descontrolada da faixa de areia prejudicam a experiência dos visitantes. Um consumidor afirmou que o espaço no Porto da Barra foi praticamente “loteado”, limitando a liberdade dos banhistas. Para mudar isso, o MP solicita campanhas educativas pela Codecon para informar sobre preços abusivos e canais de denúncia.

    Também é pedido que a prefeitura oriente os ambulantes sobre a cobrança justa e o respeito aos consumidores, sem discriminação para quem optar por não contratar serviços.

    Qual o histórico do conflito entre ambulantes e fiscalização?

    O embate entre os ambulantes e os órgãos fiscalizadores não é novidade em Salvador. No início de 2022, ambulantes protestaram contra regras da Semop que limitavam o uso dos kits de praia apenas mediante solicitação do cliente, medida adotada após reclamações sobre a falta de espaço nas areias.

    Agora, com a ação do Ministério Público, espera-se que as práticas abusivas sejam controladas e a qualidade da experiência dos banhistas nas praias da capital baiana seja garantida.

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  • Motorista de aplicativo é denunciado por masturbação durante corrida em Salvador

    Uma passageira denunciou que um motorista de aplicativo teria se masturbado enquanto dirigia na BR-324, em Salvador, durante uma corrida na noite de quarta-feira (7). O caso, que envolve um motorista cadastrado no app 99, ocorreu no bairro da Caixa D’Água.

    O que aconteceu durante a corrida?

    Segundo o relato da passageira, o motorista teria conduzido o veículo com apenas uma das mãos enquanto praticava o ato. Ela afirmou que ficou com medo de um possível acidente, já que a rodovia é movimentada e o controle do carro estava comprometido. O carro, com placa PLZ-5J23 e nome cadastrado como “Josenilton”, teria sido alugado em Feira de Santana para circular em Salvador.

    Como a passageira reagiu e o que a polícia diz?

    A mulher registrou boletim de ocorrência e buscou apoio policial, mas afirmou que não recebeu assistência adequada da plataforma 99. A 2ª Delegacia Territorial (DT/Liberdade) confirmou que investiga a denúncia de assédio sexual e realiza diligências para esclarecer o caso.

    Qual a crítica à plataforma e as consequências?

    A passageira criticou a 99 por permitir o uso de contas por terceiros e por cadastrar informações que não correspondem ao motorista real. O policial orientou que a identificação do motorista seja solicitada judicialmente à plataforma. O veículo poderá ser fiscalizado em operações futuras.

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  • Deputada jovem de MG denuncia ameaças de morte e racismo durante campanha

    A deputada federal mais jovem eleita em Minas Gerais, Ana Elisa Santos Silva, de 21 anos, denunciou ameaças de morte, estupro e ataques racistas recebidos por e-mail durante sua campanha eleitoral. Os ataques, segundo a jovem de Divinópolis, partiram de um suposto integrante de um grupo supremacista branco e incluíam dados pessoais, além de ameaças à sua família.

    O que dizem as ameaças contra a deputada jovem?

    O e-mail ameaçador, enviado em setembro, expressava ódio contra mulheres negras e fazia referências diretas a Ana Elisa, dizendo que ela merecia um fim humilhante na carreira política antes da morte. A deputada divulgou partes da mensagem em suas redes sociais e afirmou que as providências policiais e judiciais já foram tomadas para identificar o autor.

    Como a deputada jovem reage às ameaças e ao racismo?

    Por meio das redes sociais, a equipe de Ana Elisa declarou que não aceitará que racismo, violência sexual ou política de gênero sejam tratados como normais na vida pública. Eles reforçaram que a internet não é território de impunidade e que a denúncia será seguida de investigação e responsabilização dos envolvidos.

    Qual foi o desempenho da deputada jovem nas eleições em Minas Gerais?

    Ana Elisa recebeu mais de 524 mil votos, ficando em segundo lugar entre os candidatos a deputado federal em Minas Gerais e tornando-se a mulher mais votada da história do estado para a Câmara dos Deputados. Ela também é a deputada federal mais jovem eleita no país. A jovem atribui seu sucesso à persistência e à construção da sua base nas redes sociais.

