Tag: eleições 2024

  • Marquinho é a única cidade do Brasil com empate entre Lula e Flávio Bolsonaro

    Marquinho, uma cidade do interior do Paraná, foi a única do Brasil a registrar empate entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno da disputa presidencial. Cada candidato recebeu exatamente 1.530 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

    Como foi o empate entre Lula e Flávio Bolsonaro em Marquinho?

    Com cerca de 4.500 habitantes e 3.875 eleitores aptos, Marquinho ainda teve 25 votos brancos, 42 nulos e 748 abstenções. No primeiro turno, Flávio Bolsonaro liderou com 1.473 votos, contra 1.337 de Lula, que conseguiu igualar o placar no segundo turno.

    Para onde foram os votos dos outros candidatos?

    No primeiro turno, o governador Ronaldo Caiado ficou em terceiro com 65 votos, seguido por Augusto Cury com 62 e Renan Santos com 33. Acredita-se que os votos desses candidatos migraram para Lula no segundo turno, ajudando a equilibrar a disputa.

    O que diz o prefeito sobre a eleição em Marquinho?

    O prefeito Elio Bolzon Junior, do MDB, não apoiou nenhum candidato e destacou que a cidade, embora dividida, não registrou confusões durante o período eleitoral. Ele reforçou a importância do respeito à diversidade de opiniões como essência da democracia.

    Em 2024, o prefeito foi reeleito sem dificuldades, obtendo mais de 84% dos votos válidos em uma eleição sem concorrentes.

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  • Bruno Reis vota em Flávio Bolsonaro e destaca maior apoio em 20 anos na Bahia

    O prefeito de Salvador, Bruno Reis, reafirmou seu voto em Flávio Bolsonaro na manhã deste domingo (25), na Faculdade de Administração da UFBA, no Vale do Canela. Bruno Reis destacou o maior apoio político dado a um candidato de oposição ao PT na Bahia nos últimos 20 anos, ressaltando a força das carreatas em todo o estado e a ampla maioria construída no Congresso Nacional para aprovar pautas econômicas.

    Qual a importância do voto de Bruno Reis em Flávio Bolsonaro?

    Bruno Reis afirmou que seu voto em Flávio Bolsonaro é dado com convicção e tranquilidade. Segundo ele, o senador tem condições de pacificar o país, resolver a crise institucional e superar o radicalismo que atrapalha o crescimento econômico. Para o prefeito, o apoio ao candidato do PL representa uma base política coesa e estruturada que não se via há duas décadas na Bahia para um candidato de oposição.

    Como está a mobilização em Salvador e no interior da Bahia?

    O prefeito ressaltou que as carreatas ocorreram em praticamente todos os municípios baianos, além de intensa mobilização em Salvador. Essa movimentação, segundo ele, indica uma expectativa de ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em comparação à última eleição, mostrando a força da campanha no estado.

    O que muda para o Brasil com esse apoio?

    De acordo com Bruno Reis, o apoio no Congresso Nacional, aliado à mobilização na Bahia, pode destravar as pautas econômicas e encerrar a crise institucional que o país enfrenta. Ele acredita que Flávio Bolsonaro tem capacidade para unir o Legislativo e promover avanços importantes, superando o clima de polarização política atual.

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  • Flávio Bolsonaro impõe condições que complicam resposta ao desafio de Lula

    O desafio de Lula para a abertura de sigilo das famílias dos candidatos à Presidência ganhou uma resposta do senador Flávio Bolsonaro (PL) que complica o cenário. Nesta quarta-feira, ele apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma petição com várias condições que tornam difícil a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico, não só dele, mas também de seus familiares.

    Quais são as condições de Flávio Bolsonaro para abrir os sigilos?

