Categoria: Política

  • Conheça os seis candidatos ao governo de Goiás nas eleições de 2026

    Nas eleições de 2026, seis nomes disputam o comando do governo de Goiás. O estado conta com mais de 5 milhões de eleitores aptos, sendo a maioria mulheres. O primeiro turno está previsto para 4 de outubro, com um possível segundo turno em 25 do mesmo mês.

    Quem são os concorrentes ao governo de Goiás?

    Os candidatos ao governo de Goiás são Daniel Vilela (Pra Goiás Seguir Em Frente), Danilo da Silva (PCO), Luciana Amorim (UP), Luís Cesar Bueno (Goiás Pode Mais), Marconi Perillo (Goiás Pode Muito Mais) e Wilder Morais (Goiás que Cresce). Eles aparecem na urna em ordem alfabética.

    Qual o perfil do eleitorado goiano?

    O eleitorado de Goiás é composto por 53% de mulheres e 47% de homens. Quanto à cor ou raça declarada, 59,17% se identificam como pardos, 29,95% como brancos, 9,71% como pretos, 1,06% amarelos e 0,12% indígenas. Essa diversidade é importante para os candidatos ao governo de Goiás.

    O que será decidido nas eleições de 2026?

    Além do governador e vice, os eleitores escolherão presidente da República, senadores e deputados federais, estaduais e distritais. O processo eleitoral começa em 4 de outubro, com um possível segundo turno em 25 de outubro.

    Leia também: Lula promete reforma política e no Judiciário a empresários · Por que o Congresso tem duas casas? Entenda a diferença entre Câmara e Senado · Pesquisa para governador no Ceará mostra empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano

  • Lula promete reforma política e no Judiciário a empresários

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre reforma política e judiciário durante um jantar com 600 empresários em São Paulo, na noite desta sexta-feira. Ele destacou a necessidade de uma reforma política “de verdade” num possível novo mandato e prometeu revisar o sistema judiciário brasileiro.

    O que Lula disse sobre a reforma política e o Judiciário?

    Lula afirmou que o Congresso não deveria controlar o orçamento da União e que é preciso coragem para fazer mudanças profundas. Sobre o Judiciário, ele criticou a situação atual e mencionou que foi o único presidente a promover uma reforma nessa área, expressando surpresa com casos de corrupção envolvendo figuras públicas.

    Como foi o jantar com empresários e lideranças?

    O evento contou com a presença de grandes empresários como Joesley Batista, Ivan Monteiro e Milton Maluhy Filho, além de ex-ministros e membros do governo. Lula usou um tom bem-humorado para pedir votos e ressaltou a importância do setor produtivo para o desenvolvimento do país, defendendo a combinação entre responsabilidade fiscal e social.

    Quais outras propostas e críticas Lula apresentou?

    O presidente falou sobre a necessidade de ampliar a classe média e relacionou o aumento da renda dos trabalhadores ao crescimento das empresas. Também criticou o funcionamento atual das agências reguladoras e defendeu que a definição das políticas públicas deve ficar com o governo eleito. Lula comentou ainda sobre a relação com os Estados Unidos, afirmando que o Brasil deve manter negociações, mas com postura firme e respeito mútuo.

    Por fim, Lula mencionou a falta de liderança mundial e criticou o poder de veto dos países do Conselho de Segurança da ONU, ressaltando que guerras afetam principalmente as populações mais pobres e que o Brasil deve buscar respeito nas relações internacionais.

    Leia também: Por que o Congresso tem duas casas? Entenda a diferença entre Câmara e Senado · Pesquisa para governador no Ceará mostra empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano · Mendonça manda tirar posts falsos ligando Flávio Bolsonaro a retirada de Nossa Senhora

  • Por que o Congresso tem duas casas? Entenda a diferença entre Câmara e Senado

    O Congresso Nacional brasileiro é dividido em duas casas, a Câmara dos Deputados e o Senado, e essa divisão tem a ver com a forma como representam o país. A palavra-chave “duas casas congresso” explica o sistema que equilibra a voz da população e a dos estados na elaboração das leis.

    Como a Câmara e o Senado representam o Brasil?

    A Câmara dos Deputados representa a população. Estados com mais habitantes elegem mais deputados; São Paulo, por exemplo, tem 70 cadeiras, enquanto Roraima conta com oito. Já o Senado funciona de forma diferente: cada estado e o Distrito Federal têm três senadores, independentemente do tamanho da população. Isso garante que estados pequenos tenham o mesmo peso que os grandes na Casa.

    Qual a função das duas casas no processo legislativo?

    Para que um projeto vire lei, ele precisa ser aprovado tanto na Câmara quanto no Senado. As propostas são analisadas e votadas em ambas as Casas, e o texto pode ser revisado por uma delas antes de seguir para sanção. Esse sistema garante uma dupla verificação e participação de deputados e senadores em etapas distintas da tramitação.

    Quais são as atribuições exclusivas da Câmara e do Senado?

    Além da elaboração das leis, as duas casas têm funções específicas. A Câmara pode autorizar processos de impeachment contra o presidente da República, enquanto o Senado é responsável pelo julgamento desses processos. O Senado também analisa e aprova indicações presidenciais para cargos importantes, como ministros do Supremo Tribunal Federal.

    Assim, o sistema das duas casas no Congresso assegura que tanto a população quanto os estados sejam representados de forma justa, além de promover uma revisão cuidadosa das propostas antes que se tornem leis.