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  • Cliente denuncia cancelamento de matrícula após abordagem em academia de Salvador

    Uma cliente da academia Alpha Fitness, localizada na Federação, em Salvador, denunciou um episódio envolvendo o cancelamento de matrícula após uma abordagem durante o treino no dia 5 de outubro. Segundo a usuária, ela foi impedida de usar uma caneleira na área de musculação e, depois, teve sua matrícula cancelada pela academia.

    O que motivou o cancelamento de matrícula na academia?

    A cliente relatou que um coordenador da academia proibiu o uso da caneleira sob a justificativa de que o equipamento não poderia ser utilizado naquele espaço. Ela afirma que não havia regras claras sobre essa restrição e que outras pessoas usavam caneleira normalmente na mesma área.

    Além disso, a aluna disse que, ao tentar pegar outra caneleira para continuar o treino, teve a mão empurrada pelo funcionário, atitude que considerou inaceitável.

    Como a academia respondeu à denúncia?

    Após o ocorrido, a cliente tentou contato com a empresa para relatar o caso, mas a resposta da Alpha Fitness foi o cancelamento da matrícula, com o plano encerrado a partir de 6 de outubro e estorno da mensalidade enviado.

    A academia reconheceu que houve momento em que as normas não foram totalmente respeitadas, mas não especificou qual regra foi descumprida nem comentou a alegação de contato físico feita pela usuária.

    Qual é a situação atual do caso na academia da Federação?

    Até a publicação desta matéria, a unidade da Alpha Fitness na Federação não se pronunciou oficialmente sobre o episódio relatado pela cliente, deixando dúvidas sobre os procedimentos adotados e o tratamento dado à aluna.

    Leia também: Polícia investiga gravidez de menina de 11 anos em Itabela · MPBA esclarece denúncia contra Marcelo Castro e nega pedido de pena máxima · Tenente-coronel é preso por envolvimento com milícia armada no oeste da Bahia

  • Polícia investiga gravidez de menina de 11 anos em Itabela

    A Polícia Civil da Bahia está investigando a gravidez de uma menina de 11 anos em Itabela, no extremo sul do estado, após denúncia de violência sexual. O caso ganhou atenção depois que a gestação foi confirmada por exame laboratorial.

    Como foi descoberta a gravidez da menina em Itabela?

    A suspeita surgiu na escola, quando a equipe notou o crescimento da barriga da aluna e comunicou a família. A mãe, inicialmente, achava que a filha estava apenas ganhando peso. Após a confirmação do teste positivo, a criança revelou que os abusos vinham ocorrendo desde 2025, com o último episódio no fim de setembro.

    Quais medidas foram tomadas pela polícia e pelo Conselho Tutelar?

    O Conselho Tutelar informou a mãe sobre a denúncia de abuso, que ela desconhecia. Conselheiros acompanharam a mãe até a Delegacia Territorial de Itabela, onde o caso foi registrado como estupro de vulnerável. A Polícia Civil já identificou um suspeito e solicitou exame médico-legal para avançar na investigação. Até o momento, não houve prisões.

    O que muda para a comunidade de Itabela com esta investigação?

    O caso reforça a importância da atenção da escola e dos órgãos de proteção na identificação de situações de abuso. A investigação segue em sigilo para proteger a vítima e sua família, enquanto as autoridades trabalham para esclarecer os fatos e garantir justiça.

    Leia também: MPBA esclarece denúncia contra Marcelo Castro e nega pedido de pena máxima · Tenente-coronel é preso por envolvimento com milícia armada no oeste da Bahia · MP-BA investiga fraude de R$ 62 mil contra idosa no Banco do Brasil

  • MPBA esclarece denúncia contra Marcelo Castro e nega pedido de pena máxima

    O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) esclareceu que não solicitou a pena máxima nem pediu 61 anos de prisão para o jornalista Marcelo Castro, réu no processo relacionado ao “Golpe do Pix” que tramita em Salvador. O órgão requereu a condenação pelos crimes de apropriação indébita, associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas acima do mínimo legal e cumprimento em regime fechado. A decisão definitiva sobre a pena caberá ao Poder Judiciário.

    Por que surgiu a referência a 61 anos de prisão?

    A menção aos 61 anos decorre da soma teórica dos limites máximos das penas para os crimes imputados: 12 episódios de apropriação indébita, associação criminosa e lavagem de dinheiro. No entanto, o MPBA não pediu essa soma como pena, apenas que as condenações fiquem acima do mínimo previsto em lei.

