Tag: agressão

  • Idoso morto em Camaçari após agressão com pedaço de madeira

    Um idoso de 64 anos foi morto em Camaçari após ser agredido com um pedaço de madeira na localidade de Barra de Jacuípe. Rosalvo Conceição foi atacado enquanto ia ao mercado e não conseguiu ouvir os avisos das pessoas próximas devido a dificuldades auditivas.

    Como ocorreu a agressão que resultou na morte do idoso?

    Segundo familiares e testemunhas, o suspeito, identificado como Matheus dos Santos, morador do bairro Cosme de Farias em Salvador, usou um pedaço de madeira para golpear Rosalvo diversas vezes na cabeça. A vítima ainda mostrou sinais de reação antes do socorro, mas não resistiu aos ferimentos.

    Quais as consequências para o agressor?

    Após a agressão, Matheus foi detido por populares e levado à delegacia. Documentos apresentados indicam que ele teria problemas psiquiátricos, o que levou à sua liberação para responder ao inquérito em liberdade, segundo a família da vítima.

    O que muda para a comunidade de Barra de Jacuípe?

    A morte de Rosalvo provocou comoção entre moradores e familiares, que agora buscam justiça e discutem a segurança local e a atenção à saúde mental. Rosalvo era conhecido por sua participação em atividades musicais e deixa saudades na comunidade.

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  • Homem é preso após agressão a mulher e filha de 1 ano em Caetité

    Um caso de violência doméstica na Bahia chocou Caetité no último domingo à noite. Uma criança de 1 ano e 6 meses ficou desacordada após ser agredida dentro de casa, enquanto a mãe apresentava ferimentos no rosto. O companheiro da mulher foi preso em flagrante pela Polícia Militar, que agiu após denúncia recebida pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom).

    Como foi a prisão do suspeito em Caetité?

    Ao chegar na residência, os policiais encontraram o homem tentando impedir a entrada, segurando a porta. Mesmo assim, os agentes conseguiram entrar e o suspeito tentou fugir para a rua, mas foi alcançado, imobilizado e algemado. Dentro da casa, a mulher estava com sangramento intenso no rosto e a criança inconsciente, com lesão na cabeça.

    Quais foram os cuidados com as vítimas e o suspeito?

    A mãe e a filha foram socorridas pelos policiais e levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Caetité. O homem precisou de atendimento médico, foi sedado e depois encaminhado para a custódia policial.

    Como está a situação da violência doméstica na Bahia?

    Este episódio em Caetité reflete o aumento das denúncias de violência doméstica no estado. Entre março de 2025 e março de 2026, o Ministério Público da Bahia registrou mais de 10 mil casos, um crescimento em relação ao período anterior. A maioria das vítimas são mulheres, e foram formalizadas 247 denúncias por feminicídio nesse intervalo.

    O coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal destaca que o combate à violência doméstica precisa da mobilização de toda a sociedade para garantir mais equidade e paz para as mulheres.

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  • Menina de 1 ano é agredida pelo pai em Caetité e fica desacordada

    Uma menina de um ano e seis meses foi vítima de agressão em Caetité, no bairro Prisco Viana, e precisou ser socorrida após ficar desacordada. A agressão aconteceu no domingo (1º) e deixou a criança com fratura no nariz e inchaço no rosto.

    O que aconteceu durante a agressão em Caetité?

    Segundo o relato da mãe, que também foi agredida, a situação começou enquanto ela segurava a filha no colo. Durante as agressões contra a mulher, os socos atingiram a criança, que foi tomada dos braços da mãe pelo pai. Mesmo com a tentativa da mãe e de uma vizinha de impedir, o homem levou a menina até um bar e a jogou no chão.

    Qual foi a reação das autoridades ao caso de agressão em Caetité?

    Policiais militares encontraram a criança desacordada e a socorreram até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). O homem foi detido em flagrante pela Polícia Militar e está custodiado à disposição do Poder Judiciário. A ocorrência foi registrada como violência doméstica.

    Como está a menina após a agressão em Caetité?

    A bebê segue internada e deve ser transferida para Salvador para receber atendimento médico especializado. A mãe também recebeu assistência após o episódio. A situação preocupa moradores da região e reforça a necessidade de atenção à violência doméstica.

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  • Mulher denuncia agressão de manobrista por vaga em Salvador

    Uma denúncia de agressão envolvendo um manobrista em Salvador chamou atenção na sexta-feira (30). Segundo relato da vítima, a agressão ocorreu no Corredor da Vitória, próximo à cafeteria Coffeetown, após uma discussão por uma vaga de estacionamento.

    O que aconteceu na discussão por vaga?

    A mulher estava no local para fazer uma entrega quando a proprietária da cafeteria chegou para estacionar. O manobrista, que trabalha para uma empresa terceirizada, pediu que a vítima retirasse o carro da vaga para a dona do estabelecimento estacionar. A mulher recusou, alegando que faria apenas uma entrega rápida. A partir daí, iniciou-se uma discussão, que segundo a vítima, resultou em agressões verbais e físicas. O manobrista, porém, nega as agressões.

