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  • Elinaldo faz reunião secreta com dois vereadores e impõe Herbinho na Câmara

    Uma reunião secreta vereadores com o ex-prefeito Elinaldo Araújo em Camaçari causou burburinho na política local. O encontro contou apenas com dois dos doze vereadores de oposição, Herbinho e Elias Natan, e resultou na indicação de Herbinho como candidato do grupo para presidir a Câmara Municipal no biênio 2027/2028. A decisão surpreendeu pela exclusão dos demais parlamentares da base aliada, que vinham se articulando para disputar o cargo.

    O que motivou a reunião secreta vereadores?

    Segundo a fonte que revelou as informações, Elinaldo optou por uma reunião fechada para garantir a escolha de Herbinho sem interferências. A estratégia ignorou a bancada completa, causando descontentamento entre os vereadores que ficaram de fora do processo decisório.

    Como a reunião secreta vereadores impacta a Câmara Municipal?

    A tática de definir o futuro presidente da Câmara entre quatro paredes promete aumentar a tensão entre os parlamentares. A exclusão deliberada de vários vereadores pode gerar divisões internas e dificultar a governabilidade da Casa Legislativa no próximo biênio.

    O que muda para a política local em Camaçari?

    Com Herbinho confirmado como candidato único na base aliada, a disputa pela presidência da Câmara ganha um novo capítulo. A movimentação mostra que Elinaldo ainda exerce influência significativa e quer controlar os rumos do Legislativo, mesmo que isso gere atritos com seus próprios aliados.

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  • Ato político em Camaçari interrompe aulas e gera denúncias de agressões

    Um ato político em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, causou confusão e agressões na última quinta-feira (22). A manifestação, que teve como líderes os vereadores Jamessom e Maurício Qualidade, interrompeu as aulas no Colégio Estadual de Camaçari e gerou denúncias de violência física contra estudantes e ataques verbais a professores.

    O que aconteceu durante o ato político em Camaçari?

    O grupo utilizou minitrios elétricos para fazer ataques contra alunos e professores que apoiavam o candidato Lula (PT). A confusão começou perto do Sindicato dos Professores da Rede Pública de Camaçari, onde os vereadores teriam proferido xingamentos contra a categoria. Depois, seguiram até a frente do colégio, aumentando o clima de tensão.

    Quem sofreu com as agressões e interrupções?

    Uma estudante chamada Keila registrou boletim de ocorrência após relatar agressão física durante o protesto. O Grêmio Estudantil Tempos Modernos criticou a paralisação das aulas e disse que o barulho e as provocações prejudicaram o planejamento e as avaliações escolares. O presidente Lula se manifestou nas redes sociais, demonstrando solidariedade aos estudantes e professores afetados.

    Qual o histórico dos vereadores envolvidos?

    O vereador Jamessom já teve conflitos anteriores com a categoria docente. Em abril de 2026, ele rasgou o contracheque da presidente do sindicato dos professores durante uma sessão da Câmara Municipal, um ato que gerou forte repercussão e pedidos de desculpas posteriores.

    Esse episódio recente em Camaçari reforça o clima tenso entre políticos locais e a comunidade escolar, com consequências diretas para o ambiente educacional da cidade.

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  • Aulas suspensas em colégio de Camaçari após ato político de vereadores

    As aulas do Colégio Estadual de Camaçari, conhecido como antigo Colégio Modelo, foram suspensas na tarde desta quinta-feira (22) após um ato político organizado por vereadores de oposição em apoio ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). O evento, que ocorreu em frente à escola, contou com a participação dos vereadores Jamessom (PL) e Maurício Qualidade (União) e resultou em ofensas a professores e alunos.

    O que motivou a suspensão das aulas em Camaçari?

    Segundo a presidente do Grêmio Estudantil Tempos Modernos, Kailane Simplício, os vereadores pararam dois minitrios em frente ao colégio e iniciaram acusações contra professores, como a de usar o cargo para fins político-partidários. Em um vídeo divulgado, o vereador Maurício Qualidade chama um professor de “bandido travestido de professor” por supostamente fazer campanha durante o horário de trabalho.

    Qual foi a reação do movimento estudantil?

    O Grêmio Estudantil emitiu uma nota de repúdio ao ato, afirmando que não aceitará o silenciamento do movimento estudantil nem as acusações e ofensas feitas. O grupo destacou que a educação, a informação e a participação dos estudantes são direitos que devem ser respeitados e repudiou a perturbação do sossego que prejudicou as aulas, citando o artigo 42 da Lei das Contravenções Penais.

