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  • Paolla Oliveira denuncia ataques após revelar apoio político a Lula

    Paolla Oliveira denunciou ataques nas redes sociais após declarar seu apoio político à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A atriz de 44 anos compartilhou mensagens ofensivas que recebeu, criticando sua aparência, inteligência e escolha nas urnas.

    Por que Paolla Oliveira recebeu ataques após posicionamento político?

    Segundo a atriz, os mesmos perfis masculinos que antes enviavam mensagens de teor sexual passaram a insultá-la depois que ela manifestou sua opinião política. Ela ressaltou que aceita críticas e divergências, mas rejeita ataques pessoais, afirmando que “ofensa não é argumento”.

    Qual é o motivo do voto de Paolla Oliveira em Lula?

    Paolla explicou que seu voto está ligado à defesa da liberdade de escolha, ao respeito à vida e ao acesso a condições dignas. Ela valoriza a postura dos candidatos que respeitam as pessoas, combatem preconceitos e não apresentam a violência como solução.

    Como a atriz incentiva a participação nas eleições?

    Após anunciar seu voto em Lula para o segundo turno marcado para o dia 25, Paolla também chamou atenção para as abstenções e votos brancos ou nulos, incentivando a participação dos eleitores. Essa posição mantém seu apoio ao petista, reafirmado desde 2022, quando criticou o governo anterior.

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  • As três metas de Flávio Bolsonaro para o debate ao vivo com Lula

    A campanha de Flávio Bolsonaro estabeleceu três metas para o debate ao vivo com Lula, marcado para a noite do próximo domingo, 18. O confronto será o primeiro entre os dois candidatos à Presidência nesta eleição, com ambos tecnicamente empatados nas pesquisas, segundo levantamento Quaest.

    Qual é a primeira meta da campanha no debate Flávio Bolsonaro Lula?

    A principal meta do candidato do PL é garantir pelo menos um empate no debate, um “0 a 0”. Isso porque, mesmo com o cenário atual, Flávio aparece com uma leve vantagem nas pesquisas, e manter o equilíbrio no programa já seria considerado positivo para ele. A campanha quer evitar qualquer desgaste que possa prejudicar essa posição.

    Como a campanha quer evitar provocações de Lula?

    Outro objetivo é não cair nas provocações de Lula, que busca usar o debate para tentar virar o jogo, especialmente após as manifestações recentes que mobilizaram milhares de pessoas. A campanha de Flávio aposta na cautela para não perder o controle durante o embate e manter a postura firme.

    Qual é a estratégia para desequilibrar Lula no debate?

    Mais ousada, a terceira meta é tentar tirar Lula do sério durante o debate. Para isso, a equipe de Flávio pretende abordar temas delicados, como denúncias envolvendo desvio de aposentadorias do INSS e investigações relacionadas a pessoas próximas ao petista, incluindo seu filho e ex-assessores. Além disso, Flávio pode usar uma tática vista em debates anteriores de Jair Bolsonaro: fazer anotações à mão, o que pode causar desconforto no adversário e chamar a atenção do público.

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  • Campanha de Lula vai à OEA com denúncia contra Meta por suposta interferência eleitoral

    A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu apresentar uma denúncia contra a Meta à Organização dos Estados Americanos (OEA) por suposta interferência nas eleições brasileiras de 2026. A iniciativa, anunciada pelo coordenador da campanha, Camilo Santana, ocorre após relatos de que a inteligência artificial (IA) da empresa teria respostas diferentes para comandos envolvendo Lula e o senador Flávio Bolsonaro, adversário do petista na disputa.

    O que motivou a denúncia contra Meta?

    Segundo a campanha, a Meta, dona do Instagram, Facebook, Threads e WhatsApp, teria tomado decisões que precisam ser esclarecidas, já que as plataformas digitais têm grande influência na disputa eleitoral. A denúncia foi solicitada pelo próprio presidente Lula e também será encaminhada à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Além disso, a equipe da campanha buscou apoio internacional, reunindo partidos e organizações de 12 países para ampliar a repercussão do caso.

    Quais as diferenças nas respostas da inteligência artificial?

    Relatos e testes indicaram que a IA da Meta respondeu de forma distinta a comandos envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro. Ao pedir a geração de uma imagem com “Lula” e o número 13, a ferramenta não conseguiu criar o conteúdo. Já com o nome de Flávio Bolsonaro, a IA produziu um cartaz com mensagens de campanha e referências a programas de governo. A campanha também apontou que botões de compartilhamento no perfil de Lula ficaram indisponíveis por horas no Instagram.