    Quem apoiou a vítima e como o caso está sendo tratado?

    Um grupo de motoristas por aplicativo e integrantes do grupo Ratos da Pista se aproximou para apoiar a mulher. O grupo se manifestou nas redes sociais, afirmando que não aceitará agressões contra mulheres e informou que as medidas legais já estão sendo tomadas para garantir suporte à vítima.

    Qual a posição da cafeteria Coffeetown sobre o caso?

    A cafeteria lamentou o ocorrido e disse não compactuar com qualquer tipo de agressão. Informou também que o manobrista foi afastado e que a empresa terceirizada foi acionada para tomar as providências necessárias. A equipe do estabelecimento prestou atendimento à mulher, oferecendo acolhimento e acionando as autoridades policiais.

    Como a polícia está lidando com a ocorrência?

    A ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes da Polícia Civil, onde ambos os envolvidos foram ouvidos. Segundo a polícia, eles responderão ao procedimento em liberdade, e as investigações seguem em curso.

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  • Grupo Ratos da Pista cobra posição da Coffee Town após denúncia de agressão em Salvador

    O grupo de motociclistas Ratos da Pista pediu um posicionamento da Coffee Town após uma denúncia de agressão em Salvador envolvendo uma motorista de aplicativo e um manobrista da cafeteria. O caso ocorreu na sexta-feira (30), no Corredor da Vitória, e gerou uma nota de repúdio do grupo.

    O que aconteceu na denúncia de agressão em Salvador?

    Segundo a motorista, de 37 anos, ela foi empurrada e ofendida durante uma discussão por uma vaga de estacionamento. O homem de 64 anos, apontado como manobrista da Coffee Town, nega as acusações. A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência e ouviu os envolvidos na Central de Flagrantes, liberando-os em seguida.

    Qual a resposta do grupo Ratos da Pista e da Coffee Town?

    O grupo Ratos da Pista pediu uma apuração justa, transparente e imparcial do caso e cobrou uma manifestação pública da Coffee Town Salvador. Eles informaram que, caso não haja posicionamento até segunda-feira (2), farão uma manifestação pacífica em frente ao estabelecimento às 12h.

    Como a investigação vai prosseguir?

    A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias da discussão e da denúncia de agressão para esclarecer o que realmente ocorreu no Corredor da Vitória, em Salvador.

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  • Motorista por aplicativo denuncia agressão de manobrista no Corredor da Vitória

    Uma motorista por aplicativo de 37 anos denunciou uma agressão por parte de um manobrista de 64 anos no Corredor da Vitória, em Salvador, na última sexta-feira (30). O conflito ocorreu em frente a uma cafeteria da região, durante uma disputa por uma vaga de estacionamento.

    O que aconteceu no Corredor da Vitória?

    Segundo a motorista, ela estava estacionada para fazer uma entrega quando o proprietário da cafeteria chegou e quis ocupar a mesma vaga. O manobrista pediu que ela retirasse o carro, mas ela afirmou que terminaria a entrega rapidamente. A situação escalou para uma discussão, que terminou com o manobrista a empurrando e a ofendendo verbalmente, conforme relato da mulher. O homem nega as acusações.

    Qual foi a reação do grupo de motoristas?

    O grupo Ratos da Pista, do qual a motorista faz parte, divulgou uma nota de repúdio e anunciou uma manifestação pacífica para a próxima segunda-feira (2), às 12h, em frente à cafeteria. A mobilização acontecerá caso a empresa não se manifeste oficialmente até essa data. O grupo pede uma apuração justa, transparente e imparcial, ressaltando que o manobrista teria histórico de agressões contra motoristas por aplicativo.

    Qual o desfecho inicial do caso?

    A Polícia Militar foi acionada e encaminhou os envolvidos à delegacia para prestarem depoimento. Após a audiência, ambos foram liberados. O caso segue registrado na Polícia Civil para investigação.

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  • Homem é preso após atacar adolescente com facão em Serrinha

    Um homem de 28 anos foi preso em flagrante em Serrinha após atacar uma adolescente com um facão. O caso aconteceu na noite de terça-feira (27) e a prisão ocorreu depois que o suspeito tentou fugir, mas foi detido pela Polícia Militar.

    Como ocorreu a prisão por agressão em Serrinha?

    Policiais do 16º Batalhão foram acionados por denúncia de agressão contra mulher. Ao chegarem ao local, encontraram o suspeito armado com um facão, que foi apreendido. A vítima, uma adolescente, foi localizada com ferimentos e recebeu atendimento médico.

    O que aconteceu com a vítima e o suspeito?

