Categoria: Política

  • Votos da terceira via podem beneficiar Flávio Bolsonaro no 2º turno

    Com Lula e Flávio Bolsonaro disputando o segundo turno das eleições presidenciais em 25 de outubro, a atenção se volta para a migração dos votos da chamada terceira via, que somou cerca de 9,3 milhões no primeiro turno. Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado foram os principais nomes dessa terceira via, mas até agora não declararam apoio a nenhum dos finalistas.

    Para onde vão os votos da terceira via?

    Segundo a cientista política Cila Schulman, a transferência dos votos da terceira via tende a favorecer Flávio Bolsonaro. Ela explica que Lula está sozinho no campo da esquerda e não consegue atrair os eleitores desses candidatos. Além disso, os eleitores de Renan, Cury e Caiado, em sua maioria, não aprovam o governo atual, o que pode beneficiar a oposição.

    O que indicam as pesquisas sobre os votos da terceira via?

    Pesquisas recentes mostram que Flávio Bolsonaro deve receber a maior parte dos votos de Cury, Renan e Caiado no segundo turno. Por exemplo, 60% dos eleitores de Renan escolheriam Flávio, enquanto apenas 11% optariam por Lula. Apesar disso, uma parcela significativa desses eleitores pode votar em branco, anular o voto ou não comparecer às urnas.

    Como foi a migração de votos em 2022?

    Nas eleições de 2022, Lula recebeu menos votos da terceira via no segundo turno do que seu adversário Jair Bolsonaro, mesmo com apoios políticos importantes. Cerca de 10 milhões de votos do primeiro turno migraram para Lula e Bolsonaro, sendo a maioria para Bolsonaro. Isso mostra que a transferência de votos nem sempre segue as expectativas das pesquisas.

    O que muda para o eleitor no segundo turno?

    Com a campanha do segundo turno iniciando, Lula e Flávio terão tempo igual na TV e no rádio para tentar conquistar os eleitores da terceira via. Os debates entre os candidatos estão marcados para os dias 11, 18 e 23 de outubro, e poderão influenciar a decisão dos eleitores indecisos ou que ainda não definiram seu voto.

    Leia também: Jerônimo Rodrigues é reeleito com 55,8% e mantém PT na Bahia · STF vê risco de impeachment de ministros com bancada conservadora no Congresso · Jerônimo e Wagner prometem ampliar votação na Bahia para Lula no segundo turno

  • Jerônimo Rodrigues é reeleito com 55,8% e mantém PT na Bahia

    O governador Jerônimo Rodrigues foi reeleito no primeiro turno com 55,8% dos votos válidos, garantindo mais quatro anos no comando do Governo da Bahia. A vitória consolidou a permanência do PT no estado, superando o adversário ACM Neto, que obteve 43,7% dos votos. O resultado mostrou a força da campanha e da estrutura política construída pelo petista.

    Como a reeleição de Jerônimo Rodrigues se consolidou?

    Apesar de pesquisas indicarem uma disputa acirrada, nos últimos dias antes da eleição, levantamentos apontaram a possibilidade de vitória já no primeiro turno para Jerônimo Rodrigues. A articulação com prefeitos e lideranças municipais, que somaram mais de 360 apoios, foi fundamental para ampliar a capilaridade da campanha em 417 municípios da Bahia. Essa presença territorial ampla ajudou a conquistar o eleitorado do interior, diferentemente da estratégia do adversário, que focou mais nos grandes centros.

    Quais fatores influenciaram o resultado das urnas?

    Além da atuação política, a campanha de Jerônimo Rodrigues destacou obras e investimentos realizados no primeiro mandato, como hospitais, policlínicas, unidades básicas de saúde, ambulâncias e viaturas. A divulgação dessas ações reforçou a imagem de continuidade e compromisso com o desenvolvimento do estado. A participação do presidente Lula também foi vista como um reforço importante para a base petista na Bahia.

    Quem é Jerônimo Rodrigues e o que muda para a Bahia?

    Natural de Aiquara, Jerônimo Rodrigues tem 61 anos, é engenheiro agrônomo e professor universitário. Antes de governador, ocupou cargos nas secretarias de Desenvolvimento Rural e Educação da Bahia. Com a reeleição, o PT mantém sua hegemonia no estado desde 2007. O novo mandato terá o desafio de transformar o capital político em ações concretas e continuidade das obras prometidas, garantindo avanços para os baianos.

