Tag: economia

  • Ministro da Fazenda nega encontro agendado entre Lula e Lara Resende

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não existe encontro agendado entre o presidente Lula e o economista André Lara Resende, apesar de rumores sobre uma reunião em Brasília na próxima semana. Segundo Durigan, vários economistas têm se colocado à disposição para dialogar com o presidente, mas nenhuma data foi marcada.

    Qual é a proposta de Lara Resende?

    André Lara Resende elaborou uma proposta para reduzir gradualmente a taxa básica de juros, atualmente em 13,75% ao ano, para cerca de 7,5% ao ano em um período de 12 meses. O plano prevê fixar os juros entre a meta de inflação de 3% e o crescimento potencial da economia, estimado em 5,5%. Além disso, sugere a criação do Conselho Fiscal e Monetário Nacional (CFMN), que definiria metas fiscais e monetárias para quatro a cinco anos.

    O que o governo pensa sobre as propostas?

    De acordo com Durigan, o governo não está avaliando medidas como tabelar juros ou usar reservas internacionais para controlar a economia, pontos que constam na proposta de Lara Resende. O ministro reforçou que, apesar do interesse de economistas, não há decisões tomadas sobre essas ideias.

    Como o Banco Central pode agir?

    A proposta também sugere que o Banco Central poderia atuar no mercado de câmbio para evitar a depreciação da moeda brasileira, utilizando as reservas internacionais que ultrapassam US$ 350 bilhões. Essa ação visaria reduzir o impacto da saída de capitais especulativos durante a redução dos juros.

    Leia também: Ministro da Fazenda nega que tabelamento de juros esteja no radar de Lula · Lula deve se aproximar do MDB do Norte e Nordeste no início do quarto mandato · Trump diz que Flávio Bolsonaro pode ficar nos Estados Unidos pelo tempo que quiser

  • Ministro da Fazenda nega que tabelamento de juros esteja no radar de Lula

    O tabelamento de juros não está entre as propostas consideradas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan. A ideia de fixar um teto para a taxa Selic, em linha com o crescimento do PIB, tem sido discutida por economistas, mas não faz parte da agenda oficial do governo.

    O que diz o ministro sobre o tabelamento de juros?

    Dario Durigan descartou que o presidente Lula tenha reuniões agendadas com o economista André Lara Resende, um dos proponentes da ideia de tabelar a Selic. O ministro ressaltou que, embora vários economistas tenham se colocado à disposição para colaborar, não há encontros marcados para discutir essa proposta.

    Qual a proposta de Lara Resende?

    André Lara Resende sugere um arranjo entre as políticas fiscal e monetária para reduzir gradualmente a Selic, mantendo-a entre a meta de inflação e o crescimento potencial do PIB. A ideia inclui a criação de um Conselho Fiscal e Monetário Nacional para definir metas conjuntas de médio prazo. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, e a proposta visa reduzir essa taxa para cerca de 7,5% ao longo de um ano.

    Como o governo reage às especulações sobre a economia?

    O presidente do PT, Edinho Silva, criticou as especulações e afirmou que o único porta-voz oficial do governo na área econômica é o ministro da Fazenda. Lula já manifestou críticas à autonomia do Banco Central e à alta taxa de juros, pressionando por uma Selic menor. Entretanto, integrantes da equipe econômica e aliados defendem uma definição clara da política fiscal para evitar ruídos no mercado.

    O que muda para a economia e o mercado?

    A discussão sobre o tabelamento de juros gerou apreensão no mercado financeiro, com preocupação sobre o impacto nas contas públicas e na dívida brasileira, que está em 82,9% do PIB. A equipe econômica busca sinalizar estabilidade para conter a alta do dólar e garantir confiança, especialmente com a proximidade do novo mandato de Lula.

    Leia também: Lula deve se aproximar do MDB do Norte e Nordeste no início do quarto mandato · Trump diz que Flávio Bolsonaro pode ficar nos Estados Unidos pelo tempo que quiser · Governo Trump não apoia Flávio Bolsonaro como líder do Brasil, dizem fontes

  • Vereadora denuncia lista de boicote a comércios em Alagoinhas

    A vereadora Juci Cardoso (PT), de Alagoinhas, denunciou recentemente a circulação de uma lista que indicaria estabelecimentos comerciais do município para um boicote, devido a supostas ligações com posicionamentos de esquerda. A denúncia foi feita nas redes sociais da parlamentar, que destacou os riscos para a economia local e para as famílias que dependem desses negócios.

    Qual o impacto da lista de boicote em Alagoinhas?

