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  • Derrota e saída de Flávio Bolsonaro marcam possível declínio político da família

    O declínio político da família Bolsonaro pode estar em curso após a derrota eleitoral e a saída do país do senador Flávio Bolsonaro. A decisão do senador do PL, que liderava a oposição, de deixar o Brasil e se mudar para Miami, nos Estados Unidos, deixou aliados desconcertados e abriu um novo capítulo para a direita brasileira.

    O que motivou a saída de Flávio Bolsonaro?

    Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que recolheu seu passaporte devido a uma investigação no STF. Pouco depois, ele e sua família foram vistos chegando a Miami, após passagens pela Argentina e Equador. A saída gerou questionamentos sobre seu impacto para a direita, que teve quase 60 milhões de votos nas últimas eleições.

    Como o PL e a direita reagem à situação?

    Apesar da saída de Flávio, o PL segue forte, com a maior bancada da Câmara e do Senado, além de governadores eleitos. No entanto, aliados demonstram desconforto com a postura do senador, que não reconheceu a legalidade da eleição e se comparou a líderes internacionais em sua carta à nação. Alguns membros do partido e da direita tradicional já sinalizam a necessidade de respeitar o resultado eleitoral e buscar alternativas para o futuro.

    Qual o futuro da direita e do declínio político Bolsonaro?

    Com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar e Eduardo Bolsonaro em autoexílio, a liderança da família na direita está fragilizada. Partidos de centro e direita começam a se posicionar independentemente do clã, enquanto o PL tenta se afastar gradativamente sem parecer desleal. A derrota e a saída de Flávio podem ser o ponto de inflexão para o declínio político da família Bolsonaro no cenário nacional.

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  • Diego Castro coloca nome para disputar Prefeitura de Salvador em 2028

    O deputado estadual reeleito Diego Castro colocou seu nome à disposição do PL para disputar a Prefeitura de Salvador em 2028. Ele defende que a capital baiana tenha uma representação alinhada à direita e afirma estar preparado para o desafio.

    Por que Diego Castro quer a Prefeitura de Salvador?

    Diego Castro argumenta que Salvador precisa de uma liderança que defenda os valores da direita com coragem e compromisso com a população. Ele destaca seu desempenho eleitoral recente como base para o projeto, tendo recebido mais de 37 mil votos na capital e sido o segundo estadual mais votado na Bahia.

    Como o PL planeja a eleição municipal em Salvador?

    O PL considera lançar um candidato próprio para a Prefeitura em 2028, buscando fortalecer a influência bolsonarista na cidade. Diego Castro é um dos nomes cotados, enquanto outras possibilidades envolvem o presidente estadual do partido e o atual prefeito Bruno Reis, embora a derrota de Flávio Bolsonaro tenha complicado algumas estratégias.

    Qual o cenário político para 2028 em Salvador?

    A disputa municipal começa a se desenhar em três frentes: o grupo liderado por ACM Neto e Bruno Reis, o grupo ligado ao governo estadual e o PL, que quer consolidar uma candidatura de direita mais conservadora. Diego Castro afirma que, se for vontade do povo, está pronto para assumir a missão.

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  • As três metas de Flávio Bolsonaro para o debate ao vivo com Lula

    A campanha de Flávio Bolsonaro estabeleceu três metas para o debate ao vivo com Lula, marcado para a noite do próximo domingo, 18. O confronto será o primeiro entre os dois candidatos à Presidência nesta eleição, com ambos tecnicamente empatados nas pesquisas, segundo levantamento Quaest.

    Qual é a primeira meta da campanha no debate Flávio Bolsonaro Lula?

    A principal meta do candidato do PL é garantir pelo menos um empate no debate, um “0 a 0”. Isso porque, mesmo com o cenário atual, Flávio aparece com uma leve vantagem nas pesquisas, e manter o equilíbrio no programa já seria considerado positivo para ele. A campanha quer evitar qualquer desgaste que possa prejudicar essa posição.