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  • STF vê risco de impeachment de ministros com bancada conservadora no Congresso

    Ministros do STF avaliam risco de impeachment de integrantes da corte já no primeiro semestre de 2027, diante da eleição de uma bancada conservadora no Congresso, especialmente no Senado. Para tentar evitar afastamentos, alguns magistrados buscam diálogo com parlamentares mais moderados do PL, partido ligado a Flávio Bolsonaro.

    Qual é a influência da bancada conservadora no risco de impeachment STF?

    O Senado terá pelo menos 49 parlamentares favoráveis ao afastamento de ministros do STF, segundo levantamento, enquanto são necessários 54 votos para abrir um processo de impeachment. O presidente do Senado tem papel decisivo para dar andamento ou não a esses processos, o que preocupa o Supremo.

    Como o STF planeja lidar com o risco de impeachment e o cenário político?

    Com a crise do Banco Master e desgaste da corte, o presidente do STF, Edson Fachin, enfrenta o desafio de manter a integridade da instituição. A corte acredita que, independentemente do resultado da eleição presidencial, continuará no centro das tensões políticas, especialmente com uma bancada anti-STF ativa no Congresso.

    Quais são as preocupações sobre o futuro do STF com nova composição do Congresso?

    Ministros como Alexandre de Moraes e Flávio Dino podem ser alvos prioritários de processos de impeachment. Além disso, o número de indicações para o Supremo nos próximos anos preocupa, pois a corte pode ser influenciada por pautas conservadoras, afetando seu papel de proteger direitos das minorias.

    O cenário político aponta para desafios institucionais e possíveis mudanças na atuação do STF, com debates sobre limitações a decisões individuais e facilitação de pedidos de impeachment, tornando o risco de impeachment STF um tema central para o futuro da corte.

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  • Jerônimo e Wagner prometem ampliar votação na Bahia para Lula no segundo turno

    O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e o senador Jaques Wagner conversaram com o presidente Lula logo após o primeiro turno das eleições. Eles prometeram manter uma mobilização intensa no estado para ampliar a votação na Bahia a favor de Lula nas próximas semanas.

    Qual o cenário eleitoral na Bahia após o primeiro turno?

    Com quase 100% das urnas apuradas, Lula ficou em segundo lugar na disputa presidencial, atrás de Flávio Bolsonaro, que teve cerca de 47% dos votos válidos contra 45% do petista. A Bahia, um dos principais redutos de Lula, reelegeu Jerônimo Rodrigues para governador e os senadores Rui Costa e Jaques Wagner, consolidando o apoio local ao PT.

    Como Jerônimo e Wagner planejam ampliar a votação na Bahia?

    Segundo aliados, Jerônimo e Wagner informaram a Lula que vão manter uma mobilização “diuturna” no estado durante as próximas três semanas. O objetivo é fortalecer a campanha e aumentar a votação do presidente no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

    Por que a Bahia é importante para a estratégia de Lula?

    A Bahia representa um dos principais redutos eleitorais de Lula e deve ser fundamental para tentar reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro. A reeleição de lideranças locais do PT reforça a base política que pode influenciar o resultado final na região.

    Leia também: Jerônimo Rodrigues é eleito governador da Bahia no 1º turno com 55,8% dos votos · Michelle Bolsonaro enfrenta vaias e bate-boca ao votar em Brasília · Apuração das eleições começa às 17h com balanço parcial do TSE

  • Jerônimo Rodrigues é eleito governador da Bahia no 1º turno com 55,8% dos votos

    Jerônimo Rodrigues foi eleito governador da Bahia no 1º turno das eleições realizadas em 4 de outubro de 2026, conquistando 55,8% dos votos válidos. A vitória assegura que ele assuma o comando do estado a partir do próximo ano, com Geraldo Júnior como vice-governador.

    Como Jerônimo Rodrigues garantiu a vitória no 1º turno?

    A campanha de Jerônimo Rodrigues foi marcada por debates intensos sobre temas prioritários para a Bahia, como melhorias nos serviços públicos, investimentos em infraestrutura e desenvolvimento econômico regional. A chapa conseguiu formar uma ampla coalizão partidária, dialogando com as demandas das principais regiões do estado, o que contribuiu para a vitória expressiva.

    O que muda com Jerônimo Rodrigues governador da Bahia?

