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  • Membros da torcida organizada Bahia tentaram apagar mensagens após tortura, diz MP

    Integrantes da torcida organizada Bahia, conhecida como Bamor, tentaram apagar mensagens de um grupo no WhatsApp após sessões de tortura ocorridas na sede da entidade, em Salvador. A informação consta em relatório do Ministério Público da Bahia (MP-BA) que investiga crimes cometidos por membros da diretoria da torcida.

    O que dizem as mensagens da torcida organizada Bahia?

    Em conversas encontradas em um celular apreendido, um integrante identificado como “Kakaroto Drt”, apelido de Ricardo Henrique Almeida da Silva, diretor de marketing da Bamor, sugere apagar todas as mensagens do grupo “Diretoria Bamor”, que tinha 19 participantes. Ele expressa medo de uma possível denúncia que usaria as conversas como provas.

    Outro membro, chamado Daniel, rebate dizendo que não há motivo para temer provas, afirmando que a vítima teria sido punida por roubo à torcida.

    O que ocorreu na sede da torcida organizada Bahia?

    Segundo as investigações, dois homens foram submetidos a sessões de tortura física e psicológica na sede da Bamor, localizada no bairro de Nazaré, nos dias 17 e 18 de julho. As vítimas foram convocadas para esclarecer supostas irregularidades financeiras na gestão dos associados. Cada sessão teria durado cerca de quatro horas.

    O relatório aponta ainda uma ameaça feita pelo presidente da Bamor, Matheus Pires Castro, caso houvesse nova tortura, prometendo que o tempo de agressão seria dobrado.

    Quem foi denunciado pelo Ministério Público?

    Em 2 de outubro, o MP-BA denunciou dez integrantes da torcida organizada Bahia por crimes como organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça. Entre os denunciados estão o presidente Matheus Pires Castro, o vice-presidente Luciano da Silva Venâncio e outros diretores da Bamor, além de um policial militar apontado como membro da torcida.

    Até o momento, a torcida organizada Bahia não se posicionou sobre as denúncias.

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  • MP-BA denuncia presidente e diretores da Bamor por organização criminosa

    O Ministério Público da Bahia (MP-BA) apresentou denúncia contra o presidente e diretores da torcida organizada Bamor, acusados de organização criminosa, tortura, extorsão e outros crimes. A denúncia, resultado da Operação Inquisição, envolve episódios ocorridos em julho, em Salvador, e aponta o uso da estrutura da torcida para essas práticas.

    Quem são os denunciados na denúncia da Bamor?

    Dez pessoas ligadas à diretoria da Bamor foram denunciadas pelo Gaeco e estão presas no Complexo Penitenciário da Mata Escura. Entre eles estão o presidente, vice-presidente e diretores das áreas de sede, marketing, patrimônio, bateria e finanças, além de um policial militar apontado como membro da torcida.

    Quais crimes a denúncia da Bamor envolve?

    Segundo o MP-BA, os denunciados formavam um grupo organizado que, em julho, teria submetido duas vítimas a agressões físicas e psicológicas. A investigação aponta que a torcida teria funcionado como base para investigar e punir supostas irregularidades internas, com uso da sede para essas ações.

    O que muda com a denúncia Bamor MP-BA?

    Além de pedir a manutenção das prisões preventivas, o Ministério Público solicita indenizações por danos materiais e morais às vítimas, além de R$ 2 milhões por danos morais coletivos. A Justiça ainda vai analisar a denúncia e decidir sobre o prosseguimento do processo, garantindo o direito de defesa aos acusados.

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  • Presidente, vice e diretores da torcida Bamor seguem presos em Salvador

    Dez membros da torcida organizada Bamor, incluindo presidente, vice-presidente e diretores, continuam presos preventivamente no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador. A prisão decorre de uma denúncia do Ministério Público da Bahia (MP), feita após a Operação Inquisição, que investiga crimes como organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça dentro da torcida.

    Quem está preso na torcida Bamor?

    Entre os detidos estão nomes como Matheus Pires Castro (presidente), Luciano da Silva Venâncio (vice-presidente), além de diretores de sede, marketing, patrimônio, bateria e financeiro. Também figura na lista um policial militar apontado como integrante da torcida.

    Quais são as acusações contra a torcida Bamor?

    Segundo o MP, os crimes ocorreram em julho deste ano, quando os denunciados teriam usado a estrutura da torcida e a sede para submeter duas pessoas a violência física e psicológica. O objetivo seria forçar confissões sobre supostas irregularidades na gestão dos associados. A denúncia aponta que o grupo funcionava como uma organização criminosa estruturada, com divisão clara de funções e atuação coordenada.

    O que o Ministério Público pede?

    Além da manutenção das prisões preventivas, o MP solicita a condenação dos envolvidos pelos crimes atribuídos. Também foi pedido o pagamento de indenizações por danos materiais e morais às vítimas, e uma indenização coletiva de R$ 2 milhões por danos morais à sociedade.

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