Tag: Flávio Bolsonaro

  • Quem é Alfredo Gaspar, vice na chapa de Flávio Bolsonaro?

    Alfredo Gaspar vice da chapa de Flávio Bolsonaro é deputado federal por Alagoas e disputa a Vice-Presidência da República pela primeira vez. Com 56 anos, natural de Maceió, ele e Flávio lideraram o primeiro turno das eleições com 47,03% dos votos, à frente da chapa de Lula e Alckmin.

    Qual a trajetória política de Alfredo Gaspar vice?

    Formado em Direito e pós-graduado em Direito Público pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió, Gaspar atuou como promotor de justiça por 24 anos. Ele coordenou grupos de combate ao crime organizado em Alagoas e foi o primeiro do estado a presidir o Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado.

    Também foi Procurador-Geral da Justiça de Alagoas por dois mandatos e assumiu a Secretaria de Segurança Pública do estado em dois períodos. Em 2020, disputou a Prefeitura de Maceió pelo MDB, mas perdeu no segundo turno. Nas eleições de 2022, foi eleito deputado federal pelo União Brasil, sendo o segundo mais votado em Alagoas.

    Quais as principais atuações e comissões do deputado?

    Na Câmara, Gaspar integrou diversas comissões, como Constituição e Justiça, Direitos Humanos, Segurança Pública e Relações Exteriores. Foi relator da CPMI do INSS, responsável por pedir o indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas o filho do ex-presidente Lula.

    Além da política, Gaspar já foi professor universitário em duas instituições de Alagoas.

    O que defende Alfredo Gaspar vice na chapa de Flávio Bolsonaro?

    Gaspar prioriza o combate à corrupção, ao crime organizado e às fraudes no setor público. Defende tolerância zero com o crime organizado e transparência na administração pública, sem privilégios para ninguém. Também destaca a proteção de mulheres, crianças, aposentados e a defesa da família e das liberdades individuais.

    Outro foco é o desenvolvimento do Nordeste, com investimentos em infraestrutura, água, energia, tecnologia e geração de emprego e renda, buscando transformar o potencial da região em oportunidades reais.

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  • Elinaldo Araújo rebate PT e nega ameaça de apoio de ACM Neto a Flávio em Camaçari

    O deputado estadual eleito Elinaldo Araújo usou a palavra “apoio de ACM Neto” para rebater críticas feitas por lideranças do PT em Camaçari. Ele negou que o apoio político de ACM Neto à candidatura de Flávio Bolsonaro ameace projetos importantes para o município, como a permanência da BYD e a construção da Ponte Salvador-Itaparica.

    O que Elinaldo Araújo diz sobre o apoio de ACM Neto?

    Elinaldo afirmou que membros do PT em Camaçari estariam espalhando medo ao relacionar o apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro com possíveis impactos negativos nos projetos locais. Segundo ele, não há fundamento nessas afirmações, que seriam fruto do “modo desespero” do grupo petista diante da possibilidade de mudança no país.

    Por que a Ponte Salvador-Itaparica foi citada na discussão?

    O deputado destacou que o PT é responsável por prometer a Ponte Salvador-Itaparica por anos, sem conseguir entregá-la. Para Elinaldo, atribuir a Flávio Bolsonaro a ameaça de abandono da obra é uma tentativa de fugir da responsabilidade e enganar a população baiana.

    Quais outros projetos foram mencionados?

    Além da Ponte Salvador-Itaparica e da BYD, Elinaldo citou a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul como exemplos de empreendimentos anunciados pelo PT na Bahia que ainda não foram concluídos. Ele defende que o apoio de ACM Neto a Flávio Bolsonaro representa uma chance de mudança.

    Com a campanha em andamento, Elinaldo promete trabalhar na Bahia para mostrar que é possível mudar o Brasil com propostas reais, rejeitando o que chama de “terrorismo eleitoral” e mentiras usadas para assustar a população.

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  • Flávio Bolsonaro propõe congelar dívidas das famílias com programa semelhante ao Desenrola

    O senador Flávio Bolsonaro apresentou nesta quarta-feira (7) uma proposta para congelar dívidas das famílias brasileiras, seguindo o modelo do programa Desenrola, do governo Lula. Segundo o candidato do PL, o governo vai comprar as dívidas de pessoas inadimplentes e refinanciá-las pela Caixa Econômica Federal com prazos maiores e juros menores.

    Como funcionaria o programa para congelar dívidas das famílias?

    De acordo com Flávio Bolsonaro, o programa prevê a suspensão do pagamento das parcelas durante um período de carência — seis meses para pessoas físicas e um ano para empresas. Durante esse tempo, as dívidas não sofreriam reajustes e os pagamentos ficariam congelados, o que, segundo ele, ajudaria a reinjetar dinheiro na economia de forma sustentável.