    Com a definição do novo governador, o foco político agora se volta para a montagem da base de sustentação na Assembleia Legislativa e na bancada federal. A governabilidade será fundamental para aprovar reformas e o orçamento estadual nos próximos anos, garantindo a implementação do plano de governo da nova gestão.

    Próximos passos após a eleição

    A solenidade de diplomação dos eleitos ocorrerá conforme os prazos da Justiça Eleitoral, oficializando a vitória. O portal seguirá acompanhando a transição de governo, a composição do secretariado e os primeiros passos da nova gestão com matérias e entrevistas exclusivas.

    Leia também: Michelle Bolsonaro enfrenta vaias e bate-boca ao votar em Brasília · Apuração das eleições começa às 17h com balanço parcial do TSE · Bruno Reis vota em Salvador e aposta na vitória de ACM Neto e aliados

  • Michelle Bolsonaro enfrenta vaias e bate-boca ao votar em Brasília

    Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama e candidata ao Senado pelo Distrito Federal, enfrentou vaias ao chegar para votar em Brasília. O episódio aconteceu na escola onde ela e outras candidatas, como Bia Kicis e Celina Leão, também foram registrar seus votos.

    O que aconteceu quando Michelle Bolsonaro chegou para votar?

    Ao entrar na escola, Michelle Bolsonaro e as candidatas foram recebidas com vaias. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o grupo é vaiado por eleitores presentes no local.

    Como foi a reação de Michelle Bolsonaro às vaias?

    Em determinado momento, Michelle Bolsonaro se envolveu em um bate-boca com uma eleitora que a criticou duramente, afirmando que ela “vai para o inferno”. Michelle respondeu repetindo diversas vezes “eu te amo em Cristo” para a mulher, que rebateu dizendo que a mão da ex-primeira-dama estava suja e que a odiava no inferno.

    O que muda para os moradores do Distrito Federal?

    O episódio mostra o clima tenso e polarizado que envolve as eleições no Distrito Federal, com manifestações fortes contra algumas candidatas. A reação de Michelle Bolsonaro às vaias pode influenciar a percepção dos eleitores sobre a postura dos candidatos diante das críticas.

    Leia também: Apuração das eleições começa às 17h com balanço parcial do TSE · Bruno Reis vota em Salvador e aposta na vitória de ACM Neto e aliados · Ministro do STF cobra Anatel sobre internet móvel gratuita nas eleições

  • Apuração das eleições começa às 17h com balanço parcial do TSE

    A apuração das eleições começa às 17h no horário de Brasília, logo após o encerramento da votação em todo o Brasil. Mais de 158,7 milhões de eleitores participaram da escolha dos 54 senadores, 513 deputados federais, 11.728 deputados estaduais e distritais, além de governadores e presidente da República.

    Como funciona a apuração das eleições?

    Assim que as urnas fecham, a Justiça Eleitoral inicia a contagem dos votos para definir os candidatos eleitos. No total, 319 disputaram o Senado, 7.803 concorreram a deputado federal e milhares a cargos estaduais e distritais. O processo também revela quem segue para o segundo turno para presidente e governadores, quando aplicável.

    Qual o balanço parcial divulgado pelo TSE?

    Até o meio-dia, o Tribunal Superior Eleitoral informou que 935 urnas foram substituídas durante o dia de votação, sem necessidade de uso da votação manual em nenhuma seção. A votação ocorreu em 104 países, onde eleitores podem votar apenas para presidente, e no exterior já havia encerrado em pelo menos 36 países às 16h20 de Brasília.

    Onde acompanhar a apuração das eleições?

    O resultado da apuração pode ser acompanhado em tempo real pelo site do Senado, que mostra os votos para senador, presidente e governador. Também é possível usar o aplicativo Resultados, da Justiça Eleitoral, para acompanhar todos os cargos em disputa.

    Leia também: Bruno Reis vota em Salvador e aposta na vitória de ACM Neto e aliados · Ministro do STF cobra Anatel sobre internet móvel gratuita nas eleições · Eleições 2026: conheça os candidatos ao governo do Distrito Federal

  • Bruno Reis vota em Salvador e aposta na vitória de ACM Neto e aliados

    O prefeito de Salvador, Bruno Reis, votou neste domingo no bairro do Itaigara e mostrou confiança na vitória de ACM Neto e dos candidatos ao Senado, João Roma e Angelo Coronel. O clima nas urnas, segundo ele, é de mudança e otimismo para a capital baiana.

