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  • Família denuncia demora de seis horas para parto de urgência em hospital de Feira

    A demora no parto de urgência é a principal reclamação da família de uma gestante de 21 anos que perdeu o bebê no Hospital da Mulher, em Feira de Santana. A jovem, que estava com 39 semanas de gravidez, deu entrada na tarde de terça-feira (13), mas a cesariana só foi realizada na manhã seguinte, após a confirmação da morte da criança por volta das 23h.

    O que aconteceu no Hospital da Mulher em Feira de Santana?

    Elis Lane Nere Bastos Souza, moradora de Santo Estevão, sentiu dores do parto e foi ao Hospital da Mulher por volta das 16h. Inicialmente, os batimentos cardíacos da bebê foram ouvidos, mas entre 22h e 23h a equipe não conseguiu mais detectá-los. Um médico confirmou a morte da criança por ultrassonografia e recomendou o parto urgente, que só ocorreu às 6h48 do dia seguinte, causando revolta na família.

    Quais são as denúncias da família?

    Além da demora no parto de urgência, a família questiona a causa da morte do bebê, que na certidão consta como desconhecida, apesar de relatos de aspiração de mecônio. Também há denúncias de agressão policial dentro do hospital, quando o companheiro da gestante foi supostamente agredido por policiais militares, segundo seu relato.

    Como o hospital e a Fundação Hospitalar de Feira de Santana reagiram?

    O Hospital da Mulher e a Fundação Hospitalar emitiram notas expressando pesar pelo ocorrido e afirmaram que estão apurando tecnicamente as circunstâncias do caso. Ambos garantem estar à disposição da família para esclarecimentos e reforçam o compromisso com boas práticas assistenciais e respeito à vida.

    O episódio expõe uma situação delicada no atendimento de urgência obstétrica em Feira de Santana, gerando questionamentos sobre a agilidade e qualidade do serviço prestado no Hospital da Mulher.

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