    O que muda em relação ao Desenrola do governo Lula?

    O Desenrola 3.0, anunciado pelo governo Lula, também compra carteiras de dívidas inadimplentes e oferece carência para renegociação. O programa federal destina até R$ 15 bilhões para adquirir débitos de famílias com dívidas entre 2 e 4,5 anos e valores de até R$ 10 mil. Flávio Bolsonaro propõe uma versão parecida, com refinanciamento via Caixa e abertura de crédito para novos financiamentos.

    Quais benefícios para os brasileiros endividados?

    Além do congelamento das dívidas, o programa do senador inclui a possibilidade de as pessoas acessarem crédito para investir em negócios ou abrir empresas. A ideia é facilitar a retomada financeira e o crescimento econômico, especialmente para quem está inadimplente.

    Flávio Bolsonaro apresentou essa proposta durante sua campanha presidencial, focando no endividamento da população e na alta taxa de juros, temas que têm impacto direto no poder de compra dos brasileiros.

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  • Lula perde força entre pretos, pardos e eleitores menos instruídos em 2022

    Nas eleições de 2022, a dianteira de Lula entre os eleitores pretos, pardos e com menor nível de instrução diminuiu. Apesar de continuar sendo o candidato mais votado nesses grupos, a força do presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu intensidade em relação ao pleito anterior.

    Quem ganhou com a mudança nos votos entre pretos e pardos?

    Flávio Bolsonaro apresentou crescimento significativo nesses segmentos que antes eram mais favoráveis a Lula. A ascensão de Flávio foi especialmente notável nas regiões mais afastadas do Nordeste, conhecidas como grotões, onde ele ampliou sua base de apoio.

    Como a abstenção influenciou o cenário eleitoral?

    Além da mudança na preferência dos eleitores, a taxa de abstenção também recuou, o que pode ter contribuído para o aumento dos votos em Flávio Bolsonaro. A redução da abstenção variou de 0,5 a 2 pontos percentuais, indicando maior engajamento nas urnas.

    O que isso significa para as próximas eleições?

    Embora Lula mantenha a liderança entre pretos, pardos e eleitores com menor instrução, a perda de força nesses grupos pode sinalizar desafios para o PT em 2026. Flávio Bolsonaro, por sua vez, cresce em áreas estratégicas e pode representar uma concorrência mais acirrada.

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  • Flávio Bolsonaro busca apoios do Republicanos e centrão para o 2º turno

    A campanha de Flávio Bolsonaro está focada em ampliar os apoios de Flávio Bolsonaro para o segundo turno, buscando o Republicanos e outras siglas do centrão nesta semana. O presidenciável do PL tem mantido contatos com o presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira, e com o governador Tarcísio de Freitas para consolidar o apoio da legenda.

    Como o Republicanos pode reforçar os apoios de Flávio Bolsonaro?

    Segundo o coordenador da campanha, senador Rogério Marinho, houve uma ligação para Marcos Pereira logo após o primeiro turno, com reunião marcada em Brasília. Marinho acredita que a maioria do Republicanos tende a apoiar Flávio, já que o partido ajudou na primeira etapa da eleição. Uma reunião entre Flávio Bolsonaro e o governador de São Paulo, reeleito em primeiro turno, também está prevista para definir estratégias conjuntas.

    Quais outros partidos e líderes apoiam Flávio Bolsonaro?

    Além do Republicanos, a campanha busca o apoio de partidos do centrão e de candidatos derrotados, como Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo). Os apoios de Zema e Caiado foram confirmados recentemente. A campanha espera consolidar o endosso da federação União Progressista (União Brasil e PP) após reunião marcada para esta terça-feira.

    Que outras ações a campanha de Flávio Bolsonaro pretende tomar?

    Marinho também mencionou que a campanha vai pressionar o STF por interferências que considera em favor do adversário Lula. Uma reunião entre Marinho e o presidente do STF, Edson Fachin, está marcada para tratar do assunto. Além disso, a campanha espera que, se eleito, Flávio tenha presidentes da Câmara e do Senado alinhados ao novo governo, já que o PL conquistou a maioria nas duas Casas.

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  • Votos da terceira via podem beneficiar Flávio Bolsonaro no 2º turno

    Com Lula e Flávio Bolsonaro disputando o segundo turno das eleições presidenciais em 25 de outubro, a atenção se volta para a migração dos votos da chamada terceira via, que somou cerca de 9,3 milhões no primeiro turno. Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado foram os principais nomes dessa terceira via, mas até agora não declararam apoio a nenhum dos finalistas.

