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  • Família Jereissati investe R$ 230 milhões em moinho na Bahia

    A família Jereissati, por meio da Grande Moinho Cearense (GMC), anuncia um investimento de R$ 230 milhões para abrir um novo moinho em Salvador, Bahia, com inauguração prevista para janeiro de 2027. O investimento moinho Bahia visa reduzir custos de frete e impostos, tornando a farinha mais competitiva no Nordeste.

    Qual é o foco do investimento moinho Bahia?

    O novo moinho em Salvador terá capacidade para moer 500 toneladas de trigo por dia, aumentando em 30% a produção total da GMC. A planta será dedicada exclusivamente à produção de farinha e farelo de trigo, sem fabricar massas ou biscoitos. A estratégia busca melhorar a logística e diminuir os custos tributários, já que hoje a farinha vendida para a Bahia, Sergipe e Alagoas sai de Fortaleza, com frete elevado.

    Como o investimento moinho Bahia impacta a região Nordeste?

    A instalação da nova unidade em Salvador vai facilitar a distribuição de farinha para o Nordeste e também para estados como Espírito Santo, Minas Gerais e Goiás. A localização estratégica aproveita mudanças na reforma tributária, que favorecem empresas próximas aos clientes finais, reduzindo a complexidade dos impostos sobre mercadorias.

    Quais desafios o setor enfrenta para 2026?

    O setor de moagem de trigo enfrenta desafios, como o baixo crescimento da produção nacional e a queda na qualidade do trigo argentino, principal matéria-prima importada. Para manter a qualidade da farinha, a GMC tem aumentado o uso de trigo produzido no Cerrado brasileiro. Importações da Rússia foram descartadas devido a conflitos, e o trigo do Sul do Brasil está com oferta limitada.

    Com receita de R$ 1,12 bilhão em 2025, a GMC prevê margens apertadas em 2026 e 2027 por causa da concorrência e desaceleração econômica, o que limita aumentos de preço ao consumidor. Mesmo assim, o investimento moinho Bahia é uma aposta para melhorar eficiência e competitividade no mercado regional.

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  • Investimento BYD em Camaçari dobra e fábrica vira hub para América Latina

    A BYD acelerou o investimento em sua fábrica de Camaçari, Bahia, que agora soma R$ 11,3 bilhões, mais que o dobro do valor inicial. O investimento BYD Camaçari é impulsionado pela reforma tributária e incentivos fiscais que facilitam a produção local, prevista para começar até dezembro de 2024.

    Como a reforma tributária ajudou o investimento BYD Camaçari?

    Segundo o vice-presidente da BYD, a reforma tributária reintroduziu incentivos do regime automotivo da Lei 9 440, fundamental para o investimento na Bahia. Esses benefícios fiscais, focados no Nordeste, aceleraram o processo produtivo, reduzindo o tempo para iniciar a produção e aproveitar o regime especial.

    Qual o impacto do investimento BYD Camaçari na produção e empregos?

    O complexo fabril, que era da Ford, está sendo ampliado de 334 mil m² para 1,25 milhão de m², com previsão de chegar a 2,2 milhões. A produção anual deve saltar de 300 mil para 600 mil veículos com a segunda fase, prevista para ser antecipada. O número de empregos deve crescer de 9 mil para 20 mil postos de trabalho.

    O que muda para o mercado automotivo local com o investimento BYD Camaçari?

    A BYD já vende cerca de 30 mil veículos por mês, superando sua capacidade de produção atual. O Brasil é o primeiro país fora da China a receber a fábrica da marca, que aposta na preferência do consumidor brasileiro por carros tecnológicos e acessíveis. A rede de concessionárias está em expansão, apesar da resistência inicial em alguns estados, incluindo a Bahia.

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  • Complexo da BYD em Camaçari investe R$ 5,5 bilhões e muda polo automotivo

    O complexo da BYD em Camaçari é o maior polo fabril da montadora fora da China, com investimento de R$ 5,5 bilhões. Localizado na Bahia, o empreendimento ocupa 4,65 milhões de metros quadrados e foca na produção de veículos elétricos e híbridos para o Brasil e América Latina.

    Como o complexo da BYD em Camaçari impacta o emprego local?