    Flávio Bolsonaro aceitou liberar seus sigilos e os de seus familiares, mas dos últimos 20 anos, um período muito maior do que os oito anos propostos inicialmente por Lula. Além disso, ele pediu que Lula também abra sigilos de assessores próximos, empresas ligadas a familiares e sócios, o Instituto Lula e a empresa de palestras L.I.L.S., desde 2003. Essas exigências ampliadas desviam do foco do desafio original.

    O que Lula propôs no desafio de abertura de sigilo?

    Durante um debate na TV Bandeirantes, Lula lançou o desafio para que ambos os candidatos liberassem seus sigilos e os de suas famílias dos últimos oito anos. Ele incluiu na proposta a abertura das contas das pessoas jurídicas das quais sejam sócios ou administradores, e as contas em que figuram como responsáveis financeiros. O documento da campanha de Lula lista apenas uma empresa ligada a ele, a L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações Ltda.

    Como o TSE está envolvido no desafio de Lula?

    Flávio Bolsonaro protocolou uma petição no TSE pedindo que o tribunal intime Lula a aceitar ou recusar suas condições. Caso Lula não aceite, que fique registrado no processo a recusa. A disputa sobre a abertura dos sigilos virou assunto nas redes sociais, com a hashtag “AbreOSigiloFlavio” liderando nos dias seguintes ao desafio.

    Quais outras polêmicas cercam Flávio Bolsonaro?

    Além do desafio de Lula, Flávio é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), relacionados a um advogado amigo e ao financiamento da cinebiografia “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro. Ele nega participação em uma offshore ligada a essas investigações, apesar de denúncias anteriores que o mencionam como “usuário master” de uma conta bancária suspeita.

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  • Performance de Flávio Bolsonaro no debate mostra inspiração em Marçal, Trump e Jair

    A performance de Flávio Bolsonaro no debate presidencial realizado na Band, no último domingo (18), chamou atenção pela postura diferente do senador em relação a episódios anteriores. Contra o presidente Lula, Flávio adotou um tom provocativo, repetiu frases de efeito e evitou responder a perguntas diretas, mostrando sinais claros de treinamento e influência de figuras como Pablo Marçal, Donald Trump e seu pai, Jair Bolsonaro.

    Como foi o treino para a performance de Flávio Bolsonaro?

    Segundo relatos da campanha, Flávio se preparou para o debate em Brasília e São Paulo, com a equipe da campanha e possivelmente com conselhos do influenciador Pablo Marçal. Marçal, que acompanha o senador desde o início do ano, afirmou que ajudou no treinamento, recomendando que Flávio “desfrutasse do debate”, evitasse provocações e respondesse rápido. Durante o evento, Marçal esteve presente na plateia, orientando o senador, e ajudou a criar conteúdos de apoio nas redes sociais.

    Quais foram as inspirações para a postura de Flávio Bolsonaro?

    Flávio incorporou elementos da retórica agressiva e provocativa de Pablo Marçal, a estratégia de confrontação e gestos de Donald Trump durante debates presidenciais, e o estilo direto e simbólico de Jair Bolsonaro. Ele usou gestos de desaprovação, escreveu a palavra “corrupto” na mão para associar o PT à corrupção e repetiu cenas semelhantes às do pai em debates anteriores. A tática de mudar de assunto diante de perguntas difíceis, conhecida como “whataboutism”, também esteve presente.

    Como o debate impactou a percepção do eleitor?

    Pesquisas qualitativas feitas durante o debate indicaram que Flávio foi visto como mais seguro, direto e claro que Lula, embora tenha deixado perguntas sem resposta. Por outro lado, alguns grupos focais consideraram sua postura agressiva e violenta, o que pode afastar eleitores indecisos. Lula, por sua vez, demonstrou irritação e dificuldade para controlar o embate, o que pode ter prejudicado sua imagem perante o público.

    Ao final do debate, Flávio comemorou animadamente com aliados e apoiadores nas redes sociais, que debocharam do desempenho de Lula. A estratégia e a postura adotadas pelo senador mostram uma mudança clara em sua performance política, buscando tirar o adversário da zona de conforto e marcar sua presença no cenário eleitoral.

