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  • Eleições 2026: 69 parlamentares eleitos estão sob investigação

    Nas eleições de 2026, ao menos 69 parlamentares eleitos para a Câmara dos Deputados e o Senado Federal estão sob investigação, segundo levantamento recente. Esses parlamentares investigados 2026 enfrentam suspeitas que variam de corrupção a fraudes em licitações, reacendendo o debate sobre os critérios éticos adotados pelos partidos na escolha dos candidatos.

    O que dizem os números sobre parlamentares investigados 2026?

    Além dos 69 investigados, pelo menos 33 deputados e senadores respondem a ações penais, incluindo acusações de peculato, desvio de verbas públicas e crimes ambientais. O cenário mostra que a legislação brasileira permite que investigados concorram e assumam mandatos, desde que não estejam enquadrados em hipóteses legais de inelegibilidade, o que gera dúvidas sobre a fiscalização e responsabilidade partidária.

    Como a legislação atual trata os parlamentares investigados 2026?

    A Lei da Ficha Limpa define critérios de inelegibilidade, mas a simples investigação não impede candidaturas. A inelegibilidade depende de condenações judiciais específicas, analisadas pela Justiça Eleitoral. Especialistas destacam que a presunção de inocência é respeitada, mas recomendam critérios éticos mais rigorosos para a escolha dos candidatos.

    Quais são os impactos para os partidos e eleitores?

    Segundo cientistas políticos, a seleção de parlamentares investigados 2026 pode refletir uma estratégia partidária focada na viabilidade eleitoral e nos riscos jurídicos, em vez de uma análise ética profunda. O sistema eleitoral proporcional e o financiamento partidário reforçam a permanência de nomes com base em redes de apoio e votos, dificultando a renovação política e alimentando a desconfiança na política.

    O que muda para a política local e nacional?

    O fato de parlamentares investigados 2026 assumirem cargos pode intensificar o descrédito nas instituições e fortalecer discursos antipolíticos. A transparência sobre as investigações e o funcionamento dos mecanismos de controle são essenciais para garantir a legitimidade do processo eleitoral e a confiança dos eleitores.

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  • Senado marca votação da PEC que acaba com escala 6×1 para quarta-feira

    O fim da escala 6×1 está prestes a ser votado no Senado Federal. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre, marcou para a próxima quarta-feira (14) a votação em primeiro turno da PEC que prevê o descanso remunerado de dois dias por semana e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte no salário.

    O que diz a proposta sobre o fim da escala 6×1?

    A PEC nº 221, de 2019, propõe acabar com a jornada de trabalho de seis dias seguidos por um de descanso, conhecida como escala 6×1. Além disso, estabelece uma regra de transição de 14 meses para a adaptação das empresas e mantém o pagamento integral durante o descanso semanal.

    Qual é o histórico da PEC pelo fim da escala 6×1?

    A proposta foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados em maio deste ano e encaminhada ao Senado. Apesar de tentativas da base do governo para pautar a votação, o presidente do Senado manteve o texto parado até agosto, quando enviou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A CCJ aprovou a PEC no início de setembro, mas a votação no plenário só foi agendada para depois das eleições.

    O que muda para os trabalhadores com o fim da escala 6×1?

    Com a aprovação da PEC, os trabalhadores terão direito a dois dias de descanso remunerado por semana, ao invés de um, e a jornada semanal será reduzida de 44 para 40 horas. Essa mudança promete melhorar a qualidade de vida dos funcionários, mantendo os salários sem redução.

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