    Para onde vão os votos da terceira via?

    Segundo a cientista política Cila Schulman, a transferência dos votos da terceira via tende a favorecer Flávio Bolsonaro. Ela explica que Lula está sozinho no campo da esquerda e não consegue atrair os eleitores desses candidatos. Além disso, os eleitores de Renan, Cury e Caiado, em sua maioria, não aprovam o governo atual, o que pode beneficiar a oposição.

    O que indicam as pesquisas sobre os votos da terceira via?

    Pesquisas recentes mostram que Flávio Bolsonaro deve receber a maior parte dos votos de Cury, Renan e Caiado no segundo turno. Por exemplo, 60% dos eleitores de Renan escolheriam Flávio, enquanto apenas 11% optariam por Lula. Apesar disso, uma parcela significativa desses eleitores pode votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.

    Como foi a migração de votos em 2022?

    Nas eleições de 2022, Lula recebeu menos votos da terceira via no segundo turno do que seu adversário Jair Bolsonaro, mesmo com apoios políticos importantes. Cerca de 10 milhões de votos do primeiro turno migraram para Lula e Bolsonaro, sendo a maioria para Bolsonaro. Isso mostra que a transferência de votos nem sempre segue as expectativas das pesquisas.

    O que muda para o eleitor no segundo turno?

    Com a campanha do segundo turno iniciando, Lula e Flávio terão tempo igual na TV e no rádio para tentar conquistar os eleitores da terceira via. Os debates entre os candidatos estão marcados para os dias 11, 18 e 23 de outubro, e poderão influenciar a decisão dos eleitores indecisos ou que ainda não definiram seu voto.

    Leia também: Jerônimo Rodrigues é reeleito com 55,8% e mantém PT na Bahia · STF vê risco de impeachment de ministros com bancada conservadora no Congresso · Jerônimo e Wagner prometem ampliar votação na Bahia para Lula no segundo turno

  • Mendonça manda tirar posts falsos ligando Flávio Bolsonaro a retirada de Nossa Senhora

    O ministro André Mendonça determinou a remoção de 1.125 posts falso apoio nas redes sociais. Esses posts associavam o senador Flávio Bolsonaro a um projeto para retirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A decisão foi tomada no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater a desinformação que circula em plataformas como X, Facebook, TikTok e YouTube.

    Por que os posts falso apoio foram removidos?

    Segundo o ministro, é falso que Flávio Bolsonaro ou sua família tenham proposto, apoiado ou articulado qualquer medida para retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O Instituto Democracia em Xeque apontou que o tema teve mais de 397 mil menções e 2,3 milhões de interações em cinco redes sociais nas primeiras 17 horas após a notícia inicial.

    Quem se posicionou sobre a decisão?

    Flávio Bolsonaro negou envolvimento e acusou o presidente Lula de usar a questão religiosa para fins eleitorais. O humorista Antonio Tabet criticou a medida, alegando que ela viola a liberdade de expressão. Ele afirmou que não associou diretamente Flávio Bolsonaro ao projeto.

    Qual o impacto da remoção dos posts falso apoio?

    O caso dos posts falso apoio mostra como informações falsas podem se espalhar rápido e causar confusão. A decisão de Mendonça busca limitar a circulação dessas mensagens para preservar a verdade no debate público, especialmente em período eleitoral. A medida atinge plataformas como X, Facebook, TikTok e YouTube, onde o tema ganhou grande repercussão.

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  • Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança

    A campanha de Flávio Bolsonaro decidiu reduzir o espaço dedicado ao caso Master Flávio Bolsonaro no horário eleitoral gratuito. A mudança ocorre após novas informações sobre sua ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse. Agora, o foco é em temas como economia, endividamento e segurança pública. O escândalo ficará restrito às redes sociais.

    Por que a campanha mudou o foco no caso Master Flávio Bolsonaro?

    Pesquisas internas mostraram pouco impacto do debate sobre o caso Master entre eleitores menos ligados à política. Assim, a campanha usa a TV para tratar de assuntos do dia a dia. As redes sociais ficam para responder rápido às notícias do escândalo e mobilizar a base.

    Quais são as novas revelações sobre o caso Master Flávio Bolsonaro?

    Novos dados apontam que Flávio tentou contato com Vorcaro antes da prisão do banqueiro, em novembro de 2025. Também foi revelado que Flávio viajou em um jatinho com participação de uma empresa ligada a Vorcaro. O senador disse desconhecer essa relação e afirmou que o avião pertencia a um amigo, cotista do jatinho.

    Como o caso Master Flávio Bolsonaro afeta a campanha?

