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  • Secretário denuncia esquema e cobra TRE por denúncia ignorada em eleição

    O secretário da Semob, Pablo Souza, revelou uma denúncia ignorada pelo TRE-BA sobre um esquema para controlar as garagens das concessionárias OTTrans e Plataforma durante o dia da eleição na Bahia. A denúncia, feita em 16 de setembro via aplicativo Pardal, não recebeu providências até o pleito, segundo o secretário, que expôs a situação após exibição de áudios do Sindicato dos Rodoviários no Jornal da Metrópole.

    Qual o esquema denunciado ao TRE?

    Áudios atribuídos à liderança sindical mostraram uma força-tarefa da CTB para barrar o acesso às garagens e colar material político nos ônibus que saíam para o serviço. O secretário Pablo Souza afirmou que a Semob já havia formalizado uma representação preventiva, mas o TRE não agiu a tempo para impedir a prática.

    Como o secretário criticou o TRE-BA?

    Pablo Souza criticou a decisão do presidente do TRE-BA, desembargador Maurício Kertzman Szporer, que mandou prender um motorista sem consultar a Semob. Ele ressaltou que o tribunal não buscou informações diretamente com a pasta, ao contrário do jornalista Mário Kertész, que entrou em contato para entender a situação. A prisão foi revogada posteriormente pela Justiça.

    O que foi questionado sobre Rui Costa?

    O secretário também levantou dúvidas sobre a presença do ex-governador Rui Costa na sede da Polícia Federal e nas garagens no dia da eleição, ao lado de policiais. Pablo Souza destacou que Rui Costa não tinha cargo público no momento, pois só assume como senador no ano seguinte, e questionou o motivo da sua atuação naquele ambiente.

    O governador Jerônimo Rodrigues foi acusado?

    Quando questionado, Pablo Souza admitiu que as acusações de boicote partiram das legendas partidárias e não diretamente do governador Jerônimo Rodrigues, fazendo uma retratação pública sobre isso durante a entrevista.

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  • TRE-BA revoga prisão do secretário de Salvador e mantém investigação sobre ônibus

    O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) revogou a prisão do secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, durante o segundo turno das eleições, mas manteve a investigação sobre a redução da frota de ônibus no dia da votação. A decisão considerou que a prisão perdeu efeito imediato após o fim da votação.

    Por que a prisão do secretário de Salvador foi revogada?

    Segundo o TRE-BA, a prisão perdeu sua finalidade com o encerramento da votação e não houve pedido de medida cautelar pelo Ministério Público Eleitoral. A revogação não significa que o secretário está absolvido, apenas que a apuração continuará.

    O que a investigação sobre a redução da frota de ônibus em Salvador apura?

    A apuração busca esclarecer quem determinou a diminuição dos ônibus e se houve intenção de prejudicar o deslocamento dos eleitores. A prefeitura, a secretaria e as concessionárias devem preservar e entregar documentos como escalas de motoristas, ordens de serviço e dados de monitoramento em até 48 horas.

    Qual a posição da prefeitura de Salvador sobre o caso?

    O secretário estava em missão oficial em Paris quando a prisão foi decretada. O prefeito Bruno Reis negou que tenha ordenado a redução da frota e afirmou que o atraso ocorreu por causa de empresários que exigiram a retirada de adesivos eleitorais dos ônibus. A prefeitura, segundo ele, autorizou a circulação dos coletivos para garantir o transporte dos eleitores.

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  • Campanha de Lula denuncia falta de transporte em 9 estados no segundo turno

    A campanha de Lula denunciou a falta de transporte em nove estados durante o segundo turno das eleições, dificultando o acesso dos eleitores aos locais de votação. A Bahia está entre os estados afetados, onde ônibus ficaram parados em garagens, segundo fiscalização do Procon-BA.

    O que ocorreu na Bahia com a falta de transporte?

