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  • Bancada conservadora no Congresso aumenta riscos ao meio ambiente

    A bancada conservadora no Congresso eleito representa um risco significativo para a proteção do meio ambiente. Segundo levantamento do Observatório do Clima, cerca de sete em cada dez deputados e senadores têm perfil contrário à agenda ambiental, um aumento em relação à legislatura atual. Essa mudança pode facilitar a aprovação de projetos que enfraqueçam as leis ambientais vigentes.

    Como a bancada conservadora impacta o meio ambiente?

    O perfil dos parlamentares foi avaliado com base em votos e propostas relacionadas a temas ambientais, como licenciamento ambiental, terras indígenas e proteção dos biomas. No novo Senado, 64 dos 81 senadores têm baixa adesão às causas ambientais, enquanto na Câmara, 345 dos 513 deputados estão nessa faixa, números maiores que os da legislatura anterior.

    Quais projetos ameaçam a conservação ambiental?

    Entre as propostas que podem avançar estão a que impede o uso de satélites para monitorar o desmatamento, ferramenta que aumenta em 14 vezes a eficiência da fiscalização. Outra ameaça é a alteração das regras de proteção de áreas florestais não consolidadas, que pode eliminar a proteção a campos nativos e outras formações.

    O que muda para o futuro da legislação ambiental?

    A nova Lei de Licenciamento Ambiental já sofreu diversos vetos, a maioria derrubada, o que flexibilizou a legislação. Além disso, uma Proposta de Emenda à Constituição que pode alterar decisões do Supremo sobre demarcação de terras indígenas está em tramitação, podendo ser aprovada com facilidade pela atual maioria no Congresso.

    Apesar da maioria conservadora, negociações e conversas ainda serão necessárias. No entanto, especialistas alertam que retrocessos graves podem resultar em medidas protecionistas contra o agronegócio e prejudicar o meio ambiente. A expectativa é que os parlamentares conservadores considerem a importância da conservação, já que proteger o planeta é parte do verdadeiro conservadorismo.

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  • STF vê risco de impeachment de ministros com bancada conservadora no Congresso

    Ministros do STF avaliam risco de impeachment de integrantes da corte já no primeiro semestre de 2027, diante da eleição de uma bancada conservadora no Congresso, especialmente no Senado. Para tentar evitar afastamentos, alguns magistrados buscam diálogo com parlamentares mais moderados do PL, partido ligado a Flávio Bolsonaro.

    Qual é a influência da bancada conservadora no risco de impeachment STF?

    O Senado terá pelo menos 49 parlamentares favoráveis ao afastamento de ministros do STF, segundo levantamento, enquanto são necessários 54 votos para abrir um processo de impeachment. O presidente do Senado tem papel decisivo para dar andamento ou não a esses processos, o que preocupa o Supremo.

    Como o STF planeja lidar com o risco de impeachment e o cenário político?

    Com a crise do Banco Master e desgaste da corte, o presidente do STF, Edson Fachin, enfrenta o desafio de manter a integridade da instituição. A corte acredita que, independentemente do resultado da eleição presidencial, continuará no centro das tensões políticas, especialmente com uma bancada anti-STF ativa no Congresso.

    Quais são as preocupações sobre o futuro do STF com nova composição do Congresso?

    Ministros como Alexandre de Moraes e Flávio Dino podem ser alvos prioritários de processos de impeachment. Além disso, o número de indicações para o Supremo nos próximos anos preocupa, pois a corte pode ser influenciada por pautas conservadoras, afetando seu papel de proteger direitos das minorias.

    O cenário político aponta para desafios institucionais e possíveis mudanças na atuação do STF, com debates sobre limitações a decisões individuais e facilitação de pedidos de impeachment, tornando o risco de impeachment STF um tema central para o futuro da corte.

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