    Como a Meta reagiu às acusações?

    A Meta afirmou que proibiu temporariamente a recomendação e a geração de imagens de candidatos, adotando medidas para impedir que comandos com nomes e números eleitorais gerem imagens. A empresa já enfrentou outras críticas no Brasil, como a desativação de contas e restrições sem explicações claras, o que alimenta o debate sobre transparência e responsabilidade das plataformas digitais durante as eleições.

    Quais são as regras eleitorais para inteligência artificial?

    A Resolução nº 23.755/2026 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proíbe que sistemas de IA ranqueiem, recomendem ou favoreçam candidaturas, partidos ou campanhas durante o período eleitoral. Especialistas defendem que o Brasil desenvolva capacidade própria para fiscalizar essas tecnologias, evitando depender apenas das informações fornecidas pelas empresas. A discussão sobre soberania digital e regulação é central no contexto das eleições.

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  • Alcolumbre busca reeleição no Senado com apoio de Lula e votos do PL

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está em campanha para sua reeleição em 2027 e conta com parlamentares do centrão e do PL para garantir votos. Ele já tem o compromisso de apoio do presidente Lula para se manter no cargo e aposta na votação da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1, prevista para esta quarta-feira (14), para mostrar força política.

    Como Alcolumbre usa a pauta da PEC da escala 6×1 para fortalecer sua reeleição presidente Senado?

    A PEC da escala 6×1 é uma das prioridades eleitorais de Lula, e Alcolumbre pretende usá-la para reforçar seu projeto de reeleição. A proposta deve ser votada em primeiro turno nesta semana, e o presidente do Senado acredita que a aprovação mostrará sua capacidade de articulação e liderança na Casa.

    Por que Alcolumbre evita uma presidência do PL no Senado?

    Alcolumbre e seus aliados avaliam que a eleição de um presidente do Senado ligado ao PL, partido que elegeu a maior bancada da Casa, poderia diminuir o poder dos senadores nas negociações com o governo federal. Eles argumentam que um comando muito alinhado ao Palácio do Planalto, como deseja o bolsonarismo, prejudicaria a autonomia dos parlamentares, inclusive de senadores do próprio PL que não têm acesso direto ao núcleo político de Flávio Bolsonaro.

    Quem são os concorrentes e como está o cenário para a reeleição presidente Senado?

    Além de Alcolumbre, o senador Rogério Marinho (PL) e a senadora Tereza Cristina (PP) também disputam a presidência do Senado. Tereza Cristina, amiga de Alcolumbre, seria a primeira mulher a comandar a Casa e pretende conquistar votos do atual presidente caso sua candidatura não avance. Ela já solicitou a votação de uma PEC defendida por Flávio Bolsonaro que acaba com a reeleição e pode ampliar o mandato do próximo presidente para até seis anos.

    O cenário político segue em movimentação, com negociações envolvendo pautas, alianças e estratégias para garantir a presidência do Senado a partir de 2027.

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  • TSE mantém veto a posts que ligam Lula e Flávio Bolsonaro ao crime organizado

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter o veto a posts que ligam Lula e Flávio Bolsonaro ao crime organizado. A decisão ocorreu na sessão plenária do dia 13 e envolve publicações no Instagram e na rede social X que associavam os candidatos à Presidência da República a organizações criminosas.

    Por que o TSE manteve o veto aos posts envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro?

    Segundo o TSE, a presença de conteúdo ilícito em parte de uma propaganda eleitoral justifica a remoção de toda a publicação. No caso, os posts associavam Flávio Bolsonaro a milícias, traficantes e facções criminosas, além de insinuar que Lula teria respaldo ao crime organizado por apoiar um candidato alvo da Polícia Federal.

    Quais publicações foram retiradas das redes sociais?

    Entre as postagens removidas, estavam conteúdos divulgados pelos deputados Lindbergh Faria (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG), que mencionavam Flávio Bolsonaro em ligação com grupos criminosos. Também foram retiradas cartas que sugeriam apoio de Lula ao crime organizado. Uma publicação de Flávio Bolsonaro mostrava declarações de Lula fora do contexto, intercaladas com imagens de violência e organizações como PCC e Comando Vermelho.

    Como o TSE avalia a linha entre crítica política e conteúdo ilícito?

    O plenário entendeu que acusações sem comprovação ou conteúdos fora do contexto, que vinculam candidatos a organizações criminosas, ultrapassam os limites da crítica política. Por isso, esses materiais devem ser removidos para preservar a integridade do processo eleitoral.