    Segundo Juci Cardoso, o boicote pode prejudicar comerciantes, funcionários e suas famílias, afetando diretamente o comércio local. A vereadora também levantou a hipótese de que eleitores de outras correntes políticas possam adotar práticas semelhantes contra empresas ligadas a diferentes grupos ideológicos, o que ampliaria ainda mais o problema.

    Por que a vereadora critica a lista de boicote?

    Juci Cardoso considera que a criação e divulgação de listas para boicote motivadas por posicionamentos políticos configuram um ataque à democracia e à Constituição Federal. Ela ressaltou que mais de 65 mil eleitores de Alagoinhas votaram no presidente Lula, e estimou que, contando os familiares, esse grupo representaria cerca de 130 mil consumidores no município.

    O que muda para o comércio de Alagoinhas?

    A denúncia feita pela vereadora nas redes sociais chama atenção para os possíveis prejuízos econômicos e sociais que esse tipo de boicote pode causar. O alerta é para que a população reflita sobre os efeitos negativos de dividir o consumo por alinhamentos políticos, preservando a diversidade e a economia local.

    Leia também: Deputado denuncia redução de ônibus em Salvador no segundo turno · Secretário de Mobilidade de Salvador denuncia mensagem com ofensa contra mãe idosa · Secretário de Mobilidade de Salvador denuncia ameaça à mãe durante crise dos ônibus

  • Guamaré entra no top 10 de exportações do Nordeste com força do petróleo

    Guamaré, no Rio Grande do Norte, está entre os 10 municípios do Nordeste com maior valor em exportações até setembro deste ano, graças à força do petróleo e derivados. O município potiguar exportou US$ 519,6 milhões, destacando-se no cenário regional.

    Quais municípios lideram as exportações no Nordeste?

    Dos 1.794 municípios nordestinos, 415 registraram exportações que somaram US$ 20,6 bilhões. Guamaré figura no top 10, ao lado de cidades como São Francisco do Conde, Luís Eduardo Magalhães, São Luís, Balsas, São Gonçalo do Amarante, Camaçari, Imperatriz, Jacobina e Goiana. Juntos, esses municípios exportaram US$ 11 bilhões.

    O que impulsiona as exportações em Guamaré?

    Os principais produtos exportados por Guamaré são minerais, com destaque para óleos de petróleo. O Panamá aparece como um dos principais destinos dessas vendas, reforçando a importância do setor petrolífero para a economia local e para o desempenho nas exportações.

    Como a Bahia se destaca nas exportações do Nordeste?

    A Bahia é o estado com maior número de municípios no top 10, com quatro representantes: São Francisco do Conde, Luís Eduardo Magalhães, Camaçari e Jacobina. Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, exportou US$ 748,7 milhões, principalmente produtos industriais químicos, pastas de madeira e plásticos, com Estados Unidos e China como principais parceiros.

    Assim, Guamaré reforça sua posição no cenário nordestino das exportações, impulsionada pelo petróleo, e integra um grupo seleto de cidades que movimentam bilhões em vendas internacionais, beneficiando a economia local e regional.

    Leia também: Homem desaparece após canoa virar no rio de Barra do Jacuípe · Réu é condenado a 23 anos por homicídio em Camaçari no projeto TJBA Mais Júri · Sesab convoca 99 profissionais para atuar em Salvador e interior da Bahia

  • Ana Maria Braga e famosos defendem Gil do Vigor após ataques na Globo

    Gil do Vigor virou assunto na Globo após ser chamado de “falso acadêmico” por um repórter do Fantástico. O economista, que comemorou a aprovação de dois trabalhos no 48º Encontro Brasileiro de Econometria, recebeu uma onda de apoio, principalmente de Ana Maria Braga, sua parceira no Mais Você.

    O que aconteceu com Gil do Vigor na Globo?

    O jornalista Álvaro Pereira Jr. minimizou a conquista de Gil, sugerindo que os artigos foram aceitos por terem sido rejeitados em revistas estrangeiras. Além disso, chamou o economista de “falso acadêmico”, gerando repercussão negativa e fazendo com que Álvaro trancasse seu perfil nas redes sociais.

    Quem defendeu Gil do Vigor após os ataques?

    Ana Maria Braga foi a principal voz de apoio, afirmando ter muito orgulho do que Gil vem construindo e aconselhando-o a ignorar comentários sem importância. Astrid Fontenelle também incentivou Gil a não dar atenção às críticas, e a jornalista Ana Thaís Matos destacou a importância de respeitar profissionais que vêm de origens humildes e conquistam seu espaço.

