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  • Operação prende 10 suspeitos que movimentavam toneladas de drogas na Bahia

    Subiu para 10 o número de presos na operação contra grupo de drogas na Bahia, que movimentava grandes quantidades de entorpecentes mensalmente. A ação da Polícia Civil aconteceu em Salvador, Região Metropolitana, Feira de Santana e até no Paraná, com destaque para a prisão em flagrante em Camaçari, onde cerca de uma tonelada de drogas foi apreendida.

    Como foi a operação contra grupo de drogas?

    A Operação Leakage cumpriu mandados de busca e apreensão em diversos locais, como bairros de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Feira de Santana e Cascavel, no Paraná. Um homem foi preso em flagrante em um galpão de Camaçari, onde foram encontrados maconha, crack e cocaína. Ao todo, dez pessoas foram presas, nove com mandados preventivos e duas em flagrante.

    Quem são os suspeitos presos na operação?

    Entre os presos estão chefes locais, articuladores logísticos, gerentes e auxiliares de logística. Uma das detidas é farmacêutica que trabalhava no Hospital Irmã Dulce. Os suspeitos usavam galpões para armazenar as drogas e alugavam imóveis e veículos para dificultar o rastreamento da polícia.

    Qual o impacto da operação contra grupo de drogas na Bahia?

    Segundo a polícia, o grupo comprava cocaína no Paraguai, levava para o Paraná e distribuía para Salvador e cidades do interior baiano. Toneladas de drogas eram movimentadas mensalmente, abastecendo diversas organizações criminosas. A Justiça bloqueou até R$ 25 milhões em bens relacionados aos investigados, além de veículos usados no esquema.

    O que vem a seguir nas investigações?

    As investigações continuam para identificar a participação de cada suspeito e encontrar outros envolvidos. Há indícios de comércio ilegal de armas entre os integrantes. A Operação Leakage contou com cerca de 130 policiais e envolveu várias delegacias especializadas da Bahia e do Paraná.

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  • MPBA esclarece denúncia contra Marcelo Castro e nega pedido de pena máxima

    O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) esclareceu que não solicitou a pena máxima nem pediu 61 anos de prisão para o jornalista Marcelo Castro, réu no processo relacionado ao “Golpe do Pix” que tramita em Salvador. O órgão requereu a condenação pelos crimes de apropriação indébita, associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas acima do mínimo legal e cumprimento em regime fechado. A decisão definitiva sobre a pena caberá ao Poder Judiciário.

    Por que surgiu a referência a 61 anos de prisão?

    A menção aos 61 anos decorre da soma teórica dos limites máximos das penas para os crimes imputados: 12 episódios de apropriação indébita, associação criminosa e lavagem de dinheiro. No entanto, o MPBA não pediu essa soma como pena, apenas que as condenações fiquem acima do mínimo previsto em lei.

    O que diz a denúncia contra Marcelo Castro?

    A denúncia aponta que Marcelo Castro e outros 11 réus teriam se apropriado de recursos arrecadados por meio de chaves Pix usadas em campanhas apresentadas como destinadas a pessoas vulneráveis. Segundo o MPBA, cerca de 75% do valor arrecadado teria sido desviado, incluindo valores que teriam sido destinados ao próprio Marcelo Castro e a um editor-chefe do programa.

    Como está o andamento do processo?

    O processo, que tramita na Vara dos Feitos Relativos a Delitos de Organização Criminosa de Salvador, recebeu a denúncia em agosto de 2024. A fase de instrução foi encerrada em julho de 2026, com o exercício do direito ao silêncio por parte dos réus. As alegações finais foram apresentadas pelo MPBA, que aguarda a decisão judicial sobre o mérito e a dosimetria da pena.

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  • Polícia Civil prende nove em operação contra tráfico em Camaçari e região

    A operação polícia civil camaçari resultou na prisão de nove pessoas nesta quarta-feira (7), em uma ação que alcançou diversas cidades da Bahia e até o Paraná. O grupo é suspeito de tráfico de drogas com atuação em Camaçari, Lauro de Freitas e outras regiões.

    Quais foram as cidades e bairros envolvidos na operação?

    As diligências aconteceram em Salvador, nos bairros Stella Maris, Gamboa, Itapuã, Cidade Nova, São Caetano e Engenho de Brotas, além de Camaçari, Lauro de Freitas e Feira de Santana, na Bahia, e também em Cascavel, no Paraná. Ao todo, foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão.

