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  • Prefeitura de Lauro de Freitas visita bairros para planejar novo Plano Diretor

    A Prefeitura de Lauro de Freitas realizou, em 14 de outubro, uma visita técnica aos bairros do município para iniciar o diagnóstico do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). A ação percorreu diversas regiões da cidade, incluindo o Centro, Ipitanga, Vila Praiana, Miragem, Vilas do Atlântico, Buraquinho e outras localidades, com o objetivo de entender as características urbanas e planejar o futuro da cidade.

    O que motivou a visita técnica para o plano diretor em Lauro de Freitas?

    A visita técnica teve como foco ampliar a compreensão das dinâmicas territoriais e urbanas do município. Técnicos e gestores, como o secretário Municipal de Planejamento e o chefe da Casa Civil, participaram para observar aspectos como mobilidade e ocupação do solo. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, esse reconhecimento em campo ajuda a identificar desafios e orientar as próximas etapas do PDDU, incluindo oficinas com a população para ampliar a participação social.

    Quais bairros foram visitados durante a ação?

    Além do Centro, a equipe percorreu bairros litorâneos e residenciais, como Ipitanga, Vila Praiana, Miragem, Vilas do Atlântico, Buraquinho, Portão, Quingoma, Vida Nova, Itinga, Jambeiro, Capelão, Capiarara e Areia Branca. Essa diversidade permite captar as diferentes realidades do município, desde áreas comerciais até rurais, fundamentais para um diagnóstico preciso.

    Por que o plano diretor é importante para Lauro de Freitas?

    O Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano é essencial para orientar o crescimento ordenado da cidade. O secretário de Planejamento destaca que o PDDU vai enfrentar problemas como mobilidade urbana e ocupação desordenada, além de planejar intervenções estruturantes que atendam às necessidades futuras. O processo inclui ainda a participação da população para garantir propostas alinhadas às demandas locais.

    O trabalho de elaboração do plano deve durar cerca de 12 meses, iniciando com o diagnóstico territorial e seguindo para a formulação de soluções que promovam o desenvolvimento sustentável e o bem-estar dos moradores de Lauro de Freitas.

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  • Oito bairros de Salvador terão suspensão de energia nesta quinta-feira

    Oito bairros de Salvador terão suspensão de energia nesta quinta-feira, 24, por causa de uma manutenção programada pela Neoenergia Coelba. A interrupção no fornecimento vai acontecer entre 9h e 16h e vai afetar áreas do Rio Vermelho, Nordeste de Amaralina, Santa Cruz, Amaralina, Costa Azul, Itapuã, Jaguaribe e Piatã.

    Quais bairros serão afetados pela suspensão de energia em Salvador?

    A suspensão de energia em Salvador atinge várias regiões. No Rio Vermelho, ruas como Carijós e Macaúbas terão o fornecimento cortado das 10h às 12h. Em Santa Cruz, a queda ocorre das 10h às 16h, afetando a Rua São Pedro e Mundo Novo. Amaralina, Nordeste de Amaralina, Itapuã, Jaguaribe e Piatã também terão trechos sem energia no mesmo horário, enquanto a Costa Azul ficará sem luz das 9h às 16h.

    Por que a Neoenergia Coelba realiza a suspensão de energia?

    Segundo a Neoenergia Coelba, a suspensão de energia em Salvador é programada para permitir manutenção e reforço na rede elétrica. Essas ações buscam melhorar a qualidade do serviço e são sempre avisadas com antecedência para reduzir os transtornos aos moradores.

    Como se preparar para a suspensão de energia em Salvador?

    Os moradores dos bairros afetados devem se preparar para a suspensão de energia em Salvador, que varia entre 9h e 16h. É importante planejar o uso de aparelhos elétricos e evitar prejuízos durante o período sem luz. A Neoenergia Coelba recomenda atenção aos horários para minimizar impactos.

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  • Siglas dão nome a bairros e conjuntos em Salvador e refletem história urbana

    As siglas bairros Salvador são parte da rotina da capital baiana, nomeando diversos bairros e conjuntos habitacionais que marcaram a transformação social e urbana da cidade. Salvador possui 171 bairros oficiais, mas apenas dois deles têm nomes formados por siglas: IAPI e Stiep. Além disso, o Centro Administrativo da Bahia (CAB) é um bairro oficial com caráter corporativo.