    Qual o impacto do apoio a Gil do Vigor na mídia?

    O apoio público reforça a trajetória do economista, que concluiu seu doutorado em Economia nos EUA e enfrenta críticas por sua origem e conquistas. A repercussão mostra como personalidades da mídia valorizam sua dedicação e sucesso, incentivando-o a seguir em frente apesar dos ataques.

    Leia também: Ana Maria Braga e famosos defendem Gil do Vigor após críticas de jornalista · Ana Maria Braga e famosos defendem Gil do Vigor após críticas · Novela revela que Arthur já estava morto antes da queda da varanda

  • Atividade econômica de Salvador cai 6,9% em julho, revela SEI

    A atividade econômica de Salvador apresentou queda de 6,9% em julho de 2026, conforme dados divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI). O Índice de Movimentação Econômica de Salvador (IMEC-SSA) apontou essa redução na comparação com junho, refletindo o desempenho de setores importantes da capital baiana.

    Quais setores impactaram a atividade econômica de Salvador em julho?

    De acordo com o levantamento da SEI, quatro das seis variáveis que compõem o índice tiveram queda. A carga portuária foi a que mais recuou, com redução de 20%, seguida pelo número de passageiros no Aeroporto Internacional de Salvador, que caiu 8,5%. Também registraram queda os passageiros de ônibus intermunicipais (-5%) e o consumo de energia elétrica (-0,9%).

    Alguns setores da atividade econômica de Salvador cresceram em julho?

    Apesar da retração geral, alguns segmentos apresentaram crescimento. O consumo de combustíveis aumentou 2,1%, e o número de passageiros em ônibus urbanos cresceu 0,4%. Esses dados indicam que nem todos os setores da atividade econômica de Salvador foram afetados negativamente no mês.

    Como está o desempenho acumulado da atividade econômica de Salvador?

    Comparado a julho de 2025, a atividade econômica de Salvador caiu 0,9%. No acumulado dos primeiros sete meses de 2026, o índice cresceu 2,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 0,7%, mostrando uma expansão mais lenta.

    Leia também: Rua Nilo Peçanha terá interdição noturna para obras do VLT em Salvador · Anel ao redor do Sol chama atenção em Salvador nesta sexta-feira · Salvador inaugura ponto presencial para cadastro de ambulantes no Mercado de São Miguel

  • Ministro da Fazenda defende política fiscal do governo Lula a 10 dias das eleições

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a política fiscal governo Lula em artigo publicado na revista britânica The Economist. Com 10 dias para o primeiro turno das eleições, ele afirmou que a política fiscal adotada nos últimos quatro anos foi a correta para o Brasil.

    Quais são os principais argumentos do ministro sobre a política fiscal do governo Lula?

    Durigan destacou que o Brasil vive inflação e desemprego em níveis historicamente baixos. Ele também apontou a saída do país do Mapa da Fome da ONU e o aumento real do salário mínimo e da renda média dos trabalhadores. Sobre as contas públicas, o ministro ressaltou que o déficit primário caiu de pouco mais de 2% do PIB em 2023 para uma projeção de 0,6% em 2026, sem sacrificar políticas sociais.

    O ministro atribuiu os desafios econômicos ao governo anterior, criticando a gestão de Jair Bolsonaro. Destacou que a melhora fiscal ocorreu graças ao aumento da arrecadação e da carga tributária, embora parte desse ganho tenha sido consumida pelo serviço da dívida pública, que subiu de 6% para 8,5% do PIB.

    O que diz o ministro sobre o arcabouço fiscal e a percepção do mercado?

    Durigan defendeu o arcabouço fiscal aprovado em 2023, que manteve as despesas primárias próximas de 19% do PIB e abriu caminho para superávits fiscais em 2027. Ele citou a melhora na nota de crédito do Brasil e a redução da percepção de risco de calote como sinais de que a política fiscal governo Lula está produzindo resultados.

    Por outro lado, o mercado financeiro tem visão contrária. O anúncio do reajuste do Bolsa Família gerou reação negativa, com queda da bolsa e alta do dólar. Isso mostra que o risco fiscal segue sendo o principal tema para investidores nas eleições.

    Quais são os próximos passos econômicos apontados pelo governo?

    Além do balanço da gestão, Durigan destacou planos para ampliar a participação feminina no mercado de trabalho, qualificação profissional focada em inteligência artificial e estímulo a investimentos em setores estratégicos como data centers, minerais críticos e transição energética. Ele ressaltou o compromisso com uma política fiscal responsável para reduzir a taxa básica de juros e controlar o crescimento dos gastos obrigatórios.