    O que diz a denúncia contra Marcelo Castro?

    A denúncia aponta que Marcelo Castro e outros 11 réus teriam se apropriado de recursos arrecadados por meio de chaves Pix usadas em campanhas apresentadas como destinadas a pessoas vulneráveis. Segundo o MPBA, cerca de 75% do valor arrecadado teria sido desviado, incluindo valores que teriam sido destinados ao próprio Marcelo Castro e a um editor-chefe do programa.

    Como está o andamento do processo?

    O processo, que tramita na Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador, recebeu a denúncia em agosto de 2024. A fase de instrução foi encerrada em julho de 2026, com o exercício do direito ao silêncio por parte dos réus. As alegações finais foram apresentadas pelo MPBA, que aguarda a decisão judicial sobre o mérito e a dosimetria da pena.

    Leia também: Tenente-coronel é preso por envolvimento com milícia armada no oeste da Bahia · MP-BA investiga fraude de R$ 62 mil contra idosa no Banco do Brasil · Coco Gauff denuncia ataques racistas após polêmica no WTA de Pequim

  • Tenente-coronel é preso por envolvimento com milícia armada no oeste da Bahia

    O tenente-coronel Luiz Augusto Normanha de Carvalho foi preso preventivamente nesta quarta-feira (7) em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia, por suspeita de envolvimento com milícia armada. A prisão ocorreu durante a terceira fase da Operação Terra Justa, realizada pelo Ministério Público da Bahia (MPBA). Segundo o órgão, o policial militar, que atualmente dirige o Colégio da Polícia Militar de Bom Jesus da Lapa, foi denunciado por corrupção passiva militar.

    Qual a suspeita contra o tenente-coronel preso na Bahia?

    De acordo com a denúncia do MPBA, o tenente-coronel teria colaborado com o funcionamento da milícia armada na região. Ele teria recebido R$ 286 mil de Carlos Erlani Gonçalves Santos, sargento da reserva e líder da organização criminosa. Além disso, foram identificados depósitos frequentes em sua conta, incluindo pagamentos de boletos da faculdade da filha do policial. A investigação aponta que ele recebia cerca de R$ 15 mil mensais, o que teria como objetivo afastá-lo do dever de combater a milícia.

    Qual era o papel do tenente-coronel na milícia armada?

    Segundo o MP, o tenente-coronel era responsável por definir as escalas dos vigilantes armados que atuavam em um esquema de segurança privada ilegal. Essa segurança era contratada por grileiros que ameaçavam e expulsavam comunidades tradicionais na região de Correntina. O líder da milícia, o sargento Santos, já foi condenado por essa atividade ilegal.

    O que muda para a região após a prisão?

    Há indícios de que o tenente-coronel também teria usado sua influência para oferecer serviços irregulares de segurança armada a fazendeiros locais. Com a prisão dele, espera-se um enfraquecimento do esquema criminoso que atuava na região. A Polícia Militar da Bahia ainda não se posicionou oficialmente sobre o caso.

    Leia também: MP-BA investiga fraude de R$ 62 mil contra idosa no Banco do Brasil · Coco Gauff denuncia ataques racistas após polêmica no WTA de Pequim · MPF denuncia ex-coordenador por omissão em tortura nos presídios do Pará

  • MP-BA investiga fraude de R$ 62 mil contra idosa no Banco do Brasil

    O Banco do Brasil está sob investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) após denúncia de uma idosa que sofreu uma fraude de mais de R$ 62 mil via Pix, envolvendo empréstimos não reconhecidos. A 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor instaurou um Inquérito Civil para apurar o caso e possíveis práticas abusivas da instituição.

    Quais as suspeitas contra o Banco do Brasil?

    Segundo a denúncia, a aposentada teria sido orientada pela gerência do banco a contratar um novo empréstimo para cobrir o prejuízo causado pela fraude. Além disso, o Banco do Brasil manteve descontos nos proventos da idosa, mesmo após decisões judiciais contrárias, e teria incluído seu nome em cadastros de inadimplentes como SPC e Serasa.

    O que o MP-BA busca com a investigação?

    O Ministério Público ampliou a apuração para um âmbito coletivo, após identificar milhares de reclamações semelhantes em plataformas como Reclame Aqui e Consumidor.gov.br. O objetivo é verificar se o banco tem adotado práticas abusivas contra consumidores vulneráveis, especialmente idosos, como concessão irregular de crédito e ausência de bloqueios em movimentações suspeitas via Pix.