    Como a campanha quer evitar provocações de Lula?

    Outro objetivo é não cair nas provocações de Lula, que busca usar o debate para tentar virar o jogo, especialmente após as manifestações recentes que mobilizaram milhares de pessoas. A campanha de Flávio aposta na cautela para não perder o controle durante o embate e manter a postura firme.

    Qual é a estratégia para desequilibrar Lula no debate?

    Mais ousada, a terceira meta é tentar tirar Lula do sério durante o debate. Para isso, a equipe de Flávio pretende abordar temas delicados, como denúncias envolvendo desvio de aposentadorias do INSS e investigações relacionadas a pessoas próximas ao petista, incluindo seu filho e ex-assessores. Além disso, Flávio pode usar uma tática vista em debates anteriores de Jair Bolsonaro: fazer anotações à mão, o que pode causar desconforto no adversário e chamar a atenção do público.

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  • Flávio Bolsonaro vota a favor do fim da escala 6×1 no Senado

    O senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro votou a favor do fim da escala 6×1 na noite de quarta-feira, 14, no Senado. A proposta reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado, sem cortar salários. A medida foi aprovada por 75 senadores e segue para promulgação.

    O que é o fim da escala 6×1?

    Essa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) representa a primeira redução da jornada de trabalho desde 1988. A escala 6×1 obrigava os trabalhadores a cumprir seis dias seguidos de trabalho, com apenas um dia de descanso. Com a mudança, o descanso passa a ser de dois dias, mantendo o salário integral.

    Por que Flávio Bolsonaro mudou de opinião?

    Apesar de votar a favor, Flávio Bolsonaro já havia criticado a proposta, chamando-a de “oportunista” e afirmando que o presidente Lula poderia ter feito a mudança antes. Ele mantém ressalvas, dizendo que a redução pode aumentar a informalidade e exigir mais contratações. O senador prometeu que, se eleito, seu governo arcaria com os custos, mas não detalhou como.

    Qual a proposta do PL para a jornada de trabalho?

    O partido de Flávio Bolsonaro defende um modelo alternativo à CLT, com contratos flexíveis onde o pagamento é proporcional às horas trabalhadas. Essa proposta, baseada na PEC 12/2026, permite jornadas e remunerações ajustadas entre empregado e empregador, diferente da PEC do fim da escala 6×1, que mantém o salário integral.

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  • Alcolumbre busca reeleição no Senado com apoio de Lula e votos do PL

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, está em campanha para sua reeleição em 2027 e conta com parlamentares do centrão e do PL para garantir votos. Ele já tem o compromisso de apoio do presidente Lula para se manter no cargo e aposta na votação da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1, prevista para esta quarta-feira (14), para mostrar força política.

    Como Alcolumbre usa a pauta da PEC da escala 6×1 para fortalecer sua reeleição presidente Senado?

    A PEC da escala 6×1 é uma das prioridades eleitorais de Lula, e Alcolumbre pretende usá-la para reforçar seu projeto de reeleição. A proposta deve ser votada em primeiro turno nesta semana, e o presidente do Senado acredita que a aprovação mostrará sua capacidade de articulação e liderança na Casa.

    Por que Alcolumbre evita uma presidência do PL no Senado?

    Alcolumbre e seus aliados avaliam que a eleição de um presidente do Senado ligado ao PL, partido que elegeu a maior bancada da Casa, poderia diminuir o poder dos senadores nas negociações com o governo federal. Eles argumentam que um comando muito alinhado ao Palácio do Planalto, como deseja o bolsonarismo, prejudicaria a autonomia dos parlamentares, inclusive de senadores do próprio PL que não têm acesso direto ao núcleo político de Flávio Bolsonaro.

    Quem são os concorrentes e como está o cenário para a reeleição presidente Senado?