    Como o contexto eleitoral influencia a discussão sobre a política fiscal?

    O artigo foi publicado em meio a um cenário eleitoral apertado. Pesquisa Datafolha divulgada no mesmo dia mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno, com ambos rejeitados por 45% dos eleitores. Esse clima reforça a importância do debate sobre a política fiscal governo Lula para o futuro do país.

    Leia também: Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Juliana e Zucco no RS · Empresário Valter Juvenal estreia na política e mira vaga no Senado · Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança

  • Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança

    A campanha de Flávio Bolsonaro decidiu reduzir o espaço dedicado ao caso Master Flávio Bolsonaro no horário eleitoral gratuito. A mudança ocorre após novas informações sobre sua ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse. Agora, o foco é em temas como economia, endividamento e segurança pública. O escândalo ficará restrito às redes sociais.

    Por que a campanha mudou o foco no caso Master Flávio Bolsonaro?

    Pesquisas internas mostraram pouco impacto do debate sobre o caso Master entre eleitores menos ligados à política. Assim, a campanha usa a TV para tratar de assuntos do dia a dia. As redes sociais ficam para responder rápido às notícias do escândalo e mobilizar a base.

    Quais são as novas revelações sobre o caso Master Flávio Bolsonaro?

    Novos dados apontam que Flávio tentou contato com Vorcaro antes da prisão do banqueiro, em novembro de 2025. Também foi revelado que Flávio viajou em um jatinho com participação de uma empresa ligada a Vorcaro. O senador disse desconhecer essa relação e afirmou que o avião pertencia a um amigo, cotista do jatinho.

    Como o caso Master Flávio Bolsonaro afeta a campanha?

    Apesar das revelações, a campanha avalia que o caso Master Flávio Bolsonaro já está “precificado” pelo eleitorado. Responder a cada nova informação na TV poderia tirar espaço de temas que geram mais votos. A prioridade será explorar assuntos econômicos e segurança pública para conquistar eleitores indecisos.

    Em resumo, o caso Master Flávio Bolsonaro segue como linha de confronto nas redes sociais. A TV será o palco para discutir temas mais palpáveis para o eleitor comum na reta final do primeiro turno.

    Leia também: Disputa eleitoral entre Flávio e Lula foca em custo de vida e apostas online · Semana de Moda de Nova York 2027 aposta em cores vibrantes e estampas · Cleitinho lidera eleição em Minas Gerais e mira vitória no 1º turno

  • Encontro Trump e Xi em Washington domina agenda econômica e política desta quinta

    O encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping em Washington é o principal destaque da agenda desta quinta-feira. A visita de Xi aos EUA, a primeira em mais de dez anos, traz debates sobre comércio, inteligência artificial, semicondutores e questões geopolíticas.

    Quais temas estão em pauta no encontro Trump Xi?

    As conversas entre Trump e Xi devem abordar inteligência artificial, comércio, terras raras, semicondutores e a situação de Taiwan. Também há expectativa de discussões sobre os conflitos no Irã e na Ucrânia. Esses temas podem influenciar os mercados globais, especialmente ações, commodities e câmbio, dada a importância das relações entre as duas maiores economias do mundo.

    O que o Brasil acompanha nesta quinta?

    No Brasil, o Banco Central divulga o Relatório de Política Monetária (RPM) do terceiro trimestre às 8h. O documento avalia inflação, atividade econômica e política monetária. Às 9h15, o governo apresenta o Relatório Bimestral de Receitas e Despesas Primárias, importante para investidores acompanharem as contas públicas e metas fiscais.

    Como o cenário internacional e nacional impacta os mercados?

    O Ibovespa recuou 0,86% na quarta-feira, influenciado pelo cenário externo desfavorável e pelo aumento dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. Nos Estados Unidos, serão divulgados os pedidos semanais de auxílio-desemprego e dados de vendas de moradias novas, que também podem afetar o mercado.

    Além disso, autoridades do Federal Reserve participam de eventos institucionais. O presidente Lula visita obras e participa de atividades em Nova Iguaçu e São Gonçalo, complementando a movimentação política e econômica do dia. O Banco Central também oferta até US$ 1 bilhão em leilões de linha sem rolagem, reforçando a dinâmica econômica atual.

    Leia também: Rio Branco cria política municipal para atenção a doenças raras · Haddad vê caso Master como teste de seriedade do Brasil e pede transparência · Lula propõe incluir Cultura como cláusula pétrea na Constituição em ato no Rio