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  • Família denuncia falhas no atendimento pós-parto de adolescente em Feira de Santana

    A família de uma adolescente de 17 anos denuncia possíveis falhas no atendimento pós-parto recebido no Hospital da Mulher, em Feira de Santana, após uma cesariana realizada no dia 3 de outubro. A jovem precisou ser internada novamente devido a complicações após a alta.

    Quais foram as complicações no atendimento pós-parto?

    Segundo relatos, a adolescente apresentou hemorragia após o parto e recebeu três bolsas de sangue. Após receber alta no dia 6 de outubro, voltou a sentir dores e secreção na região da cirurgia. Durante atendimento no dia 10, passou por drenagem e teve os pontos abertos. Dois dias depois, sofreu novos sangramentos e desmaios, o que levou a uma nova internação.

    Como o hospital respondeu às denúncias?

    O Hospital da Mulher negou negligência e afirmou que a paciente recebe acompanhamento especializado, com avaliações clínicas e exames contínuos. A instituição destacou que complicações pós-operatórias não indicam, por si só, falhas no atendimento e que o caso é acompanhado por equipe médica qualificada.

    O que a família pretende após as complicações?

    O advogado da família mencionou suspeita de perfurações intestinais, ainda sem confirmação médica, e informou que pretende recorrer à Justiça para solicitar a transferência da jovem para um hospital de referência. Enquanto isso, o bebê permanece sob os cuidados do pai e passa bem.

    O que muda para os moradores de Feira de Santana?

    O caso levanta questionamentos sobre o atendimento pós-parto em hospitais públicos da região, mostrando a importância do acompanhamento rigoroso e da transparência no tratamento de pacientes jovens. A situação reforça a necessidade de atenção especial a adolescentes que passam por procedimentos cirúrgicos.

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  • Família denuncia demora de seis horas para parto de urgência em hospital de Feira

    A demora no parto de urgência é a principal reclamação da família de uma gestante de 21 anos que perdeu o bebê no Hospital da Mulher, em Feira de Santana. A jovem, que estava com 39 semanas de gravidez, deu entrada na tarde de terça-feira (13), mas a cesariana só foi realizada na manhã seguinte, após a confirmação da morte da criança por volta das 23h.

    O que aconteceu no Hospital da Mulher em Feira de Santana?

    Elis Lane Nere Bastos Souza, moradora de Santo Estevão, sentiu dores do parto e foi ao Hospital da Mulher por volta das 16h. Inicialmente, os batimentos cardíacos da bebê foram ouvidos, mas entre 22h e 23h a equipe não conseguiu mais detectá-los. Um médico confirmou a morte da criança por ultrassonografia e recomendou o parto urgente, que só ocorreu às 6h48 do dia seguinte, causando revolta na família.

    Quais são as denúncias da família?

    Além da demora no parto de urgência, a família questiona a causa da morte do bebê, que na certidão consta como desconhecida, apesar de relatos de aspiração de mecônio. Também há denúncias de agressão policial dentro do hospital, quando o companheiro da gestante foi supostamente agredido por policiais militares, segundo seu relato.

    Como o hospital e a Fundação Hospitalar de Feira de Santana reagiram?

    O Hospital da Mulher e a Fundação Hospitalar emitiram notas expressando pesar pelo ocorrido e afirmaram que estão apurando tecnicamente as circunstâncias do caso. Ambos garantem estar à disposição da família para esclarecimentos e reforçam o compromisso com boas práticas assistenciais e respeito à vida.

    O episódio expõe uma situação delicada no atendimento de urgência obstétrica em Feira de Santana, gerando questionamentos sobre a agilidade e qualidade do serviço prestado no Hospital da Mulher.

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  • Hospital da Mulher investiga morte de bebê em Feira de Santana após denúncias

    O Hospital da Mulher, em Feira de Santana, está investigando a morte de uma bebê após denúncias de suposta negligência no atendimento à gestante Elis Lane Nere Bastos Souza. O caso ocorreu em meados de junho, quando Elis, com 39 semanas de gestação, buscou atendimento após sentir dores do trabalho de parto.

    Como ocorreu o atendimento no Hospital da Mulher?

    Segundo familiares, Elis realizou pré-natal na região de Santo Estêvão e, ao sentir as dores, foi para Feira de Santana. No caminho, passou por uma unidade em Serra Preta, onde os batimentos cardíacos da bebê foram detectados. Ao chegar ao Hospital da Mulher por volta das 16h, os batimentos foram ouvidos na triagem, mas em avaliação feita quase quatro horas depois, os profissionais não conseguiram identificá-los.

    Qual a sequência dos fatos segundo a família?

    Após tentativas sem sucesso de detectar os batimentos, um médico indicou cesariana de urgência, que ocorreu por volta das 6h30 do dia seguinte. A bebê nasceu sem vida. A família questiona as informações sobre a causa da morte, pois foi dito que a bebê teria aspirado mecônio, mas a declaração de óbito aponta causa desconhecida.

    O que diz o Hospital da Mulher sobre a investigação?

    A Fundação Hospitalar de Feira de Santana manifestou solidariedade à família e informou que está apurando as circunstâncias do caso. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a investigação ou sobre o atendimento prestado à gestante.

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