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  • Ministros ganham elogios de Lula pelo desempenho nas redes sociais

    Alguns ministros do governo federal ganharam destaque e elogios do presidente Lula pelo desempenho nas redes sociais. Entre eles estão as ministras Esther Dweck, da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Fernanda Machiaveli, do Desenvolvimento Agrário, e o ministro Paulo Pereira, do Empreendedorismo. Eles foram reconhecidos por defenderem o governo em seus perfis pessoais.

    Quem são os ministros que conquistaram Lula nas redes sociais?

    Além do deputado André Janones, que já havia chamado a atenção do presidente, as ministras Esther Dweck e Fernanda Machiaveli, assim como o ministro Paulo Pereira, se destacaram por sua atuação digital. Lula, que ainda está se adaptando ao uso do celular, soube das postagens desses auxiliares graças à ajuda da primeira-dama Janja.

    Por que o desempenho nas redes sociais importa para Lula?

    O presidente valoriza a defesa do governo nas redes sociais, considerando essas ações importantes para fortalecer a imagem da gestão. Os ministros que se engajam em suas redes pessoais ganham pontos positivos junto a Lula, que acompanha de perto a movimentação digital de seus aliados.

    Como a primeira-dama Janja ajuda na comunicação digital?

    Janja tem papel fundamental ao informar Lula sobre as postagens e atividades nas redes sociais dos ministros e aliados. Essa participação facilita o contato do presidente com as ações digitais do governo, especialmente porque Lula está iniciando seu manejo com o celular.

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  • STF completa um ano com 10 ministros em meio a crise institucional

    O STF com 10 ministros completa um ano neste domingo (18), desde que Luís Roberto Barroso se aposentou e deixou a vaga aberta. A Corte, que deveria contar com 11 magistrados, opera com um membro a menos, o que impacta a distribuição de processos e o andamento de julgamentos.

    Como a ausência de um ministro afeta o STF?

    Com apenas 10 ministros, os casos que seriam atribuídos ao novo integrante ficam paralisados. Os demais magistrados assumem uma carga maior de processos, o que pode atrasar decisões importantes. Além disso, a indefinição da cadeira tem ocorrido em um momento de crise política e institucional, que alterou o ambiente interno do tribunal.

    Qual é o contexto político e institucional do STF com 10 ministros?

    Desde a saída de Barroso, o Supremo enfrenta uma crise agravada por denúncias envolvendo ministros e interlocuções suspeitas. Revelações sobre conversas atribuídas a Alexandre de Moraes e outros membros levantaram dúvidas sobre conflitos de interesse e provocaram divisões internas. O cenário se complicou com a polarização política e as eleições presidenciais, colocando o STF no centro do debate público e afetando a avaliação do governo.

    O que está sendo feito para preencher a vaga no STF?

    Após a aposentadoria de Barroso, o presidente Lula indicou Jorge Messias para a vaga, mas o Senado rejeitou a indicação, algo inédito em 132 anos. Atualmente, o nome de Rodrigo Pacheco, ministro do TCU, é forte para a substituição. A escolha visa facilitar a aprovação no Congresso, que tem se mostrado resistente a indicações do Executivo.

    Quais são as perspectivas para o STF nos próximos anos?

    Além da vaga aberta, o Supremo deve passar por outras mudanças nos próximos quatro anos, com aposentadorias previstas e possíveis processos de impeachment contra ministros. A renovação da Corte será um dos temas centrais para o próximo presidente, que terá ao menos três indicações para fazer, ampliando o impacto político da composição do tribunal.

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