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  • Mais de 33 mil eleitores faltaram no segundo turno em Camaçari

    A abstenção em Camaçari chamou atenção no segundo turno das eleições gerais de 2026. Dos 210.712 eleitores aptos no município da Região Metropolitana de Salvador, 33.500 não compareceram às urnas, o que representa 15,90% do eleitorado que decidiu ficar de fora do pleito no domingo (25).

    Como foi a participação dos eleitores em Camaçari?

    Apesar da abstenção, a participação foi de 84,10%, com 177.212 pessoas votando nas 564 seções eleitorais da cidade. Os votos válidos somaram 169.860, enquanto 5.180 foram nulos, o equivalente a 2,92%, e 2.172 votos foram em branco, representando 1,23% do total.

    Abstenção em Camaçari diminuiu em relação ao primeiro turno?

    Sim. No primeiro turno, quase 44 mil eleitores não foram às urnas, número maior do que o registrado no segundo turno. Essa redução indica que mais moradores da cidade participaram da decisão final das eleições gerais de 2026.

    O que esses números significam para Camaçari?

    A abstenção em Camaçari mostra que, mesmo com uma boa participação, uma parcela significativa dos eleitores optou por não votar. Isso pode refletir opiniões diversas sobre o processo eleitoral e a confiança nos candidatos. Para a cidade, entender esses dados é importante para futuras campanhas e para incentivar ainda mais o engajamento político.

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  • Abstenção em Salvador cai no segundo turno das eleições

    A abstenção em Salvador caiu para 15,77% no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25). Dos 1,955 milhão de eleitores aptos, 1.640.790 compareceram às urnas, mostrando maior participação em comparação ao primeiro turno.

    Como foi a abstenção em Salvador no primeiro turno?

    No primeiro turno, em 4 de outubro, a abstenção chegou a 20,14%, com 1.561.593 eleitores votando. A queda para 15,77% no segundo turno indica que mais moradores da capital baiana foram às urnas.

    Qual o impacto da abstenção em Salvador no resultado eleitoral?

    Com a maior presença dos eleitores, Salvador registrou uma ampla vantagem para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que conquistou mais de 73% dos votos válidos, segundo apuração de 97,05% das urnas.

    O que muda para Salvador com a queda da abstenção?

    A redução da abstenção em Salvador reflete maior engajamento político dos moradores, o que pode influenciar decisões futuras e fortalecer o processo democrático na capital baiana.

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  • Abstenção de idosos desafia Lula e Flávio Bolsonaro em cidades-chave do Sudeste

    A abstenção de idosos nas eleições é um desafio para Lula e Flávio Bolsonaro nas cidades-chave do Sudeste. No primeiro turno, a maior parte dos eleitores ausentes tinha mais de 70 anos, especialmente em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a disputa está acirrada.

    Por que a abstenção de idosos nas eleições preocupa as campanhas?

    O índice de abstenção no primeiro turno foi o maior desde 1998, chegando a 21,08%, com 33,5 milhões de eleitores faltando. Desses, quase metade eram jovens e idosos, sendo que 8,46 milhões tinham mais de 70 anos, grupo que Lula quer conquistar para reduzir a diferença de votos para Flávio Bolsonaro.

    Apesar do voto ser facultativo para essa faixa, a campanha petista aposta na mobilização desse público para diminuir a vantagem do adversário, enquanto o time do PL teme a desmobilização dos seus eleitores em estados onde a disputa estadual já foi definida.

    Como as campanhas tentam reverter a abstenção?

    Lula tem pedido aos seus apoiadores que façam trabalho de convencimento porta a porta, especialmente entre os idosos. A campanha também busca garantir transporte público gratuito no dia da votação para facilitar o acesso às urnas.

    Já Flávio Bolsonaro cobra empenho dos aliados eleitos para manter a mobilização nos estados com eleição estadual definida, como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a abstenção foi alta. Em São Paulo, ele reuniu vereadores para intensificar o trabalho nos bairros onde Lula teve vantagem.