    Como foi a votação de Bruno Reis em Salvador?

    Bruno Reis foi às urnas acompanhado da esposa, filhos e aliados políticos, incluindo secretários municipais e deputados. Antes de votar, ele esteve com ACM Neto e João Roma, que votaram na Ufba, no bairro do Canela, e depois acompanhou Angelo Coronel na votação em Stella Maris.

    Qual a expectativa de Bruno Reis para as eleições na Bahia?

    O prefeito declarou que o sentimento predominante em Salvador é de mudança. Ele afirmou que a população está confirmando a vitória do número 44, que representa ACM Neto, além dos senadores Angelo Coronel e João Roma, reforçando a confiança em uma nova fase para o estado.

    Por que a votação de Bruno Reis em Salvador é importante?

    Como líder da capital baiana, o voto de Bruno Reis simboliza apoio político e influência na região metropolitana. Sua presença e declaração reforçam o clima de otimismo e mobilização dos aliados para as eleições na Bahia.

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  • Ministro do STF cobra Anatel sobre internet móvel gratuita nas eleições

    O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 48 horas para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se posicionar sobre o pedido de internet móvel gratuita nas eleições de outubro. A solicitação visa garantir que usuários tenham acesso à internet mesmo após o fim da franquia de dados durante o período eleitoral.

    Qual é o pedido para a internet móvel gratuita nas eleições?

    A ação foi apresentada pelo Partido Verde (PV) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Eles querem impedir que as operadoras bloqueiem a navegação nas 72 horas antes e nas 24 horas depois de cada turno das eleições, garantindo acesso livre para todos os usuários.

    Por que o acesso à internet é tema nas eleições?

    Segundo as entidades, permitir acesso gratuito apenas a alguns aplicativos enquanto outros são bloqueados cria desigualdade no acesso à informação. O pedido busca assegurar que todos tenham as mesmas condições para acompanhar notícias e votar de forma consciente.

    Quais os próximos passos após o pedido à Anatel?

    Além da Anatel, o ministro Zanin também solicitou manifestações da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Procuradoria-Geral da República (PGR) dentro do mesmo prazo. Ele ainda não decidiu sobre o pedido, pois quer analisar os impactos técnicos e financeiros antes de tomar uma decisão final.

    O tema da internet nas eleições tem ganhado atenção por seu impacto direto no acesso à informação e na transparência do processo eleitoral. A decisão da Anatel poderá definir como os serviços de telecomunicações atuarão durante os dias de votação, influenciando a experiência dos eleitores.

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  • Eleições 2026: conheça os candidatos ao governo do Distrito Federal

    Os candidatos governo DF estão na disputa pelo cargo de governador do Distrito Federal nas eleições de 2026, que ocorrem em 4 de outubro. O Distrito Federal possui 2.253.132 eleitores aptos a votar, sendo 54% mulheres e 46% homens. O segundo turno, se necessário, será em 25 de outubro.

    Quem são os candidatos ao governo do Distrito Federal?

    Os concorrentes ao governo do DF são, em ordem alfabética conforme o nome na urna eletrônica: Ricardo Garcia Cappelli (PSB), Celina Leão Hizim Ferreira (Propósito e Ação), Elisson Ferreira Freire (Agir), Expedito Carneiro de Mendonça (PCO), Francisco Queiroz Caputo Neto (Novo), Leandro Antônio Grass Peixoto (DF do Povo), Paula Moreno Paro Belmonte (Federação PSDB Cidadania), Robson Raymundo da Silva (PSTU), Samara Mineiro Oliveira (UP) e Alderico da Silva Pinheiro Filho (PRTB).

    Qual o perfil do eleitorado do Distrito Federal?

    Entre os eleitores que declararam cor ou raça, 49,17% se identificam como pardos, 38,02% como brancos, 11,71% como pretos, 0,89% como amarelos e 0,22% como indígenas. Além do governo, o eleitorado do DF votará para presidente, vices, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

    Quando ocorrem as eleições e o que será escolhido?

    O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro de 2026, com possível segundo turno em 25 de outubro. Serão eleitos os chefes do Poder Executivo — presidente da República, governadores e seus vices — e representantes do Legislativo nas esferas federal, estadual e distrital.

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