    Por que algumas siglas viraram nomes de bairros em Salvador?

    Segundo o historiador Roberto Pessoa, os conjuntos habitacionais com siglas geralmente surgiram de financiamentos de institutos ligados a categorias profissionais, especialmente na época anterior à unificação do sistema previdenciário no INSS. O IAPI, por exemplo, é o Instituto de Aposentados e Pensionistas da Indústria, fundado na década de 1940 próximo a Pau Miúdo, e o Stiep surgiu da compra da antiga Fazenda ABC pelo sindicato dos trabalhadores da indústria de extração de petróleo.

    Essas siglas se consolidaram como nomes de bairros quando os empreendimentos foram erguidos em áreas isoladas, sem referências anteriores, tornando-se designações permanentes na cidade. Já conjuntos dentro de bairros consolidados, como o Cabula, mantiveram as siglas apenas no vocabulário dos moradores.

    Como as siglas refletem a história urbana e social de Salvador?

    As siglas bairros Salvador nasceram em um contexto de expansão urbana e industrialização, quando órgãos previdenciários e sindicatos construíram moradias para trabalhadores. Além do IAPI e Stiep, há o Iapetec, ligado a trabalhadores de transportes e cargas, e outros conjuntos como CHOPM, Petromar e Profilurb, que também surgiram para atender demandas habitacionais nas décadas de 1970 e 1980.

    Esses projetos contribuíram para retirar moradores de construções precárias e organizar a expansão do miolo da península de Salvador. A origem das siglas revela quais categorias profissionais foram beneficiadas e como a cidade se desenvolveu, refletindo a diversidade e a dinâmica social local.

    Quais outras curiosidades sobre os nomes dos bairros em Salvador?

    Nem todas as siglas têm origem corporativa. Por exemplo, o bairro Doron recebeu seu nome do sobrenome do construtor estrangeiro. A linguagem urbana em Salvador mistura denominações oficiais e criações populares, incluindo nomes engraçados e espontâneos que enriquecem o mapa da cidade.

    Assim, as siglas bairros Salvador são mais do que simples abreviações; são símbolos da história, da luta por moradia e da identidade dos trabalhadores que ajudaram a construir a capital baiana.

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  • Preço do metro quadrado sobe e imóveis ficam menores em Salvador

    O preço do metro quadrado dos imóveis para venda em Salvador registrou alta entre junho e agosto de 2026, segundo estudo da Loft, empresa especializada no setor imobiliário. Em 11 bairros da cidade, o valor subiu dois dígitos, enquanto em seis deles houve redução no tamanho médio dos imóveis anunciados.

    Quais bairros tiveram maior valorização no preço do metro quadrado?

    O estudo apontou que bairros como Vitória, Graça, Barra, Ondina e Itapuã lideraram o aumento do preço do metro quadrado. Vitória teve o maior salto, com alta de 36,2%, alcançando R$ 19.304,63/m², acompanhada de uma queda de 8,4% no tamanho médio das unidades. Graça e Barra também apresentaram aumentos superiores a 20%, com redução significativa na metragem dos imóveis.

    Por que os imóveis estão menores em Salvador?

    Em seis bairros, a redução do tamanho médio dos imóveis variou entre 7,7% e 14,7%. O estudo sugere que essa diminuição pode estar ligada à entrada de unidades menores na oferta, e não apenas à valorização dos preços. Em locais como Caminho das Árvores, o preço subiu 10,1%, enquanto a metragem caiu 13,6%.

    Como está o mercado em outros bairros?

    Em bairros como Piatã, Candeal, Horto Florestal, Brotas, Patamares e Jardim Armação, o tamanho médio dos imóveis apresentou variações menores, indicando menor influência da mudança no perfil das ofertas. O bairro Imbuí teve a menor alta no preço do metro quadrado, com 1,6%.

    Qual foi a metodologia do estudo sobre preço do metro quadrado?

    A pesquisa analisou exclusivamente imóveis à venda nos 20 bairros com maior volume de anúncios em Salvador durante 2026, dentro de um total de 176 bairros monitorados. O foco no preço por metro quadrado busca isolar variações causadas por mudanças no perfil dos imóveis ofertados, complementado pela análise do tamanho médio das unidades.

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