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  • Exército do Lula atinge 10 milhões de seguidores a dois dias da eleição

    O canal no WhatsApp conhecido como Exército do Lula alcançou a marca de 10 milhões de seguidores nesta sexta-feira, dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais. Administrado pelo deputado André Janones, o canal é uma importante ferramenta para a militância petista, distribuindo mensagens, vídeos e orientações aos apoiadores do candidato Lula.

    Como o Exército do Lula ganhou força nas redes?

    O crescimento do Exército do Lula aconteceu em meio a uma série de decisões conflitantes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O canal chegou a ser suspenso por ordem do presidente do TSE, Nunes Marques, após questionamento da campanha adversária, mas logo foi restabelecido por decisão do corregedor-geral eleitoral e depois novamente suspenso. A campanha de Lula providenciou o registro formal do canal, o que levou à retomada definitiva das atividades.

    O que diz o TSE sobre o canal no WhatsApp?

    Recentemente, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, determinou que Nunes Marques não pode suspender administrativamente o canal enquanto não houver decisão judicial definitiva. A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, foi orientada a cumprir essa decisão sob pena de multa diária. A resolução do TSE estabelece que canais que recebem apoio financeiro ou técnico das campanhas devem ser registrados, mas manifestações espontâneas não configuram vínculo direto.

    O que muda para os seguidores do Exército do Lula?

    Com 10 milhões de seguidores, o Exército do Lula segue ativo e se consolida como um canal de comunicação essencial para a mobilização dos eleitores petistas. A decisão judicial protege o canal de novas suspensões administrativas, garantindo que as mensagens e orientações continuem chegando até o dia da eleição.

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  • TSE decide que canal de WhatsApp de Janones não precisa vínculo com campanha de Lula

    O canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, conhecido como “Exército do Lula”, não precisa mais estar vinculado oficialmente à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (16). A mudança faz parte de novas regras aprovadas pela Corte que definem quando canais de terceiros devem ser vinculados às campanhas eleitorais.

    Quais são as novas regras para canais de WhatsApp?

    Segundo o TSE, a vinculação de canais, fóruns online e plataformas de terceiros ocorrerá apenas quando houver uso de recursos das campanhas, suporte material ou humano, conteúdo cedido pelos candidatos, suporte técnico, divulgação oficial ou orientação das campanhas sobre os conteúdos. Se o canal for uma iniciativa espontânea de apoio, mesmo que reproduza conteúdo dos políticos ou seja recomendado por eles, não haverá vínculo.

    O que aconteceu com o canal “Exército do Lula”?

    O canal já passou por suspensões e liberações após decisões conflitantes no TSE. Inicialmente, o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, determinou que o canal deveria ser registrado pela campanha de Lula para continuar funcionando. A equipe do petista fez o registro, mas questionou a necessidade do vínculo, alegando autonomia do canal. Após idas e vindas, o TSE decidiu que a vinculação não é obrigatória para canais como o de Janones.

    O que muda para os apoiadores e para a campanha de Lula?

    Com as novas regras, canais de apoio espontâneo, como o “Exército do Lula”, podem funcionar sem precisar ser formalmente vinculados à campanha, desde que não haja uso direto de recursos ou controle da equipe do candidato. Isso traz mais liberdade para apoiadores criarem e manterem grupos de apoio sem burocracia, mas mantém o controle sobre canais que usam recursos oficiais.

    Essa decisão do TSE esclarece o que é permitido para canais de WhatsApp na campanha eleitoral, evitando suspensões e controvérsias como as que ocorreram recentemente com o canal de André Janones em apoio a Lula.

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  • Corregedor revoga suspensão e canal Exército do Lula volta a funcionar

    O canal Exército do Lula voltou ao ar neste domingo (11) após o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubar a suspensão determinada pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques. A decisão liberou o envio de mensagens e a inclusão de novos seguidores no canal, que é administrado pelo deputado federal André Janones e tem mais de 3,4 milhões de inscritos.

    Por que o canal Exército do Lula foi suspenso?

    Na manhã do domingo, o ministro Nunes Marques havia suspendido o canal Exército do Lula no WhatsApp, alegando que ele disseminava conteúdo falso. A suspensão atendeu a um pedido da campanha do candidato Flávio Bolsonaro, do PL, concorrente à Presidência da República.

    O que mudou com a decisão do corregedor?

    Com a revogação da suspensão pelo corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva, o canal Exército do Lula voltou a funcionar normalmente. O deputado André Janones comemorou a decisão, afirmando que ela representa uma vitória da democracia e da liberdade de expressão, ressaltando que ninguém pode calar a voz do povo quando unido.

    Qual é o impacto para os seguidores do canal?

    Agora, os mais de 3,4 milhões de seguidores do canal Exército do Lula podem receber mensagens normalmente e novos usuários podem ser adicionados sem restrições. A decisão final sobre o caso ainda será discutida pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

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