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  • Investimento BYD em Camaçari dobra e fábrica vira hub para América Latina

    A BYD acelerou o investimento em sua fábrica de Camaçari, Bahia, que agora soma R$ 11,3 bilhões, mais que o dobro do valor inicial. O investimento BYD Camaçari é impulsionado pela reforma tributária e incentivos fiscais que facilitam a produção local, prevista para começar até dezembro de 2024.

    Como a reforma tributária ajudou o investimento BYD Camaçari?

    Segundo o vice-presidente da BYD, a reforma tributária reintroduziu incentivos do regime automotivo da Lei 9 440, fundamental para o investimento na Bahia. Esses benefícios fiscais, focados no Nordeste, aceleraram o processo produtivo, reduzindo o tempo para iniciar a produção e aproveitar o regime especial.

    Qual o impacto do investimento BYD Camaçari na produção e empregos?

    O complexo fabril, que era da Ford, está sendo ampliado de 334 mil m² para 1,25 milhão de m², com previsão de chegar a 2,2 milhões. A produção anual deve saltar de 300 mil para 600 mil veículos com a segunda fase, prevista para ser antecipada. O número de empregos deve crescer de 9 mil para 20 mil postos de trabalho.

    O que muda para o mercado automotivo local com o investimento BYD Camaçari?

    A BYD já vende cerca de 30 mil veículos por mês, superando sua capacidade de produção atual. O Brasil é o primeiro país fora da China a receber a fábrica da marca, que aposta na preferência do consumidor brasileiro por carros tecnológicos e acessíveis. A rede de concessionárias está em expansão, apesar da resistência inicial em alguns estados, incluindo a Bahia.

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  • Fábrica BYD em Camaçari amplia estrutura e avança na produção nacional

    A fábrica BYD em Camaçari, na Bahia, completa um ano de operação com avanços na estrutura industrial para ampliar a produção nacional de veículos. A empresa finalizou as obras dos galpões de soldagem e pintura e já testa essas unidades para aumentar a fabricação local.

    Quais são as novidades na fábrica BYD Camaçari?

    Além da conclusão dos galpões de soldagem e pintura, a construção do galpão de estamparia está em fase avançada. Mais de 1.100 profissionais foram contratados e treinados para atuar nessas áreas, e a BYD planeja contratar mais 500 até o fim de 2026 para fortalecer as operações.

    Como a expansão impacta a produção nacional?

    Com as novas instalações, a BYD pretende acelerar a transição para produção nacionalizada de veículos até o início de 2027. A ampliação permitirá incorporar novos processos industriais e aumentar a fabricação dos modelos produzidos no Brasil.

    O que diz a BYD sobre o avanço em Camaçari?

    Segundo Alexandre Baldy, vice-presidente da BYD no Brasil, o mercado subestimava a capacidade da empresa de eletrificação e produção nacional. Ele destaca que a expansão e as contratações reforçam o compromisso da BYD em acelerar essa etapa no país.

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  • Fábrica em Candeias é condenada a pagar R$ 20 milhões por exposição ao amianto

    A Justiça do Trabalho condenou uma fábrica em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador, a pagar R$ 20 milhões por dano moral coletivo. A decisão é resultado da exposição de trabalhadores ao amianto na unidade industrial que funcionou entre 1970 e 2011.

    Qual foi o motivo da indenização na fábrica de Candeias?

    Segundo a investigação iniciada em 2018 após denúncia do sindicato dos trabalhadores, foi comprovada a presença do amianto, um agente cancerígeno, na fábrica. A sentença levou em conta casos de mesotelioma, um tipo de câncer ligado ao amianto, diagnosticados em dois ex-funcionários.

    Quais as obrigações da empresa após a condenação?

    Além do pagamento da indenização, a empresa deve convocar ex-empregados para exames médicos em até 60 dias úteis, custear despesas com deslocamento, alimentação e hospedagem, e garantir exames anuais até 2040. Também deve oferecer assistência à saúde vitalícia para trabalhadores com doenças relacionadas à exposição, mediante comprovação médica.

    O que acontece em caso de descumprimento da decisão?

    Se a empresa não cumprir as obrigações, poderá ser aplicada multa de R$ 10 mil por trabalhador afetado. A indenização coletiva será distribuída conforme critérios do Supremo Tribunal Federal (STF).

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