    Leia também: Repórter e cinegrafista são hostilizados em ato pró-Lula em São Paulo · Janones liga suspensão do ‘Exército do Lula’ à votação do fim da escala 6×1 · Lula propõe perdão de dívidas para MEIs a 12 dias do segundo turno

  • Rui Costa denuncia restrição de vídeos de Lula e favorecimento a Flávio Bolsonaro

    O senador eleito pela Bahia, Rui Costa, denunciou nesta terça-feira em Salvador uma suposta restrição de vídeos do presidente Lula nas redes sociais, enquanto conteúdos do senador Flávio Bolsonaro teriam alcance maior mesmo com investimentos semelhantes. Segundo Rui Costa, análises técnicas indicam que publicações de Flávio Bolsonaro alcançam até quatro vezes mais usuários.

    Qual a diferença no alcance dos vídeos de Lula e Flávio Bolsonaro?

    De acordo com o senador, especialistas identificaram que postagens impulsionadas de Flávio Bolsonaro têm visibilidade duas a quatro vezes maior que as de Lula, mesmo com valores equivalentes aplicados. Rui Costa afirma que isso indica um tratamento desigual das plataformas digitais na distribuição desses conteúdos.

    Como Rui Costa relata as dificuldades para compartilhar vídeos de Lula?

    Rui Costa contou que, ao tentar compartilhar vídeos favoráveis a Lula, a plataforma aparentemente aceita, mas o conteúdo desaparece segundos depois, impedindo a divulgação. Esse comportamento, segundo ele, dificulta a circulação de mensagens positivas sobre o presidente nas redes sociais.

    Quais estratégias Rui Costa sugere para ampliar o alcance dos vídeos de Lula?

    Para superar as restrições, Rui Costa orienta militantes e parlamentares a compartilharem os vídeos, baixarem e republicarem os arquivos em seus perfis, além de divulgá-los em outros canais digitais e enviar por listas de transmissão. A ideia é aumentar o alcance e a circulação dos conteúdos favoráveis ao presidente Lula nas redes sociais.

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  • Lula propõe perdão de dívidas para MEIs a 12 dias do segundo turno

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta terça-feira um projeto que prevê o perdão dívidas MEIs com o governo federal. A medida faz parte do pacote “Prospera MEI” e foi apresentada a 12 dias do segundo turno das eleições presidenciais. O objetivo é beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs) que acumulam R$ 12,6 bilhões em dívidas.

    O que inclui o perdão dívidas MEIs?

    O projeto de lei enviado ao Congresso busca aliviar a carga financeira dos MEIs, grupo que Lula tenta conquistar neste pleito. Além do perdão das dívidas, o governo propõe aumentar o limite de faturamento anual dos microempreendedores de cerca de R$ 80 mil para R$ 140 mil até 2028, facilitando o crescimento desses negócios.

    Por que o perdão dívidas MEIs é estratégico para Lula?

    O segmento dos MEIs é importante para a eleição, pois Lula enfrenta dificuldades para ganhar apoio entre esses empreendedores. Com o adversário Flávio Bolsonaro liderando por uma pequena margem no primeiro turno, a proposta do perdão dívidas MEIs e o aumento do limite de faturamento são tentativas de ampliar a base de eleitores do presidente na reta final da campanha.

    Quando e onde foi anunciada a proposta?

    O anúncio ocorreu no Palácio do Planalto, com a presença do presidente e de ministros, reforçando o compromisso do governo em apoiar os microempreendedores. A proposta já está em tramitação no Congresso, aguardando aprovação para beneficiar milhões de MEIs em todo o país.

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  • Vídeo de Nikolas com crianças critica Lula e pede voto em Flávio Bolsonaro

    O vídeo nikolas crianças viralizou nesta segunda-feira (12), Dia das Crianças, quando o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou uma gravação com crianças criticando o presidente Lula e pedindo voto em Flávio Bolsonaro. A produção traz encenações sobre violência, custo de vida e desafios das famílias brasileiras, associando esses problemas ao governo do PT.

    Como o vídeo nikolas crianças aborda a política?

    No vídeo nikolas crianças, as crianças representam situações reais, como o aumento dos preços e a insegurança, e questionam a permanência do PT no poder. A mensagem final é um apelo para que os adultos repensem suas escolhas eleitorais, reforçando o apoio a Flávio Bolsonaro e criticando o governo Lula.

    Qual foi a repercussão do vídeo nikolas crianças nas redes sociais?