    A jovem foi levada à 1ª Delegacia Territorial de Serrinha acompanhada da mãe para registrar a ocorrência. O homem foi autuado por lesão corporal dolosa na Lei Maria da Penha e permanece preso à disposição da Justiça.

    Qual a importância da prisão por agressão em Serrinha?

    A ação rápida da Polícia Militar garantiu a detenção do agressor e a segurança da vítima. O facão usado no ataque foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica para perícia, reforçando as investigações do caso.

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  • Rowenna Brito repudia casos de bolsonaristas em Feira e Camaçari

    A deputada estadual eleita Rowenna Brito manifestou repúdio aos casos de bolsonaristas que promovem assédio e agressão contra eleitores do PT em Feira de Santana e Camaçari. Durante entrevista na Rádio Itapoã FM, ela destacou denúncias de servidores públicos e relatos de adolescentes e mulheres vítimas desses ataques.

    O que está acontecendo em Feira e Camaçari?

    Segundo Rowenna, servidores públicos da prefeitura de Feira de Santana relataram ameaças ligadas ao voto no PT, com riscos de responsabilização caso escolham esse candidato. Em Camaçari, um grupo identificado como bolsonarista tem sido visto perto de escolas estaduais, assediando professores, adolescentes e pedindo Instagram de menores.

    Por que a deputada repudia esses casos de bolsonaristas?

    Rowenna Brito expressou preocupação com o respeito às decisões individuais e com a forma como mulheres e meninas têm sido tratadas por esses grupos. Para ela, essas ações ferem a democracia e ameaçam a integridade das pessoas, especialmente das minorias.

    Qual o compromisso de Rowenna com a defesa das minorias?

    A deputada afirmou que seu mandato na Assembleia Legislativa terá como prioridade a escuta e a defesa dos direitos das minorias, buscando proteger quem sofre intimidação e violência. Ela reforçou que a responsabilidade no próximo domingo é defender a vida e a liberdade de cada pessoa.

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  • Yacht Clube da Bahia encaminha denúncia de agressão a funcionária à Polícia Civil

    O Yacht Clube da Bahia encaminhou à Polícia Civil uma denúncia de agressão contra uma funcionária da instituição, que teria ocorrido após ela declarar voto no presidente Lula. O caso, que ganhou repercussão na imprensa, teria acontecido na terça-feira (20), no estacionamento do clube na Ladeira da Barra, em Salvador.

    O que motivou a denúncia de agressão no Yacht Clube?

    Segundo relatos, a funcionária teria sido agredida com um tapa no rosto por um frequentador do clube após mencionar seu voto em Lula. A denúncia chegou à imprensa por meio de pessoas ligadas ao clube, incluindo um associado que afirmou que sua mãe presenciou a agressão.

    Como o Yacht Clube da Bahia está lidando com a denúncia?

    O clube realizou uma apuração interna, consultando equipes envolvidas, conversando com a funcionária e analisando imagens das câmeras de segurança. De acordo com a instituição, a funcionária negou ter sofrido agressão e as imagens não confirmaram os relatos.

    Qual é o próximo passo na investigação da denúncia de agressão yacht clube?

    Com o encaminhamento do caso à Polícia Civil, a apuração agora será feita pelas autoridades competentes. O Yacht Clube entregou documentos, registros internos e imagens para auxiliar na investigação, que deve esclarecer as circunstâncias do episódio e verificar se houve agressão motivada por questões políticas.

    O clube reforçou seu compromisso com a proteção e dignidade dos colaboradores, repudiando qualquer forma de violência ou discriminação. Caso sejam comprovadas responsabilidades, os envolvidos responderão conforme a lei e o clube pode aplicar medidas disciplinares previstas em seu estatuto.

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  • Mulher sofre agressão no metrô de SP por usar roupa vermelha

    Uma mulher foi vítima de agressão física e verbal na Estação Butantã, no metrô de São Paulo, em um domingo marcado por manifestações políticas na cidade. A agressão teria ocorrido porque ela usava uma roupa vermelha, segundo denúncias que circulam nas redes sociais.

    O que motivou a agressão no metrô de SP?

    De acordo com relatos publicados, a vítima não participava de nenhuma manifestação política. A agressão aconteceu apenas pela escolha da cor da roupa, em um dia em que São Paulo recebia diversos atos políticos a uma semana do segundo turno das eleições presidenciais.

    Como reagiram as forças de segurança no local?

    Segundo as denúncias, policiais militares estavam presentes durante a agressão, mas não intervieram para proteger a mulher ou conter os agressores. A falta de ação da polícia gerou indignação nas redes sociais, que pedem mais atenção para o caso.

    Qual o desdobramento do caso?

    Até o momento, não há informações oficiais sobre a identificação dos envolvidos, registro de boletim de ocorrência ou posicionamento da Polícia Militar de São Paulo sobre o ocorrido. O episódio levanta questionamentos sobre a segurança em locais públicos em dias de manifestações.

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