    O polo fabril já emprega cerca de 5,5 mil trabalhadores diretos, sendo 86% deles baianos, principalmente moradores de Camaçari e região metropolitana de Salvador. Com a expansão das obras civis e manutenção, o número de pessoas circulando na planta chega a 10 mil. A expectativa é que a operação plena gere até 20 mil vagas diretas e indiretas.

    Quais setores da economia local são movimentados pelo complexo da BYD?

    • Construção civil e engenharia industrial;
    • Logística, transporte e armazenagem;
    • Serviços de alimentação, manutenção e segurança;
    • Hotelaria e mercado imobiliário na região de Camaçari e litoral norte da Bahia.

    Qual a estratégia de produção do complexo da BYD em Camaçari?

    Inicialmente, a fábrica opera com montagem semi-desmontada (SKD), usando peças importadas para treinamento e ajustes. O plano é avançar para a manufatura verticalizada, com produção local de carrocerias, solda robotizada, pintura e autopeças. Essa estratégia visa reduzir custos e dependência de importações.

    O complexo da BYD em Camaçari já fabrica modelos elétricos e híbridos, como o Dolphin Mini, Song Pro e King, com capacidade inicial para 150 mil unidades por ano. O investimento e a operação do polo automotivo têm impacto direto na economia e infraestrutura da cidade, exigindo melhorias em serviços públicos e mobilidade urbana.

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  • Salvador investe mais de R$ 1 bilhão em proteção de áreas de risco

    A Prefeitura de Salvador entregou uma obra de contenção de encosta na Rua das Bananeiras, no bairro Plataforma, no Subúrbio Ferroviário. Essa intervenção, que custou quase R$ 2 milhões, visa proteger as famílias que moram nas partes superior e inferior da encosta, reduzindo riscos de deslizamentos. A proteção áreas de risco é prioridade para a gestão municipal, que já investiu mais de R$ 1 bilhão nesse tipo de projeto.

    Que obra foi entregue em Plataforma?

    Foi concluída a contenção da encosta com uma solução chamada cortina atirantada, considerada definitiva para evitar deslizamentos. O investimento de quase R$ 2 milhões representa mais um passo na segurança das comunidades vulneráveis da cidade.

    Como a proteção áreas de risco avança em Salvador?

    Segundo o prefeito Bruno Reis, diversos projetos de proteção de áreas de risco estão em andamento e novos investimentos serão feitos conforme as obras forem concluídas. O objetivo é ampliar a segurança das comunidades, especialmente durante os períodos de chuva, para reduzir perigos e proteger moradores.

    O que muda para os moradores?

    Com essas ações, as famílias que vivem em áreas de risco terão mais tranquilidade e segurança, evitando deslizamentos e danos causados por chuvas fortes. A prefeitura segue empenhada em garantir proteção e qualidade de vida para esses bairros.

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  • Autorizada termelétrica em Camaçari com investimento de R$ 350 milhões

    Autorizada termelétrica em Camaçari com investimento de R$ 350 milhões

    A Secretaria Nacional de Transição Energética autorizou a implantação de uma termelétrica em Camaçari, na Bahia. O projeto, conduzido pela Biribeira Infraestrutura S.A., prevê uma usina a gás natural com capacidade de 82.704 kW, que deve começar a operar até 1º de outubro de 2028.

    Qual o investimento para o projeto em Camaçari?

    O empreendimento terá um investimento estimado em R$ 350,64 milhões. A usina contará com oito unidades para geração de energia, reforçando a matriz energética local e regional.

    Quando a usina começará a operar?

    A previsão é que a operação comercial da termelétrica comece até o dia 1º de outubro de 2028, conforme autorizado pela Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento.

    O que muda para Camaçari com a nova termelétrica?

    A implantação da termelétrica em Camaçari representa um avanço na capacidade de geração de energia da região. Com a usina a gás natural, a cidade poderá contar com uma fonte adicional de energia elétrica, o que pode contribuir para a estabilidade do fornecimento e o desenvolvimento econômico local.

    Quem é responsável pela implantação da termelétrica?

    A empresa Biribeira Infraestrutura S.A. é a autorizada para implantar e explorar o projeto em Camaçari. A autorização foi concedida pela Secretaria Nacional de Transição Energética e Planejamento, órgão responsável por regular o setor energético no Brasil.

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