    Em Salvador, o Procon-BA encontrou mais de 500 ônibus parados em garagens, prejudicando o deslocamento dos eleitores. O TRE-BA determinou a recomposição imediata da frota com serviço gratuito e frequência de dias úteis. Também foi solicitada a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, pela Polícia Federal, mas não há confirmação se a ordem foi cumprida. A Prefeitura informou que liberou todos os ônibus, inclusive os com propaganda irregular, para facilitar o transporte.

    Como a falta de transporte afetou outros estados?

    Além da Bahia, a denúncia inclui São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará e Rio de Janeiro. Em São Paulo, houve dificuldades na capital e em Guarulhos. Em Alagoas, vans e micro-ônibus intermunicipais foram insuficientes, com esperas longas e denúncias de cobrança de passagem. Pernambuco relatou problemas para acessar transporte gratuito e impedimentos para embarque. Roraima teve empresas que teriam recusado rotas eleitorais, afetando indígenas. No Piauí, a frota foi reduzida em Teresina. Na Paraíba, ônibus passaram sem parar em pontos importantes. No Pará, a Ilha do Marajó enfrentou problemas, e no Rio de Janeiro, filas e pouca circulação foram relatadas em Petrópolis e São Gonçalo.

    Qual foi a resposta do Tribunal Superior Eleitoral?

    Diante das denúncias, o TSE estendeu o horário de votação até as 19h em todo o país, conforme decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF. A totalização dos votos foi paralisada nas seções que já haviam encerrado a votação para garantir o direito dos eleitores prejudicados.

    Quais dados sustentam as denúncias sobre falta de transporte?

    A campanha apresentou um levantamento com quase 250 mil publicações e mais de 840 mil interações nas redes sociais sobre problemas no transporte entre 8h e 13h30 do dia da votação. Esses números indicam a dimensão das reclamações, mas não comprovam as irregularidades por si só.

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  • PT denuncia falta de ônibus em Salvador e pede multa milionária durante eleições

    A falta de ônibus em Salvador durante o segundo turno das eleições chamou atenção e virou denúncia na Justiça Eleitoral. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, acionou o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) na manhã deste domingo (25) por conta de ônibus que ficaram parados nas garagens, mesmo com relatos de demora e lotação nos coletivos da capital baiana.

    O que motivou a denúncia da falta de ônibus em Salvador?

    Vídeos mostram ônibus lotados e filas grandes nos terminais da Lapa e Águas Claras. Além disso, passageiros relataram problemas no transporte público no Rio Vermelho e na Federação. A federação afirma ter provas de que veículos ficaram recolhidos até as 11h05, contrariando a necessidade de garantir o transporte dos eleitores.

    Qual a resposta da Justiça e o pedido do PT?

    A federação pediu à Justiça Eleitoral a aplicação de multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito Bruno Reis, o secretário municipal de Mobilidade e os donos das empresas de ônibus. Também solicitou que o caso seja encaminhado à Procuradoria Regional Eleitoral para investigar possíveis crimes eleitorais.

    O que diz a Secretaria Municipal de Mobilidade sobre a falta de ônibus em Salvador?

    Em nota, a Semob explicou que houve uma interrupção pontual nas garagens, iniciando na garagem G5, no Caminho de Areia, por causa de uma ocorrência com adesivação de veículos. Depois, a situação teria ocorrido em outras garagens. A secretaria afirmou que equipes estavam mobilizando a saída dos ônibus para normalizar a operação após diálogo com representantes sindicais.

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  • Colinha eleitoral em Camaçari estava em branco e sem partido

    Durante as eleições em Camaçari, a colinha eleitoral camaçari chamou atenção ao ser distribuída em branco e sem qualquer indicação de partido. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) disponibilizou esse material para ajudar os eleitores a agilizar o voto nas urnas eletrônicas.

    O que é a colinha eleitoral camaçari?