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  • Flávio Bolsonaro promete concluir ponte Salvador-Itaparica durante ato em Salvador

    O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro recebeu o título de cidadão soteropolitano neste sábado, 17, durante um ato político realizado no Farol da Barra, em Salvador. No evento, ele aproveitou para prometer a conclusão da ponte Salvador-Itaparica caso seja eleito presidente da República.

    O que Flávio Bolsonaro prometeu sobre a ponte Salvador-Itaparica?

    Durante o discurso no trio elétrico, Flávio afirmou que pretende inaugurar a ponte Salvador-Itaparica, obra que tem sido alvo de muitas promessas eleitorais. Ele garantiu que, diferente de outras gestões, seu governo não deixará obras inacabadas na Bahia.

    Quais outras propostas foram apresentadas no ato em Salvador?

    Além da promessa da ponte, Flávio Bolsonaro detalhou medidas na área de segurança, como pena mínima de oito anos para ladrões de celular com trabalho obrigatório, castração química para estupradores e abusadores, e a classificação de organizações criminosas como narcoterroristas.

    Quem participou do evento no Farol da Barra?

    O ato contou com a presença de lideranças como o prefeito Bruno Reis, o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas, João Roma, e o deputado federal Nikolas Ferreira, que também discursou e defendeu o fim da influência do PT na Bahia. ACM Neto, que recebeu Flávio no aeroporto, acompanhou toda a agenda e prometeu mobilizar apoio para o candidato no segundo turno.

    O evento reuniu uma multidão vestida de verde e amarelo na orla de Salvador e marcou a reta final da campanha de Flávio Bolsonaro contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.

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  • Bancada feminina no Senado do DF é 100% conservadora e assume em 2027

    A bancada feminina no Senado do Distrito Federal será 100% conservadora e assume em 2027, com as senadoras Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Damares Alves (Republicanos). As duas primeiras foram eleitas no último fim de semana e tomarão posse em fevereiro, juntando-se à Damares, eleita em 2022 com mandato até 2031.

    Qual o perfil da bancada feminina no Senado do DF?

    Essas senadoras são conhecidas por críticas ao movimento feminista e, em alguns casos, por votar contra projetos que beneficiam mulheres. Por exemplo, Bia Kicis foi uma das parlamentares que votaram contra um projeto de igualdade salarial entre homens e mulheres em 2023, alegando que a CLT já previa essa igualdade.

    Michelle Bolsonaro, por sua vez, liderou o PL Mulher por três anos e defende uma política “feminina, não feminista”, tendo declarado apoio a uma “submissão saudável” e uma postura de “ajudadora do esposo”.

    Como está a representatividade feminina no DF?

    Apesar da bancada feminina no Senado ser uma conquista para a representatividade, nenhuma mulher foi eleita para as oito vagas do DF na Câmara dos Deputados. A cientista política Flávia Biroli destaca que esse cenário reflete mais a projeção da direita e extrema-direita do que o avanço da pauta feminista.

    Ela ressalta que, embora essas mulheres sejam poderosas, não defendem direitos individuais das mulheres nem políticas públicas para elas, focando em uma visão conservadora da família e da ordem social, além de associarem-se ao antipetismo e críticas ao STF.

    O que dizem as senadoras eleitas?

    Bia Kicis afirma que defender os direitos das mulheres não exige adesão a uma corrente ideológica e que pretende trabalhar por todas, focando em segurança, saúde e oportunidades para que cada mulher escolha seu caminho.

    Michelle Bolsonaro, Leila do Vôlei e Erika Kokay não responderam aos pedidos de entrevista sobre o resultado das eleições para o Senado.

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  • Ratinho Jr anuncia apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno

    O governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD), declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, neste sábado (10). A decisão acontece após o primeiro turno, quando vários partidos já haviam manifestado apoio ao candidato do PL.

