Tag: violência contra mulheres

  • Homem procurado por feminicídio em Juazeiro entra no Baralho do Crime Lilás

    Um homem acusado de feminicídio em Juazeiro, no norte da Bahia, foi incluído no Baralho do Crime Lilás da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA). José Carlos Martins ocupa agora a carta Ás de Paus dessa ferramenta que divulga informações sobre homens procurados por violência contra mulheres.

    O que aconteceu em Juazeiro?

    O crime ocorreu no dia 17 de outubro, quando a vítima foi esfaqueada após uma discussão na casa onde moravam. Segundo as investigações, o ataque aconteceu depois que a mulher manifestou o desejo de terminar o relacionamento.

    Como funciona o Baralho do Crime Lilás?

    O Baralho do Crime Lilás é uma iniciativa da SSP-BA que divulga dados de homens procurados por violência contra mulheres, facilitando a identificação e a colaboração da população para a captura dos suspeitos.

    Como ajudar com informações?

    Informações sobre o paradeiro de José Carlos Martins podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia, pelo número 181. A colaboração é fundamental para que a justiça seja feita e para a segurança das mulheres na região.

    Leia também: Capitão de Cabo Verde é inocentado de acusação na Nova Zelândia · Alejo Véliz explica nova função no Bahia após jejum de gols · Homem absolvido Ilhéus após acusação de matar três mulheres

  • Denúncia sobre lista em escola de Feira de Santana vai ao MPBA

    Uma denúncia envolvendo uma lista que classificava alunas como as “mais estupráveis” no Colégio Anísio Teixeira, em Feira de Santana, foi encaminhada ao Ministério Público da Bahia (MPBA). O caso ganhou repercussão após uma estudante relatar o episódio nas redes sociais no dia 8 de outubro.

    O que diz a denúncia sobre a lista em escola Feira de Santana?

    Segundo a jovem, a lista teria sido fixada em uma sala de aula e depois retirada pela direção da escola, que não teria tomado medidas imediatas. Além disso, alunos teriam usado máscaras de homens envolvidos em casos de violência contra mulheres durante um trote estudantil, o que agravou a situação.

    Como as autoridades estão lidando com o caso?

    A investigação está sob responsabilidade da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) de Feira de Santana. Embora o MPBA tenha confirmado o recebimento da denúncia pelo Portal do Cidadão, não divulgou detalhes sobre o conteúdo ou as ações futuras relacionadas ao caso.

    Qual o impacto para a comunidade escolar e região?

    O episódio gerou grande repercussão na comunidade escolar e motivou pedidos de apuração, especialmente devido a comentários envolvendo violência sexual e assassinato de mulheres feitos por alguns estudantes. As autoridades seguem investigando as circunstâncias para definir os próximos passos.

    Leia também: Paolla Oliveira denuncia ataques após revelar apoio político a Lula · Campanha de Lula vai à OEA com denúncia contra Meta por suposta interferência eleitoral · Polícia apreende coletes balísticos e munições em Montinho, Itabela

  • Denúncia de lista ‘mais estupráveis’ mobiliza escola na Bahia

    Uma denúncia sobre uma lista intitulada “mais estupráveis” em uma escola da Bahia tem causado mobilização entre estudantes, pais e autoridades. Segundo relatos, a suposta lista foi elaborada por alunos e exposta em uma sala de aula, o que gerou revolta e preocupação na comunidade escolar.

    O que aconteceu na escola da Bahia?

    De acordo com denúncias feitas por estudantes, durante um trote escolar, alguns alunos usaram máscaras com imagens de homens envolvidos em casos de violência contra mulheres e fizeram comentários ofensivos. No mesmo dia, teria sido encontrada uma lista com nomes de meninas de diferentes turmas, classificadas como “mais estupráveis” e exibida na parede de uma sala. A escola, porém, nega a existência da lista, mas confirmou a suspensão de quatro alunos enquanto investiga o caso.

    Como a escola e as famílias estão reagindo?

    A mãe de uma aluna, Joelma Nascimento, expressou preocupação com a falta de esclarecimentos por parte da direção do Colégio Anísio Teixeira, localizado na Bahia. Ela afirmou que não houve contato direto com os pais para explicar o ocorrido e cobrou medidas efetivas para proteger os estudantes. Um grupo de alunos realizou um protesto pedindo justiça e respeito após a divulgação dos fatos.

    Quais medidas estão sendo tomadas pela escola?

    O Colégio Anísio Teixeira divulgou nota afirmando que acompanha as situações com atenção e está adotando medidas pedagógicas respeitando a legislação vigente e os direitos dos envolvidos. A instituição garantiu que as alunas mencionadas receberão acompanhamento psicológico e que promoverá campanhas de conscientização sobre violência contra mulheres. A escola enfatizou o compromisso com um ambiente seguro e respeitoso para todos.

    Qual é o andamento das investigações?

    A Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI) de Feira de Santana abriu procedimento para apurar a suposta apologia e incitação ao crime envolvendo estudantes do colégio. Diligências e oitivas estão em curso para esclarecer os fatos. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a existência da lista, o número de alunas mencionadas ou os responsáveis pela sua elaboração.

    Esse episódio levanta questionamentos sobre a segurança e o respeito no ambiente escolar, além da necessidade de ações concretas para proteger os estudantes e garantir um espaço livre de violência e discriminação.

    Leia também: Débora Regis critica oposição velada em Lauro de Freitas e destaca trabalho na gestão · Vereador é suspenso por 60 dias em Vitória da Conquista após denúncia de rachadinha · Denúncia aponta suspeitas em pagamentos de obra de praça em Quixabeira