    O vídeo nikolas crianças alcançou mais de 2,2 milhões de curtidas e 130 mil comentários no Instagram, segundo levantamento da Rádio Itatiaia. Flávio Bolsonaro comentou a publicação, prometendo trabalhar por um futuro melhor para as crianças. Entretanto, a participação dos menores na propaganda política gerou debates sobre ética e legislação eleitoral.

    O que muda para os moradores com esse tipo de conteúdo?

    Com o vídeo nikolas crianças, a campanha eleitoral ganha um tom mais direto e controverso, usando datas comemorativas para influenciar o eleitorado. Isso amplia a discussão sobre o papel das crianças em campanhas políticas e pode impactar a percepção dos eleitores em Camaçari, Salvador e Região Metropolitana.

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  • Bahia é acusado de usar canal oficial para pedir voto a Lula e atacar vice de Flávio Bolsonaro

    O Bahia entrou em uma polêmica envolvendo política nesta segunda-feira, 12 de outubro de 2026, ao ser acusado de usar seu canal oficial no WhatsApp para pedir voto ao presidente Lula e atacar Alfredo Gaspar, candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. A denúncia foi feita pelo perfil Meio Independente no X, que afirmou ter recebido o conteúdo de seguidores.

    Qual foi a acusação contra o Bahia?

    A publicação atribuída ao canal oficial do Bahia trazia uma denúncia de estupro de vulnerável contra Alfredo Gaspar, mas finalizava com um pedido explícito para votar em Lula. A peça foi divulgada no Dia das Crianças e gerou questionamentos sobre o uso institucional de um clube da Série A para propaganda eleitoral.

    O que diz a Justiça sobre a acusação contra Alfredo Gaspar?

    O ministro Gilmar Mendes, do STF, já arquivou o pedido de investigação contra Gaspar por falta de provas. A Procuradoria-Geral da República também se manifestou contra a abertura do inquérito. Além disso, o TSE determinou a retirada de materiais da campanha de Lula que usavam a acusação sem informar o arquivamento, por comprometer a legitimidade da propaganda eleitoral.

    Bahia confirmou a autoria da postagem?

    O perfil Meio Independente informou que tentou contato com o Bahia para esclarecimentos, mas a TVS1 não conseguiu confirmar a autoria da publicação nem encontrou manifestação oficial do clube. Até agora, não há decisão do TSE contra o Bahia por essa postagem.

    Assim, a polêmica envolvendo Bahia e política segue sem definição clara, enquanto o uso de canais institucionais para propaganda eleitoral levanta dúvidas entre torcedores e observadores.

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  • Eleições em Camaçari terão disputa acirrada pelo voto de mais de 10,5 mil eleitores no 2º turno

    As eleições em Camaçari apresentam uma disputa acirrada no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que precisam conquistar os votos de mais de 10,5 mil eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno. O pleito local revela como a polarização nacional e as articulações regionais podem influenciar a decisão dos eleitores em 25 de outubro.

    Como foi o desempenho dos candidatos no primeiro turno em Camaçari?

    Lula recebeu 96.949 votos, o equivalente a 62,18% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro somou 48.036 votos, ou 30,81%. Outros candidatos, como Augusto Cury (5.005 votos), Renan Santos (2.927) e Ronaldo Caiado (2.618), juntos alcançaram 10.550 votos, que podem ser decisivos para o resultado final.

    O que dizem os números das eleições anteriores?

    Comparando com 2022, Lula manteve uma votação semelhante, com um leve aumento de 190 votos. Flávio Bolsonaro, por sua vez, superou a votação de Jair Bolsonaro naquele ano em 6.487 votos. No segundo turno de 2022, Lula aumentou sua votação em mais de 4 mil votos, enquanto Jair Bolsonaro cresceu em cerca de 7,7 mil votos. Porém, a transferência dos votos de candidatos derrotados não é automática e depende da decisão dos eleitores.

    Como a disputa pelo voto deve se desenrolar em Camaçari?

    O maior desafio para Lula é ampliar sua base e atrair eleitores de candidatos que não avançaram, enquanto evitar que o crescimento da direita se traduza em mais votos para Flávio Bolsonaro. A militância do PT, que administra o município, terá papel fundamental na mobilização. Já o PL tentará aproveitar a votação expressiva do primeiro turno para diminuir a diferença.

    Qual é o impacto para os eleitores e para a política local?

    O segundo turno em Camaçari será um teste para a capacidade de mobilização dos dois candidatos e seus partidos. A decisão dos mais de 10,5 mil eleitores que votaram em outros candidatos pode definir se a força histórica do PT prevalecerá ou se a direita avançará na cidade. O resultado será um indicativo importante do cenário político local e nacional.

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