    O que foi apreendido e quais as medidas tomadas?

    Durante a operação, a polícia encontrou drogas sintéticas, armas, balanças de precisão, uma máquina de contar dinheiro, celulares e outros equipamentos eletrônicos. Também foram bloqueados até R$ 25 milhões em bens e 11 veículos ligados aos investigados, visando atingir o patrimônio do grupo.

    Como funcionava o grupo investigado na operação polícia civil camaçari?

    Segundo as investigações, o grupo usava galpões para guardar drogas e veículos para transporte. Eles alugavam vários imóveis e carros para dificultar o rastreamento, usando residências e automóveis temporariamente para despistar a polícia. Dois presos são apontados como responsáveis por receber e distribuir grandes carregamentos de entorpecentes para diferentes locais.

    A operação foi conduzida pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC) com apoio de outras unidades da Polícia Civil da Bahia e das polícias Civil e Militar do Paraná.

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  • Operação Leakage apreende quase uma tonelada de drogas em Camaçari

    Durante a Operação Leakage, a Polícia Civil da Bahia realizou uma grande apreensão de drogas em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, nesta quarta-feira (7). Cerca de uma tonelada de entorpecentes foi encontrada em um galpão, onde um homem foi preso em flagrante.

    O que foi apreendido na operação em Camaçari?

    Os policiais localizaram no galpão grandes quantidades de maconha, crack e cocaína. O material ainda será contabilizado e encaminhado para perícia, que vai confirmar a identificação e a quantidade exata das substâncias.

    Qual o impacto da Operação Leakage na região?

    Com esta prisão, sobe para dez o número de pessoas detidas durante a Operação Leakage, que visa combater grupos ligados ao tráfico de drogas em Camaçari e região. A ação reforça o combate ao crime e a segurança local.

    O que acontece com as drogas apreendidas?

    O entorpecente ficará sob custódia das autoridades até que os procedimentos periciais e as investigações sejam concluídos, garantindo que o material seja devidamente analisado e utilizado como prova.

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  • Ponte Salvador-Itaparica avança com estacas na Baía de Todos-os-Santos

    As obras da ponte Salvador-Itaparica seguem em ritmo acelerado, com 15 estacas já cravadas na Baía de Todos-os-Santos para a central de concreto que sustentará o vão central da ponte. Essa etapa é considerada uma das mais complexas do projeto, que terá 682 metros de extensão para permitir a passagem de grandes embarcações na baía.

    Quais avanços na construção da ponte Salvador-Itaparica?

    Além do trecho marítimo, os trabalhos em terra também progridem. Em Vera Cruz, na Ilha de Itaparica, está sendo erguida a Plataforma Linear Provisória, que vai melhorar a eficiência das operações sobre a água. Em Salvador, no bairro de Jequitaia, o canteiro está sendo preparado para abrigar a estrutura administrativa e operacional. Já em São Roque do Paraguaçu, em Maragogipe, ocorrem atividades de produção e armazenamento de materiais.

    Como a tecnologia ajuda nas obras da ponte Salvador-Itaparica?

    Para auxiliar na cravação das estacas, a Balsa Jaguaribe, com 77 metros de comprimento, está equipada com martelos vibratório e de percussão, além de guindastes capazes de movimentar até 320 toneladas. Em novembro, chega ao Brasil o Tie Jian Da Qiao Zhuang 1, o maior navio de cravação de estacas do mundo, que poderá operar em águas de até 70 metros de profundidade, ideal para as áreas mais profundas da baía.

    Qual o tamanho e investimento da ponte Salvador-Itaparica?

    O empreendimento terá 12,4 quilômetros sobre o mar e será integrado ao Sistema Viário Oeste. Inclui ainda 4,4 quilômetros de vias em Salvador, uma via expressa de 22 quilômetros na Ilha de Itaparica e a duplicação de 8 quilômetros da BA-001. O investimento total é de R$ 11,6 bilhões, com recursos do Governo Federal, Governo da Bahia e iniciativa privada. A execução é feita pela Concessionária Dois de Julho, formada por empresas chinesas.

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  • Ana Maria Braga ganha mais destaque em reality da Globo e prova pratos

    A apresentadora Ana Maria Braga terá participação maior no reality Chef de Alto Nível, que estreia dia 13 de outubro na Globo. Após reclamações do público sobre sua pouca presença na primeira temporada, ela agora poderá provar os pratos dos competidores e terá mais contato com os chefs mentores, embora não participe das avaliações.