    Por que Ratinho Jr escolheu apoiar Flávio Bolsonaro?

    Ratinho Jr informou que conversou com Flávio Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e decidiu caminhar junto com eles pelo futuro do Brasil. Em março, ele havia desistido de participar do processo de escolha do candidato do PSD para a Presidência.

    Qual foi a trajetória de Ratinho Jr nas eleições deste ano?

    O governador do Paraná disputava a indicação do PSD com outros governadores, mas o partido escolheu Ronaldo Caiado, que ficou em quinto lugar no primeiro turno com 2,18% dos votos. O PSD chegou a apoiar Sergio Moro (PL), eleito governador do Paraná no primeiro turno.

    Quais partidos já apoiaram Flávio Bolsonaro?

    Além de Ratinho Jr, partidos como Republicanos, Novo, Podemos e a federação União Progressista (União Brasil e Progressistas) declararam apoio a Flávio Bolsonaro logo após o primeiro turno.

    Com essa aliança, Flávio Bolsonaro amplia sua base para o segundo turno, contando com o apoio de governadores e partidos importantes no cenário nacional.

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  • Petistas acreditam que Lula fará governo mais ao centro se reeleito

    Aliados do presidente Lula avaliam que, se for reeleito, o petista precisará fazer um governo mais ao centro devido à nova composição do Congresso Nacional. A atual configuração do Legislativo, ainda mais desfavorável que a anterior, limita a capacidade do presidente de implementar propostas de esquerda.

    Por que Lula terá que fazer governo mais ao centro?

    O Congresso eleito nas últimas eleições deixou a oposição mais forte, especialmente no Senado, onde o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enfrenta uma situação mais difícil para sua recondução. O apoio para a manutenção de Hugo Motta na presidência da Câmara também é prioridade para os aliados de Lula, já que ambos são vistos como fundamentais para a governabilidade.

    O que muda na relação com o Legislativo?

    Mesmo incluindo no governo líderes de partidos de centro e direita, Lula não conseguiu apoio consistente em votações importantes. A chegada do PL de Flávio Bolsonaro ao centro político dificulta ainda mais as alianças. Além disso, há receio de que propostas importantes, como reformas no Judiciário e PECs, sejam alteradas ou rejeitadas no Congresso.

    Como Lula está se preparando para a disputa e o governo?

    O presidente tem focado na campanha para a reeleição, reformulando sua equipe e adotando estratégias mais diretas nas redes sociais. O discurso tem buscado equilibrar a defesa de programas sociais com a promessa de responsabilidade fiscal, sinalizando ao eleitorado e ao centro político que pretende manter estabilidade econômica.

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  • Lideranças no Ceará traçam estratégias para o 2º turno da campanha presidencial

    A campanha no Ceará para o segundo turno presidencial está a todo vapor, com lideranças de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) articulando estratégias para ampliar votos e mobilizar eleitores. No primeiro turno, Lula conquistou 63,29% dos votos válidos no estado, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 31,27%. O objetivo do PT é superar 70% dos votos válidos e reduzir a abstenção, que foi de cerca de 15%.

    Quem são os líderes da campanha no Ceará?

    Do lado de Flávio Bolsonaro, deputados federais como André Fernandes e Carmelo Neto, além da deputada estadual Bella Carmelo, desempenham papel fundamental na mobilização, principalmente em Fortaleza e região metropolitana. A vereadora Priscila Costa também atua para atrair o voto das mulheres conservadoras, contando com sua proximidade a Michele Bolsonaro. Capitão Wagner, candidato ao Senado na chapa de Ciro Gomes, declarou apoio a Flávio e deve ajudar na captação de votos.