    Como o ato político afetou o dia a dia do colégio?

    Além da suspensão das aulas, o episódio gerou um ambiente tenso na escola, com o movimento estudantil reforçando a necessidade de um ambiente de paz e tranquilidade para todos. O vereador Jamessom também participou do ato na terça-feira (20), e o evento se repetiu na quarta (21) sem a presença dele.

    Até o fechamento desta matéria, Jamessom não havia se manifestado sobre o ocorrido. O espaço segue aberto para posicionamentos.

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  • Vereadores de Salvador disputam AL-BA e Congresso com apenas um eleito

    Na última eleição, 16 vereadores de Salvador entraram na disputa por vagas na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e no Congresso Nacional, mas apenas um conseguiu se eleger. Esse cenário mostra a força e os desafios dos edis da capital baiana que buscam cargos maiores.

    Quem foram os vereadores candidatos?

    Dos 43 vereadores da Câmara Municipal de Salvador, 16 se candidataram no pleito recente. Seis deles tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados, nove concorreram à AL-BA e uma vereadora disputou a suplência no Senado Federal. Entre os candidatos à AL-BA estavam nomes como Cézar Leite (PL) e George, o Gordinho da Favela (PP). Para a Câmara dos Deputados, disputaram vereadores como Sandro Filho (PP) e Duda Sanches (PSDB). A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) concorreu à suplência do Senado na chapa do senador Jaques Wagner.

    Qual foi o desempenho dos vereadores nas urnas?

    Sandro Filho, do Progressistas, foi o único vereador eleito deputado federal, com mais de 167 mil votos, disparando à frente dos demais candidatos. Duda Sanches e Maurício Trindade, ambos do PSDB, ficaram como suplentes, com cerca de 57 mil e 44 mil votos, respectivamente. Na disputa pela AL-BA, os votos variaram entre 12 mil e 34 mil, com Cézar Leite alcançando a maior votação e ficando como 1º suplente do PL. Outros vereadores ficaram em posições de suplência, mas sem conseguir a eleição direta.

    O que os números revelam sobre os vereadores de Salvador?

    A média de votos entre os 15 vereadores candidatos (excluindo a suplente ao Senado) foi de 35 mil, enquanto a mediana ficou em cerca de 25 mil votos. Essa disparidade evidencia a força desigual dos candidatos. Apenas dois ultrapassaram os 50 mil votos, enquanto cinco não chegaram a 20 mil. Isso indica que, apesar do número expressivo de vereadores na disputa, a maioria não conseguiu grande expressividade nas urnas.

    Qual o impacto para a política local?

    Com apenas um vereador eleito para o Congresso e vários ficando como suplentes, a influência direta da Câmara Municipal de Salvador no legislativo estadual e federal permanece limitada. Essa realidade pode trazer desafios para a representação dos interesses da cidade nestes espaços políticos nos próximos anos.

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  • Confusão entre vereadores marca madrugada de eleição em Mata de São João

    Na madrugada do domingo, dia 4, uma confusão envolvendo vereadores de Mata de São João agitou a localidade de Jardim Imbassaí, no litoral do município. A confusão ocorreu por volta da 1h e terminou com a presença da Polícia Militar após uma denúncia da vereadora Kennya Pontecia contra o vereador Thiago Veloso.

    O que motivou a confusão entre vereadores em Mata de São João?

    Segundo Kennya Pontecia, Thiago Veloso foi flagrado distribuindo milhares de santinhos pelas ruas da comunidade durante a madrugada, o que configura propaganda irregular na véspera da eleição. Kennya compartilhou imagens do vereador dentro de um carro branco, acompanhado de assessores, e afirmou que ele teria ameaçado sua família.

    Como o vereador Thiago Veloso reagiu às acusações?

    Thiago Veloso respondeu às acusações com vídeos e áudios, nos quais chamou as declarações de “ridículas” e “vergonhosas”. Ele afirmou que a vereadora deverá responder judicialmente pelas alegações e classificou o episódio como desespero político. Veloso também contestou a atuação de Kennya no Jardim Imbassaí, dizendo que ela não pode impedir sua circulação na comunidade.

    Qual foi o desfecho da confusão na madrugada da eleição?

    O clima esquentou ainda mais quando o carro de Veloso foi bloqueado por dois veículos, e o marido da vereadora teria colocado um tanque vazio na via para impedir a passagem. A Polícia Militar da 53ª CIPM foi acionada e compareceu ao local para apurar a situação. Até o momento, as acusações e a tentativa de bloqueio estão sendo investigadas pelas autoridades competentes.

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