    Por que Ana Maria Braga ganhou mais espaço no reality?

    Segundo a apresentadora, a ampliação de sua função veio após pedidos dos telespectadores. No ano passado, ela ficou mais tímida e apareceu pouco, já que o programa era novidade e exibido à noite. Agora, Ana Maria terá um papel mais ativo, interagindo diretamente com os chefs e os participantes.

    Como será a participação de Ana Maria Braga no Chef de Alto Nível?

    Diferente da temporada anterior, Ana Maria poderá experimentar os pratos dos 24 competidores, o que antes não acontecia. Ela comentou que passou fome na primeira edição e agora terá o desafio de provar muitos pratos por dia. Apesar disso, ela continuará sem dar notas, mantendo uma relação afetiva e acolhedora com os participantes.

    Quais novidades acompanham a nova temporada do reality?

    Além da participação ampliada de Ana Maria Braga, o prêmio para o vencedor subiu para R$ 700 mil. Os chefs mentores Alex Atala, Renata Vanzetto e Jefferson Rueda retornam ao programa. Também haverá conteúdos extras nas redes sociais, apresentados por Douglas Silva, e uma nova temporada do Cozinha de Alto Nível no GNT, focada nos chefs mentores.

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  • Flávio Bolsonaro propõe congelar dívidas das famílias com programa semelhante ao Desenrola

    O senador Flávio Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira (7) uma proposta para congelar dívidas das famílias brasileiras, seguindo o modelo do programa Desenrola, do governo Lula. Segundo o candidato do PL, o governo vai comprar as dívidas de pessoas inadimplentes e refinanciá-las pela Caixa Econômica Federal com prazos maiores e juros menores.

    Como funcionaria o programa para congelar dívidas das famílias?

    De acordo com Flávio Bolsonaro, o programa prevê a suspensão do pagamento das parcelas durante um período de carência — seis meses para pessoas físicas e um ano para empresas. Durante esse tempo, as dívidas não sofreriam reajustes e os pagamentos ficariam congelados, o que, segundo ele, ajudaria a reinjetar dinheiro na economia de forma sustentável.

    O que muda em relação ao Desenrola do governo Lula?

    O Desenrola 3.0, anunciado pelo governo Lula, também compra carteiras de dívidas inadimplentes e oferece carência para renegociação. O programa federal destina até R$ 15 bilhões para adquirir débitos de famílias com dívidas entre 2 e 4,5 anos e valores de até R$ 10 mil. Flávio Bolsonaro propõe uma versão parecida, com refinanciamento via Caixa e abertura de crédito para novos financiamentos.

    Quais benefícios para os brasileiros endividados?

    Além do congelamento das dívidas, o programa do senador inclui a possibilidade de as pessoas acessarem crédito para investir em negócios ou abrir empresas. A ideia é facilitar a retomada financeira e o crescimento econômico, especialmente para quem está inadimplente.

    Flávio Bolsonaro apresentou essa proposta durante sua campanha presidencial, focando no endividamento da população e na alta taxa de juros, temas que têm impacto direto no poder de compra dos brasileiros.

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  • Educação pública sob Bolsonaro: o que ficou e o risco de repetir a história

    A educação pública Bolsonaro enfrentou desafios graves entre 2019 e 2022, com obras paralisadas e crises institucionais que marcaram o setor no país. Segundo dados do Tribunal de Contas da União, mais da metade das obras na área da educação estavam inacabadas no fim do governo, enquanto novas construções foram autorizadas sem orçamento suficiente para conclusão.

    Quais foram os principais problemas nas obras da educação pública Bolsonaro?

    Em 2022, o TCU registrou 7.388 contratos de obras educacionais, sendo 3.993 paralisados ou inacabados. Muitas dessas obras vinham de gestões anteriores, mas o problema continuou durante o governo Bolsonaro, sem redução significativa. Além disso, o MEC autorizou cerca de duas mil novas obras sem recursos adequados, demandando quase R$ 7,6 bilhões para concluir projetos antigos e novos.

    Como estava a infraestrutura das escolas durante o governo?

    Enquanto escolas e creches permaneciam sem estrutura básica, como água potável e saneamento, recursos federais foram destinados a projetos sofisticados, como kits de robótica, mesmo em unidades com carências estruturais graves. O Unicef apontou milhares de escolas municipais com acesso inadequado à água, mostrando a distância entre as prioridades e a realidade.