    Já na campanha de Lula, lideranças como o senador Camilo Santana, o governador Elmano de Freitas e a senadora eleita Luizianne Lins coordenam a mobilização em todo o estado, incluindo o interior e a região do Cariri. Deputadas estaduais eleitas como Jade Romero, Luísa Cela e Larissa Gaspar, além da vereadora Adriana Gerônimo, também participam do esforço para ampliar a base de apoio, especialmente entre o público feminino.

    Como as estratégias para o 2º turno estão sendo planejadas?

    As campanhas apostam tanto no contato direto nas ruas quanto na mobilização pelas redes sociais, com destaque para plataformas como Instagram e TikTok. Flávio Bolsonaro realizou reunião com seus principais apoiadores no Ceará para definir ações, incluindo a continuidade do “Bloco do 22”, evento que mobilizou eleitores no primeiro turno.

    O PT, por sua vez, busca aproveitar a maior coligação partidária do estado para diminuir a abstenção e fortalecer a presença nas cidades. A cientista política Paula Vieira destaca que a campanha terá um perfil tradicional, com visitas a municípios e articulação com prefeituras, especialmente as do PSB, para ampliar a votação de Lula.

    Qual o papel dos eleitores que votaram em Ciro Gomes?

    Um grupo importante para o segundo turno são os eleitores que votaram em Ciro Gomes para governador e em Lula para presidente, apelidados de “Cirula”. Apesar da aliança de Ciro com políticos ligados ao bolsonarismo no Ceará, ele mantém uma postura neutra e não declarou apoio a nenhum candidato à presidência. A campanha de Flávio Bolsonaro pretende conquistar esses eleitores, enquanto a de Lula aposta na base formada no primeiro turno.

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  • Vereadores de Salvador disputam AL-BA e Congresso com apenas um eleito

    Na última eleição, 16 vereadores de Salvador entraram na disputa por vagas na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e no Congresso Nacional, mas apenas um conseguiu se eleger. Esse cenário mostra a força e os desafios dos edis da capital baiana que buscam cargos maiores.

    Quem foram os vereadores candidatos?

    Dos 43 vereadores da Câmara Municipal de Salvador, 16 se candidataram no pleito recente. Seis deles tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados, nove concorreram à AL-BA e uma vereadora disputou a suplência no Senado Federal. Entre os candidatos à AL-BA estavam nomes como Cézar Leite (PL) e George, o Gordinho da Favela (PP). Para a Câmara dos Deputados, disputaram vereadores como Sandro Filho (PP) e Duda Sanches (PSDB). A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) concorreu à suplência do Senado na chapa do senador Jaques Wagner.

    Qual foi o desempenho dos vereadores nas urnas?

    Sandro Filho, do Progressistas, foi o único vereador eleito deputado federal, com mais de 167 mil votos, disparando à frente dos demais candidatos. Duda Sanches e Maurício Trindade, ambos do PSDB, ficaram como suplentes, com cerca de 57 mil e 44 mil votos, respectivamente. Na disputa pela AL-BA, os votos variaram entre 12 mil e 34 mil, com Cézar Leite alcançando a maior votação e ficando como 1º suplente do PL. Outros vereadores ficaram em posições de suplência, mas sem conseguir a eleição direta.

    O que os números revelam sobre os vereadores de Salvador?

    A média de votos entre os 15 vereadores candidatos (excluindo a suplente ao Senado) foi de 35 mil, enquanto a mediana ficou em cerca de 25 mil votos. Essa disparidade evidencia a força desigual dos candidatos. Apenas dois ultrapassaram os 50 mil votos, enquanto cinco não chegaram a 20 mil. Isso indica que, apesar do número expressivo de vereadores na disputa, a maioria não conseguiu grande expressividade nas urnas.

    Qual o impacto para a política local?

    Com apenas um vereador eleito para o Congresso e vários ficando como suplentes, a influência direta da Câmara Municipal de Salvador no legislativo estadual e federal permanece limitada. Essa realidade pode trazer desafios para a representação dos interesses da cidade nestes espaços políticos nos próximos anos.

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