    Além de Alcolumbre, o senador Rogério Marinho (PL) e a senadora Tereza Cristina (PP) também disputam a presidência do Senado. Tereza Cristina, amiga de Alcolumbre, seria a primeira mulher a comandar a Casa e pretende conquistar votos do atual presidente caso sua candidatura não avance. Ela já solicitou a votação de uma PEC defendida por Flávio Bolsonaro que acaba com a reeleição e pode ampliar o mandato do próximo presidente para até seis anos.

    O cenário político segue em movimentação, com negociações envolvendo pautas, alianças e estratégias para garantir a presidência do Senado a partir de 2027.

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  • Avanço da direita no Senado coloca STF em alerta e movimenta negociações sobre impeachment

    O avanço da direita no Senado é a principal pauta para 2024, com foco no funcionamento do STF e no impeachment de ministros. A bancada do PL terá 19 cadeiras, formando a maior força na Casa, o que acende o alerta no Supremo Tribunal Federal.

    Quem está movimentando o cenário político no Senado?

    O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, tem mantido conversas com ministros do STF, especialmente com o presidente Edson Fachin. Marinho garante que o novo Senado não buscará vingança contra o Supremo, embora o monitoramento continue intenso. No entanto, ele não tem contato com ministros como Alexandre de Moraes e Flávio Dino, que são vistos como símbolos do anti-bolsonarismo.

    Como o STF está reagindo ao avanço da direita no Senado?

    O Supremo acompanha de perto o cenário político, principalmente devido à influência da bancada do PL. Apesar de nem todos os bolsonaristas apoiarem o impeachment de ministros, muitos parlamentares eleitos defendem essa pauta, prometida durante as campanhas eleitorais.

    Quem pode liderar o Senado e qual impacto isso traz?

    A eleição do presidente do Senado, prevista para fevereiro, é decisiva para a relação com o STF. Rogério Marinho é um dos nomes mais cotados para assumir a presidência, podendo superar o atual presidente Davi Alcolumbre (União-AP), ligado à ala de Moraes. Outra possibilidade é Arthur Lira (PP-AL), que pode representar uma liderança mais equilibrada entre as forças políticas.

    Com essa nova configuração, a pauta do Supremo será inevitável no Senado, e as negociações sobre o impeachment dos ministros devem se intensificar ao longo do ano.

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  • STF vê risco de impeachment de ministros com bancada conservadora no Congresso

    Ministros do STF avaliam risco de impeachment de integrantes da corte já no primeiro semestre de 2027, diante da eleição de uma bancada conservadora no Congresso, especialmente no Senado. Para tentar evitar afastamentos, alguns magistrados buscam diálogo com parlamentares mais moderados do PL, partido ligado a Flávio Bolsonaro.

    Qual é a influência da bancada conservadora no risco de impeachment STF?

    O Senado terá pelo menos 49 parlamentares favoráveis ao afastamento de ministros do STF, segundo levantamento, enquanto são necessários 54 votos para abrir um processo de impeachment. O presidente do Senado tem papel decisivo para dar andamento ou não a esses processos, o que preocupa o Supremo.

    Como o STF planeja lidar com o risco de impeachment e o cenário político?

    Com a crise do Banco Master e desgaste da corte, o presidente do STF, Edson Fachin, enfrenta o desafio de manter a integridade da instituição. A corte acredita que, independentemente do resultado da eleição presidencial, continuará no centro das tensões políticas, especialmente com uma bancada anti-STF ativa no Congresso.

    Quais são as preocupações sobre o futuro do STF com nova composição do Congresso?

    Ministros como Alexandre de Moraes e Flávio Dino podem ser alvos prioritários de processos de impeachment. Além disso, o número de indicações para o Supremo nos próximos anos preocupa, pois a corte pode ser influenciada por pautas conservadoras, afetando seu papel de proteger direitos das minorias.

    O cenário político aponta para desafios institucionais e possíveis mudanças na atuação do STF, com debates sobre limitações a decisões individuais e facilitação de pedidos de impeachment, tornando o risco de impeachment STF um tema central para o futuro da corte.

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