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  • Menino autista hostilizado por influenciadora em Fortaleza recebe apoio de Luciano Huck

    Um menino autista de 9 anos que vende doces em Fortaleza, conhecido como Matheus dos Bombons, foi hostilizado por uma influenciadora digital após declarar que sua família apoia Lula. O caso ganhou repercussão e o garoto recebeu uma ligação de apoio do apresentador Luciano Huck.

    O que aconteceu com o menino autista hostilizado?

    Durante uma visita ao Mercado dos Peixes, na Beira-Mar de Fortaleza, a influenciadora Valéria Diniz filmou Matheus oferecendo balas e bombons. Ao saber que o menino e sua família apoiavam Lula, ela pediu que ele “fizesse o L”, gesto associado ao petista. Após o garoto obedecer, a influenciadora recusou comprar os doces e riu da situação com suas amigas.

    Como a comunidade reagiu ao caso do menino autista hostilizado?

    Após a divulgação do vídeo, o perfil da influenciadora foi removido do Instagram. A avó de Matheus, que cuida dele em Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza, afirmou que o menino ficou muito abalado com a situação. Em resposta, motociclistas e entregadores levaram doações e compraram os doces vendidos por Matheus, mostrando solidariedade.

    Qual foi o apoio de Luciano Huck ao menino autista hostilizado?

    O apresentador Luciano Huck entrou em contato com Matheus por vídeo chamada, incentivando-o a não deixar que a falta de respeito apague seu sorriso e seus sonhos. Ele também reforçou a importância dos estudos para o garoto.

    O que disse a influenciadora após a repercussão?

    Valéria Diniz gravou um vídeo pedindo desculpas à família de Matheus, afirmando que não teve a intenção de humilhar a criança, que também tem um filho autista. Ela mencionou estar em um momento descontraído com amigas e relatou que vem sofrendo hostilidades e ameaças após o episódio.

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  • Repórter e cinegrafista são hostilizados em ato pró-Lula em São Paulo

    Durante um ato pró-Lula realizado no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, o repórter João Vitor Revedilho e o cinegrafista Fabiano Araújo foram hostilizados por manifestantes na noite desta terça-feira (13). O incidente chamou atenção para a hostilização em ato pró-Lula contra profissionais da imprensa.

    O que aconteceu no ato pró-Lula em São Paulo?

    Segundo a emissora Jovem Pan, os manifestantes jogaram pipoca e bebida nos jornalistas, além de proferirem palavras de ofensa. A organização do ato repudiou o ocorrido e afirmou que não aceita atitudes que cerceiam a liberdade de imprensa.

    Qual foi a reação da organização do evento?

    A organização do ato pró-Lula manifestou repúdio ao comportamento dos manifestantes e destacou a importância da liberdade de imprensa, reforçando que atitudes que impeçam o trabalho dos profissionais não são toleradas.

    Por que a hostilização em ato pró-Lula é preocupante?

    Casos como esse geram preocupação sobre o respeito à liberdade de imprensa em eventos políticos. A hostilização em ato pró-Lula, como ocorreu no Largo da Batata, pode dificultar a cobertura jornalística e prejudicar o direito da população de receber informações.

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