    Apesar das revelações, a campanha avalia que o caso Master Flávio Bolsonaro já está “precificado” pelo eleitorado. Responder a cada nova informação na TV poderia tirar espaço de temas que geram mais votos. A prioridade será explorar assuntos econômicos e segurança pública para conquistar eleitores indecisos.

    Em resumo, o caso Master Flávio Bolsonaro segue como linha de confronto nas redes sociais. A TV será o palco para discutir temas mais palpáveis para o eleitor comum na reta final do primeiro turno.

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  • Disputa eleitoral entre Flávio e Lula foca em custo de vida e apostas online

    A disputa eleitoral apostas entre Lula e Flávio Bolsonaro está quente a nove dias do primeiro turno. Em um cenário de empate técnico, os candidatos intensificam a troca de acusações sobre o custo de vida, o mercado de apostas esportivas e investigações envolvendo o Banco Master e o INSS.

    Como o mercado de apostas online virou tema da disputa eleitoral apostas?

    Lula anunciou uma medida para vetar todas as apostas online, incluindo cassinos e apostas de quota fixa, como as de futebol. A decisão é uma ampliação da proposta inicial, que previa só a proibição dos cassinos. Flávio Bolsonaro, por sua vez, promete acabar com os cassinos online, mas quer manter as apostas esportivas de quota fixa, alegando que são mais fáceis de controlar.

    O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro apelidou Lula de “pai do tigrinho”, referindo-se ao jogo online tipo caça-níquel que foi legalizado em 2023. Flávio acusa o governo de lucrar com o vício das apostas e critica a falta de fiscalização.

    Como o custo de vida aparece na disputa eleitoral apostas?

    O custo de vida é outra frente da disputa. Lula tenta ampliar programas sociais com reajuste no Bolsa Família e prepara uma medida para comprar dívidas antigas com desconto. Flávio Bolsonaro propõe o SOS Brasil, que pretende comprar débitos dos bancos e refinanciá-los pela Caixa Econômica Federal, mas ainda não detalhou como financiará essa proposta.

    Ambos buscam conquistar eleitores endividados, que já representam quase 20% das famílias brasileiras, segundo pesquisas recentes.

    Quais estratégias Lula e Flávio usam nas redes e comícios?

    A campanha de Lula orienta militantes a gravar vídeos em supermercados para mostrar preços e comparar com os valores da gestão Bolsonaro, tentando rebater a estratégia de Flávio, que tem divulgado críticas aos preços dos alimentos. Apesar do bom desempenho de Flávio no tema, eleitores duvidam da capacidade dele para resolver o problema.

    Nas redes sociais, Flávio voltou a criticar Lula com acusações ligadas a investigações envolvendo o filho do presidente, enquanto aliados de Lula exploram as ligações de Flávio com empresários investigados.

    Com o empate técnico e a troca intensa de acusações, a disputa eleitoral apostas segue acirrada, com os dois candidatos buscando reforçar suas propostas e desgastar o adversário até o dia da votação.

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  • Jatinho de Vorcaro usado por Flávio Bolsonaro e Moraes tem voo sem escala até Miami

    O Legacy 650, conhecido como jatinho de Vorcaro, foi usado por Flávio Bolsonaro e pelo ministro Alexandre de Moraes. Essa aeronave tem autonomia para voos longos, como do Rio de Janeiro até Miami, nos Estados Unidos, sem precisar fazer escalas. O avião pode levar até 13 pessoas e atinge velocidades de até 850 km/h, sendo considerado sofisticado e confortável.

    Quais as características do avião usado por Vorcaro?

    Com 26 metros de comprimento e 21 metros de envergadura, o jatinho de Vorcaro é classificado como de grande porte. A cabine conta com tecnologia para redução de ruído, além de lavabo privativo em compartimentos separados. O avião também possui o maior bagageiro da categoria, garantindo conforto e praticidade para os passageiros.

    Quem utilizou o jatinho de Vorcaro?

    Em janeiro de 2025, Flávio Bolsonaro viajou com a família e o advogado Willer Tomaz no jatinho de Vorcaro, retornando dos Estados Unidos para Brasília. A Polícia Federal afirma que a aeronave pertence a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O ministro Alexandre de Moraes e sua esposa também já usaram o mesmo avião, conforme revelações recentes.

    O que dizem os envolvidos sobre as viagens?

    Flávio Bolsonaro declarou que mantém uma amizade legítima com o advogado Willer Tomaz e negou irregularidades nas viagens. Willer afirmou que os deslocamentos são privados. Ele está sob investigação da Polícia Federal por suspeita de fraudes no INSS, mas nega ser investigado.

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