    Onde a abstenção de idosos nas eleições é mais crítica?

    As maiores taxas de ausência entre idosos estão nas cidades do Sudeste, especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Guarulhos e Campinas. Nesses locais, a abstenção média dos eleitores acima de 70 anos foi de 57,3%, bem acima da média nacional.

    Essa concentração preocupa as campanhas, pois pode influenciar diretamente no resultado do segundo turno, já que a diferença entre os candidatos é pequena.

    O que especialistas dizem sobre o voto dos abstenções?

    Um cientista político da UFPR explica que há dois tipos de abstenção: voluntária e involuntária. As campanhas focam em convencer os eleitores que optaram por não votar para que compareçam no segundo turno, pois esse grupo é mais suscetível a mudar de comportamento do que tentar conquistar eleitores do adversário.

    Assim, a disputa pelo voto dos idosos ausentes nas eleições pode ser decisiva para o resultado final, especialmente nas cidades do Sudeste, onde a abstenção foi mais elevada.

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  • Abstenção nas eleições 2022 pode ter tirado até 8 milhões de votos de Lula

    A abstenção nas eleições 2022 atingiu 21,08%, a maior desde 1998, e segundo especialistas, pode ter tirado até 8 milhões de votos do presidente Lula. Esse dado é fundamental para entender o resultado apertado do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro venceu por 1,8 ponto percentual.

    Como a abstenção afetou Lula nas eleições 2022?

    O cientista político Antonio Lavareda, especialista em comportamento eleitoral, avalia que o desânimo da população com a política impactou mais os eleitores de baixa renda e escolaridade, justamente os segmentos onde Lula tem maior apoio. Enquanto a classe média manteve o padrão tradicional de votação, os mais pobres apresentaram maior ausência nas urnas.

    Qual foi o cenário da abstenção por região?

    No Nordeste, região que deu uma vantagem de 11,1 milhões de votos para Lula, a abstenção foi menor que a média nacional, mas ainda assim 2,26 milhões de eleitores não votaram apenas na Bahia. Já no Sudeste, onde Flávio Bolsonaro abriu uma vantagem de 5,7 milhões de votos, a abstenção superou a média do país.

    O que Lula precisa para virar o jogo?

    Além de buscar os votos dos nove milhões de eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno, Lula precisa reduzir a abstenção para tentar a virada no segundo turno. A transformação da abstenção em votos favoráveis é uma das missões apontadas para reverter o placar atual.

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  • Lula perde força entre pretos, pardos e eleitores menos instruídos em 2022

    Nas eleições de 2022, a dianteira de Lula entre os eleitores pretos, pardos e com menor nível de instrução diminuiu. Apesar de continuar sendo o candidato mais votado nesses grupos, a força do presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu intensidade em relação ao pleito anterior.

    Quem ganhou com a mudança nos votos entre pretos e pardos?

    Flávio Bolsonaro apresentou crescimento significativo nesses segmentos que antes eram mais favoráveis a Lula. A ascensão de Flávio foi especialmente notável nas regiões mais afastadas do Nordeste, conhecidas como grotões, onde ele ampliou sua base de apoio.

    Como a abstenção influenciou o cenário eleitoral?

    Além da mudança na preferência dos eleitores, a taxa de abstenção também recuou, o que pode ter contribuído para o aumento dos votos em Flávio Bolsonaro. A redução da abstenção variou de 0,5 a 2 pontos percentuais, indicando maior engajamento nas urnas.

    O que isso significa para as próximas eleições?

    Embora Lula mantenha a liderança entre pretos, pardos e eleitores com menor instrução, a perda de força nesses grupos pode sinalizar desafios para o PT em 2026. Flávio Bolsonaro, por sua vez, cresce em áreas estratégicas e pode representar uma concorrência mais acirrada.

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