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  • Homem é preso em Salvador por suspeita de golpe do falso consórcio

    Um homem de 22 anos foi preso em flagrante no bairro Caminho das Árvores, em Salvador, suspeito de aplicar o golpe do falso consórcio. A prisão aconteceu nesta quarta-feira (21), após uma mulher denunciar ter sido vítima da fraude, que envolvia a promessa de carta de crédito para compra da casa própria.

    Como funcionava o golpe do falso consórcio em Salvador?

    Segundo o relato da vítima, ela entregou R$ 20 mil em um escritório da região, com a promessa de receber uma carta de crédito em 30 a 60 dias para adquirir seu imóvel. A mulher contou que economizou esse valor por anos, mas não recebeu a carta nem o imóvel prometido. Em vez disso, descobriu que havia contratado um consórcio falso junto com serviços de consultoria financeira.

    Quantos casos estão ligados ao suspeito?

    Levantamentos policiais apontaram que o homem é investigado em pelo menos 17 registros de ocorrência relacionados a golpes semelhantes. A polícia localizou o suspeito no escritório onde a vítima fez o pagamento e o levou para a 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba), onde ele permanece à disposição da Justiça.

    O que muda para os moradores do Caminho das Árvores?

    Essa prisão reforça a atenção para golpes financeiros na região, especialmente envolvendo falsas promessas de consórcios. Moradores devem ficar atentos e buscar informações oficiais antes de fechar qualquer negócio que envolva valores altos e promessas de imóveis.

    O caso segue sob investigação, enquanto a polícia alerta para a importância de denúncias para combater fraudes como o golpe do falso consórcio.

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  • Moradora de Alagoinhas cai no golpe do falso prêmio de R$ 2 mil

    Uma moradora de Alagoinhas, cidade do interior da Bahia, foi vítima do golpe falso prêmio recentemente. Segundo o relato feito na delegacia local, ela recebeu uma ligação de um homem que dizia representar a empresa JS Premiações e informava que ela teria ganhado R$ 2 mil.

    Como funcionou o golpe falso prêmio?

    Para receber o suposto prêmio, a vítima foi orientada a fornecer sua chave Pix. Depois de enviar a informação, o golpista afirmou que houve um erro e que seria preciso realizar o procedimento de outra forma. Em seguida, enviou um link de pagamento para a mulher, que ao copiar e colar, acabou transferindo R$ 662 para o suspeito.

    O que a vítima fez após perceber o golpe?

    Depois de concluir a transferência, a moradora percebeu que havia caído em um golpe falso prêmio e procurou a delegacia de Alagoinhas para registrar o caso. Até o momento, não há informações sobre a identificação do suspeito ou a recuperação do dinheiro perdido.

    Como evitar cair no golpe falso prêmio?

    Golpes como esse, que envolvem falsas premiações, são comuns e pedem atenção redobrada. Nunca forneça dados pessoais ou financeiros, como a chave Pix, sem confirmar a veracidade da oferta. Desconfie sempre de contatos inesperados que prometem dinheiro fácil.

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  • MP-BA investiga fraude de R$ 62 mil contra idosa no Banco do Brasil

    O Banco do Brasil está sob investigação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) após denúncia de uma idosa que sofreu uma fraude de mais de R$ 62 mil via Pix, envolvendo empréstimos não reconhecidos. A 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor instaurou um Inquérito Civil para apurar o caso e possíveis práticas abusivas da instituição.

    Quais as suspeitas contra o Banco do Brasil?

    Segundo a denúncia, a aposentada teria sido orientada pela gerência do banco a contratar um novo empréstimo para cobrir o prejuízo causado pela fraude. Além disso, o Banco do Brasil manteve descontos nos proventos da idosa, mesmo após decisões judiciais contrárias, e teria incluído seu nome em cadastros de inadimplentes como SPC e Serasa.

    O que o MP-BA busca com a investigação?

    O Ministério Público ampliou a apuração para um âmbito coletivo, após identificar milhares de reclamações semelhantes em plataformas como Reclame Aqui e Consumidor.gov.br. O objetivo é verificar se o banco tem adotado práticas abusivas contra consumidores vulneráveis, especialmente idosos, como concessão irregular de crédito e ausência de bloqueios em movimentações suspeitas via Pix.

    Como o MP-BA avalia a conduta da instituição?

    O MP aponta que o banco pode estar praticando “litigância predatória reversa”, tratando multas e sanções judiciais como custos operacionais, o que perpetuaria danos aos consumidores. A investigação também analisa se houve omissão diante das fraudes e retenção indevida de proventos que forçariam o uso compulsório do cheque especial.

    A apuração está em andamento e poderá resultar em medidas judiciais ou extrajudiciais, dependendo dos resultados. Até lá, o caso segue sob análise da 5ª Promotoria de Justiça do Consumidor do MP-BA.

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