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  • Deputada do PSOL aciona PGR contra Flávio Bolsonaro por carta que contesta eleição

    A deputada federal Luciene Cavalcante, do PSOL, protocolou uma ação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) após a divulgação de uma carta em que ele se declarou como o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. O documento, que foi alterado posteriormente para chamá-lo de “líder do Brasil”, questiona o resultado da eleição presidencial.

    O que motivou a ação contra Flávio Bolsonaro?

    De acordo com a deputada, a carta divulgada por Flávio Bolsonaro pode configurar atos de lesa-pátria e crimes contra o Estado Democrático de Direito. Por isso, ela solicitou que a PGR investigue a situação, incluindo possíveis fontes de financiamento, transferências de recursos, contratações de serviços e apoio logístico para deslegitimar o resultado eleitoral.

    Como a carta foi modificada nas redes sociais?

    Inicialmente, Flávio Bolsonaro afirmou ser o “verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Depois, ele publicou uma versão modificada da carta na rede social X, substituindo essa expressão por “líder do Brasil”. A mudança ocorreu após a repercussão negativa da primeira versão do texto.

    Qual o impacto da ação para os moradores?

    Essa ação na PGR traz à tona questionamentos sobre a legitimidade da eleição e o respeito às instituições democráticas. Para os moradores de Camaçari, Salvador e região metropolitana, a investigação pode reforçar a importância do cumprimento das regras eleitorais e da estabilidade política no país.

    A ação contra Flávio Bolsonaro reforça o debate sobre a confiança nas eleições e o papel das autoridades em garantir a democracia, especialmente em tempos de polarização política.

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  • PSOL pede prisão de Bruno Reis e secretário por crise no transporte em Salvador

    O PSOL da Bahia entrou com pedido de prisão do prefeito de Salvador, Bruno Reis, e do secretário de Mobilidade Urbana, Pablo Souza, no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). A ação reforça solicitação anterior da Coligação Brasil da Esperança, que acusa os gestores de não cumprirem ordem judicial para manter a frota de ônibus funcionando integralmente e com gratuidade no dia do segundo turno das eleições, 25 de outubro.

    O que motivou o pedido de prisão de Bruno Reis?

    Segundo a ação, a redução da frota de ônibus prejudicou eleitores que tiveram dificuldade para chegar às seções eleitorais. O PSOL destaca ainda decisão do ministro do STF Cristiano Zanin, que prorrogou o horário de votação até as 19h, devido à gravidade da situação no transporte público naquele dia.

    Como o PSOL avalia a situação do transporte em Salvador?

    O presidente do PSOL Bahia, Ronaldo Mansur, chamou a situação de “uma covardia” contra o povo baiano e criticou a justificativa do prefeito Bruno Reis, que atribuiu a paralisação da frota a poucos adesivos de paralisação. Mansur classificou essa explicação como “canalhice” e “golpe”.

    Qual o impacto do pedido para Salvador?

    O pedido de prisão de Bruno Reis e do secretário de Mobilidade Urbana reforça a pressão sobre a gestão municipal diante da crise no transporte público durante um momento eleitoral crucial. A decisão do TRE-BA ainda está em análise, e a situação segue como tema de debate na cidade.

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