    Como o MP-BA avalia a conduta da instituição?

    O MP aponta que o banco pode estar praticando “litigância predatória reversa”, tratando multas e sanções judiciais como custos operacionais, o que perpetuaria danos aos consumidores. A investigação também analisa se houve omissão diante das fraudes e retenção indevida de proventos que forçariam o uso compulsório do cheque especial.

    A apuração está em andamento e poderá resultar em medidas judiciais ou extrajudiciais, dependendo dos resultados. Até lá, o caso segue sob análise da 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor do MP-BA.

    Leia também: Coco Gauff denuncia ataques racistas após polêmica no WTA de Pequim · MPF denuncia ex-coordenador por omissão em tortura nos presídios do Pará · Caso Bamor: Justiça avalia denúncia e decide futuro dos denunciados

  • Coco Gauff denuncia ataques racistas após polêmica no WTA de Pequim

    Coco Gauff denunciou ataques racistas nas redes sociais após vencer a chinesa Sun Xinran no WTA 1000 de Pequim, nesta segunda-feira (5). A tenista americana, número 4 do mundo, avançou às oitavas de final após vitória por 7/5 e 6/1.

    O que causou a polêmica no WTA de Pequim?

    O confronto teve um lance decisivo no primeiro set quando Gauff interrompeu a troca ao perceber que um painel eletrônico de publicidade piscou, atrapalhando sua visão. A jogadora chinesa estava próxima de concluir o ponto, mas a arbitragem, após revisão em vídeo, considerou interferência externa e mandou repetir o ponto.

    Como Coco Gauff reagiu aos ataques racistas?

    Após o jogo, Gauff recebeu críticas e mensagens racistas. Ela afirmou nas redes sociais que as pessoas podem discordar, mas sem recorrer ao racismo. A tenista negou ter trapaceado e explicou que agiu conforme as regras do torneio para situações de interferência externa.

    Qual o próximo desafio de Coco Gauff no torneio?

    Com a vitória, Gauff avançou às oitavas de final do China Open e enfrentará Elise Mertens na próxima fase. Ela também elogiou a adversária chinesa, de 16 anos, que disputava seu primeiro torneio na WTA, e acredita que terá uma trajetória promissora no tênis.

    Leia também: MPF denuncia ex-coordenador por omissão em tortura nos presídios do Pará · Caso Bamor: Justiça avalia denúncia e decide futuro dos denunciados · MP-BA denuncia presidente e diretores da Bamor por organização criminosa

  • MPF denuncia ex-coordenador por omissão em tortura nos presídios do Pará

    O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça Federal um ex-coordenador da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (Ftip) no Pará por omissão diante de tortura em presídios. A denúncia aponta que, entre agosto e outubro de 2019, ele teve conhecimento de maus-tratos contra presos e não tomou medidas para impedir ou investigar os atos.

    Qual era o papel do ex-coordenador na força-tarefa?

    O acusado exercia o comando e controle operacional das atividades de guarda e custódia das unidades sob intervenção da Ftip. Por isso, tinha o dever legal de proteger a integridade física e mental dos detentos, podendo interromper as práticas violentas, afastar agentes suspeitos e instaurar apurações.

    Como a denúncia tortura presídios chegou ao MPF?

    Segundo o MPF, o ex-coordenador foi alertado por diversas fontes, como recomendações do próprio órgão, relatórios da OAB, do Conselho Penitenciário e do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, além de ações judiciais, ofícios e notícias na imprensa. Mesmo assim, não agiu para cessar as agressões.

    Onde ocorreram as torturas denunciadas?

    Os atos de tortura e maus-tratos aconteceram principalmente no Complexo Penitenciário de Americano, em Santa Izabel do Pará, e no Hospital Geral Penitenciário. A força-tarefa foi criada após um confronto violento em Altamira, que resultou em 58 mortos.

    Quais são as consequências da denúncia tortura presídios?

    O MPF solicitou que a Justiça receba a denúncia e cite o ex-coordenador para responder formalmente. A acusação é de omissão diante de tortura, crime previsto na Lei 9.455/1997, com pena de um a quatro anos de detenção para quem não impede ou investiga tais atos.

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