Tag: pró-lula

  • Homem é atropelado em ato pró-Lula no Centro de Belo Horizonte

    Um atropelamento durante uma manifestação pró-Lula chamou atenção no Centro de Belo Horizonte na noite de sábado. Um homem de 67 anos foi atingido por um carro que avançou o sinal vermelho enquanto manifestantes atravessavam a faixa de pedestres. O motorista foi preso em flagrante por suspeita de tentativa de homicídio.

    O que aconteceu no ato pró-Lula em Belo Horizonte?

    O incidente ocorreu no cruzamento da Rua da Bahia com a Rua Tupinambás, quando o motorista de um Volkswagen Up amarelo ignorou o sinal vermelho e avançou sobre a faixa onde os manifestantes caminhavam. Segundo relatos, ele atingiu um manifestante, acelerou e fugiu sem prestar socorro. Policiais conseguiram localizar o veículo ainda na Rua da Bahia, no bairro de Lourdes.

    Qual a versão do motorista sobre o atropelamento na manifestação?

    O condutor, de 45 anos, disse que participantes da manifestação teriam arremessado objetos contra o carro, atingindo sua esposa. Ele contou que, com medo de agressões e preocupado com os filhos pequenos, acelerou para sair do local. Afirmou não ter percebido o atropelamento e que planejava chamar o socorro ao chegar em casa.

    Quem é a vítima e qual o estado de saúde dela?

    A vítima, Hilário da Silveira, de 67 anos, é diretor do Sindicato dos Petroleiros de Minas Gerais. Ele sofreu uma fratura grave no tornozelo esquerdo que exigirá cirurgia. Hilário foi atendido inicialmente no Hospital João XXIII e depois transferido para uma unidade particular. Segundo ele, o carro tentou desviar de outra pessoa antes de atingi-lo.

    O que o caso revela sobre a intolerância política?

    Hilário, que participa de manifestações desde a década de 1980, afirmou nunca ter passado por situação parecida. Ele destacou o aumento da intolerância no país e criticou o comportamento do motorista, que colocou em risco várias pessoas ao fugir do local em alta velocidade.

    O motorista foi preso e o caso segue sob investigação para esclarecer todos os detalhes do atropelamento durante a manifestação pró-Lula em Belo Horizonte.

    Leia também: Dois homens são presos em Juazeiro por tráfico de drogas · Homem é preso em flagrante por receptação e adulteração de veículo em Araci · Confeitaria em Itupeva viraliza com coxinha rosa feita por engano

  • Manifestantes pró-Lula fazem atos no Centro de São Paulo nesta quinta

    Manifestantes pró-Lula se reuniram na noite desta quinta-feira (8) em dois atos no Centro de São Paulo, um na Rua Maria Antônia e outro na Praça Roosevelt. Os protestos apoiam a candidatura do presidente Lula (PT) para o segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.

    Quais foram os locais dos atos dos manifestantes pró-Lula?

    O primeiro ato ocorreu na Rua Maria Antônia e teve como destino o MASP, com trajeto pela Rua da Consolação. O segundo protesto aconteceu na Praça Roosevelt. Ambos os locais são pontos tradicionais para manifestações na capital paulista.

    Quem organizou as manifestações no Centro de São Paulo?

    O ato na Rua Maria Antônia foi organizado pela União Estadual dos Estudantes de São Paulo e alunos da Universidade Presbiteriana Mackenzie, mesmo após a reitoria da Mackenzie proibir eventos político-partidários no campus. Já o protesto na Praça Roosevelt contou com a organização do ministro Guilherme Boulos (PSOL), das deputadas federais Erika Hilton, Natalia Boulos e Sônia Guajajara, além da deputada estadual Ediane Maria, todas do PSOL.

    Qual é o contexto político dos atos dos manifestantes pró-Lula?

    Os atos ocorrem quatro dias após o primeiro turno das eleições gerais, que terminou com Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Lula, mas sem nenhum dos candidatos alcançar 50% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro teve 47,03% dos votos, enquanto Lula obteve 45,16%, uma diferença de cerca de 2,2 milhões de votos. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.

    Leia também: Estudo aponta Congresso menos aberto às pautas ambientais na nova legislatura · Flávio Bolsonaro fala em esticar o próprio mandato para até 5 anos e acabar com a reeleição · Salvador investe mais de R$ 1 bilhão em proteção de áreas de risco