    O que aconteceu no Ministério da Educação durante o período?

    O MEC enfrentou uma crise institucional, com investigações autorizadas pelo STF sobre a atuação de pessoas sem cargos públicos que supostamente influenciavam a liberação de verbas. A pandemia evidenciou ainda mais a fragilidade da gestão, com ações fragmentadas e vetos presidenciais a projetos que buscavam ampliar o acesso à internet para estudantes e professores da rede pública.

    Qual foi o impacto nas universidades e na ciência?

    As universidades federais sofreram cortes orçamentários que afetaram serviços essenciais e a permanência de alunos de baixa renda. A ciência brasileira enfrentou congelamento e atrasos no pagamento de bolsas de pesquisa, chegando a um ponto crítico no final do governo. A gestão Bolsonaro criou um ambiente político tenso, com narrativas que dificultaram o desenvolvimento acadêmico e científico.

    O legado da educação pública Bolsonaro deixa um cenário de obras inacabadas, infraestrutura precária e crises administrativas, que servem de alerta para as próximas eleições presidenciais de 2026. Repetir esse modelo pode significar continuar com os mesmos problemas que afetaram milhões de estudantes e profissionais da educação no país.

    Leia também: Avanço da direita no Senado coloca STF em alerta e movimenta negociações sobre impeachment · Lula perde força entre pretos, pardos e eleitores menos instruídos em 2022 · TJAM participa do 4º Congresso de Precedentes em Goiânia sobre IA e Justiça

  • Sienna Spiro ganha prêmio de Artista Revelação no VMA 2026

    A cantora britânica Sienna Spiro venceu o prêmio de Artista Revelação no MTV Video Music Awards (VMA) 2026, consolidando sua carreira internacional poucos meses após lançar seu álbum de estreia, “Visitor”. A artista começou sua trajetória nas redes sociais, especialmente no TikTok, onde ganhou destaque com covers ainda na adolescência.

    Quem é Sienna Spiro e como ela chegou ao topo?

    Sienna Spiro construiu sua base de fãs publicando vídeos de covers no TikTok, o que ajudou a apresentar sua voz ao público. Seu estilo mistura Soul, Jazz, R&B e Pop, o que a diferenciou nas paradas musicais britânicas e abriu caminho para o mercado americano.

    Qual a importância do prêmio de Artista Revelação para Sienna Spiro?

    O troféu de Artista Revelação no VMA 2026 representa o reconhecimento da indústria musical para Sienna Spiro. Ela superou concorrentes como Bella Kay, CORTIS e Magnus Ferrell, fortalecendo sua presença no cenário internacional.

    Como a carreira de Sienna Spiro deve evoluir após o prêmio?

    Com o reconhecimento do VMA e o sucesso do álbum “Visitor”, Sienna Spiro tem potencial para ampliar sua audiência e consolidar sua carreira tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos, mantendo sua mistura única de gêneros musicais.

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  • Famosos se mobilizam para encontrar modelo desaparecida em São Paulo

    Famosos se mobilizam para encontrar a modelo desaparecida em São Paulo, que sumiu após ser vista pela última vez em Pinheiros. A campanha nas redes sociais reúne nomes como Isis Valverde e Alice Wegmann, que pedem ajuda para localizar Dandara Couto, de 27 anos.

    Quem é a modelo desaparecida?

    Dandara Couto tem 27 anos e é vinculada à agência Mega Model Brasil. Ela foi vista pela última vez na Rua Cristiano Viana, em Pinheiros, bairro nobre de São Paulo, desde a segunda-feira, dia 5. Na data do desaparecimento, ela estava com o cabelo natural crespo.

    Como os famosos ajudam na busca pela modelo desaparecida?

    Celebridades como Samara Felippo e Giselle de Prattes têm compartilhado informações e pedido para que qualquer pessoa com dados sobre Dandara entre em contato. A campanha destaca que mesmo informações pequenas podem ser úteis para a localização da modelo.

    Como colaborar para encontrar a modelo desaparecida?

    Quem tiver qualquer informação pode ligar para os números disponibilizados: (48) 99994-6300 e (48) 99103-1907. A última postagem de Dandara nas redes sociais foi há três dias, onde ela acumula mais de 22 mil seguidores.

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