    A colinha eleitoral camaçari é um papel em branco, fornecido oficialmente pelo TRE-BA, que permite ao eleitor anotar os números dos candidatos que pretende votar. No vídeo que circulou, ficou claro que não havia nenhum número preenchido nem referência a partidos.

    Por que distribuir a colinha eleitoral camaçari?

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a colinha eleitoral camaçari é recomendada para reduzir filas e acelerar o processo de votação. O eleitor preenche o papel fora da seção eleitoral, e os mesários distribuem o material na fila, conforme as normas eleitorais.

    Houve irregularidades na distribuição da colinha eleitoral camaçari?

    O TRE-BA esclareceu que a colinha eleitoral camaçari não apresenta irregularidades. O material é oficial, não está vinculado a nenhum partido e foi distribuído seguindo as orientações da Justiça Eleitoral para facilitar o voto.

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  • Entrega de colas em branco por mesários em Camaçari não é irregular

    É comum a confusão sobre a entrega de colas em branco por mesários em Camaçari, mas essa prática não configura irregularidade eleitoral. Os papéis, que não estavam preenchidos, foram disponibilizados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para facilitar o voto dos eleitores, o que é permitido pela legislação vigente.

    Por que a entrega de colas em branco não é ilegal?

    Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tribunais eleitorais costumam distribuir colas em branco para auxiliar o eleitorado durante as votações. A irregularidade só ocorre se as colas forem entregues por pessoas ligadas a candidaturas ou se os documentos estiverem preenchidos, total ou parcialmente. No caso de Camaçari, as colas entregues pelos mesários estavam em branco e sem qualquer preenchimento.

    O que diz o vídeo que gerou dúvidas?

    Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostrava uma fiscal alegando irregularidade na entrega das colas. No entanto, ao analisar as imagens, percebe-se que os papéis eram fotocópias em branco, provavelmente feitas no local de votação. A denúncia ganhou repercussão, acumulando milhares de curtidas, mas não se sustenta diante das regras eleitorais.

    Como o TRE-BA apoia essa prática?

    O TRE-BA disponibiliza oficialmente em seu site modelos de colas em branco para as eleições, como já anunciado para o pleito de 2026. Essa ação visa facilitar o processo de votação, garantindo que os eleitores tenham um suporte visual para escolher seus candidatos. A entrega desses papéis em branco pelos mesários é, portanto, uma prática autorizada e comum.

    Em resumo, a entrega de colas em branco em Camaçari é uma medida oficial do TRE-BA para ajudar os eleitores, não configurando nenhuma irregularidade eleitoral, contrariando rumores que circularam nas redes sociais.

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  • TRE-BA registra 21 prisões por crimes eleitorais no 1º turno das eleições

    O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) registrou 21 prisões crimes eleitorais até as 14h deste domingo (4), durante o 1º turno das Eleições 2026. Além disso, 81 urnas eletrônicas foram substituídas em todo o estado, sendo três delas em Salvador.

    Quais crimes eleitorais levaram às prisões?

    As prisões crimes eleitorais ocorreram por práticas como boca de urna, divulgação irregular de propaganda e corrupção eleitoral. Em casos considerados de menor potencial ofensivo, os envolvidos tiveram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) lavrado e foram liberados sem audiência de custódia.

    Como o TRE-BA fiscalizou a propaganda eleitoral?

    Até meio-dia deste domingo, o Centro Integrado de Inteligência em Propaganda Eleitoral Digital (CIIP) recebeu 351 solicitações e registrou 397 denúncias de irregularidades relacionadas a conteúdos na internet, rádio e televisão. Todas as ocorrências foram encaminhadas pelo Processo Judicial Eletrônico (PJe).

    O que muda para os eleitores na Bahia?

    Com a fiscalização intensa e as prisões crimes eleitorais registradas, o TRE-BA reforça o combate a práticas ilegais nas eleições, buscando garantir um processo mais justo e transparente para os moradores de Salvador e demais cidades baianas.

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