    Leia também: Pesquisa para governador no Ceará mostra empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano · Mendonça manda tirar posts falsos ligando Flávio Bolsonaro a retirada de Nossa Senhora · Flávio Bolsonaro critica proibição das bets e alerta sobre validade da MP

  • Pesquisa para governador no Ceará mostra empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano

    A pesquisa para governador Ceará revela um cenário apertado entre Ciro Gomes e Elmano de Freitas na corrida pelo governo do estado em 2026. Segundo levantamentos recentes, ambos aparecem tecnicamente empatados nas intenções de voto, mostrando uma disputa acirrada entre o ex-governador e o atual chefe do Executivo estadual.

    Como estão as intenções de voto para governador no Ceará?

    Na pesquisa estimulada do Datafolha, divulgada em 25 de setembro, Ciro Gomes lidera com 44% das intenções de voto, enquanto Elmano de Freitas aparece com 43%. Brancos, nulos e indecisos somam 11%. Em um possível segundo turno, Ciro mantém ligeira vantagem com 48% contra 46% de Elmano. Já na modalidade espontânea, Elmano tem 34% das citações, e Ciro, 31%.

    O instituto Quaest, em pesquisa de 23 de setembro, também aponta empate técnico. Ciro alcança 43% e Elmano, 41% na estimulada. O segundo turno simulado mostra Ciro com 45% e Elmano com 42%. A margem de erro de 3 pontos percentuais torna a disputa indefinida.

    O que dizem os números sobre a decisão do eleitor?

    Ambas as pesquisas indicam que a maioria dos eleitores já tem uma escolha definida, mas uma parcela significativa ainda pode mudar de voto até o dia da eleição. O índice de indecisos varia entre 5% e 8%, mostrando que a campanha ainda pode influenciar o resultado final.

    Qual o impacto da pesquisa para governador Ceará na disputa?

    Com o empate técnico entre Ciro Gomes e Elmano de Freitas, a pesquisa para governador Ceará mostra que a eleição está aberta e pode ser decidida no segundo turno, caso nenhum dos candidatos alcance a maioria absoluta no primeiro. Os números indicam uma corrida equilibrada que mantém o eleitorado atento.

    Leia também: Mendonça manda tirar posts falsos ligando Flávio Bolsonaro a retirada de Nossa Senhora · Flávio Bolsonaro critica proibição das bets e alerta sobre validade da MP · Ministro da Fazenda defende política fiscal do governo Lula a 10 dias das eleições

  • Mendonça manda tirar posts falsos ligando Flávio Bolsonaro a retirada de Nossa Senhora

    O ministro André Mendonça determinou a remoção de 1.125 posts falso apoio nas redes sociais. Esses posts associavam o senador Flávio Bolsonaro a um projeto para retirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A decisão foi tomada no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater a desinformação que circula em plataformas como X, Facebook, TikTok e YouTube.

    Por que os posts falso apoio foram removidos?

    Segundo o ministro, é falso que Flávio Bolsonaro ou sua família tenham proposto, apoiado ou articulado qualquer medida para retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O Instituto Democracia em Xeque apontou que o tema teve mais de 397 mil menções e 2,3 milhões de interações em cinco redes sociais nas primeiras 17 horas após a notícia inicial.

    Quem se posicionou sobre a decisão?

    Flávio Bolsonaro negou envolvimento e acusou o presidente Lula de usar a questão religiosa para fins eleitorais. O humorista Antonio Tabet criticou a medida, alegando que ela viola a liberdade de expressão. Ele afirmou que não associou diretamente Flávio Bolsonaro ao projeto.

    Qual o impacto da remoção dos posts falso apoio?

    O caso dos posts falso apoio mostra como informações falsas podem se espalhar rápido e causar confusão. A decisão de Mendonça busca limitar a circulação dessas mensagens para preservar a verdade no debate público, especialmente em período eleitoral. A medida atinge plataformas como X, Facebook, TikTok e YouTube, onde o tema ganhou grande repercussão.

    Leia também: Flávio Bolsonaro critica proibição das bets e alerta sobre validade da MP · Ministro da Fazenda defende política fiscal do governo Lula a 10 dias das eleições · Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Juliana e Zucco no RS

  • Flávio Bolsonaro critica proibição das bets e alerta sobre validade da MP

    O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, criticou a decisão do governo Lula de enviar uma Medida Provisória para proibir as bets. Segundo ele, a proibição das bets feita por MP tem validade temporária e pode perder efeito após as eleições, deixando o setor livre novamente.

    Por que Flávio Bolsonaro critica a proibição das bets?

    Flávio chamou a medida do governo de “estelionato” por ser editada a poucos dias da eleição e com prazo de validade de quatro meses. Ele afirma que, depois das eleições, se a MP caducar, as apostas podem voltar com força total. Para ele, isso seria um engano aos eleitores.

    O que diz o governo sobre a proibição das bets?

    O governo Lula anunciou a MP para acabar com as apostas esportivas e também apresentou um projeto de lei que prevê até seis anos de prisão para quem operar ou explorar as bets. A regulamentação do setor foi aprovada em 2023, após anos de funcionamento sob regras diferentes. O governo já arrecadou mais de R$ 20 bilhões com as apostas.

    Qual é a posição de Flávio Bolsonaro sobre as apostas?

    Apesar de ter se relacionado com o setor no passado, Flávio mudou de postura. Se eleito presidente, promete proibir os cassinos online, mas sinaliza manter as apostas esportivas de quota fixa por serem mais controladas. Ele também criticou o governo por autorizar as bets como forma de arrecadação, segundo ele, prejudicando os mais humildes.

    Leia também: Ministro da Fazenda defende política fiscal do governo Lula a 10 dias das eleições · Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Juliana e Zucco no RS · Empresário Valter Juvenal estreia na política e mira vaga no Senado

  • Ministro da Fazenda defende política fiscal do governo Lula a 10 dias das eleições

    O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a política fiscal governo Lula em artigo publicado na revista britânica The Economist. Com 10 dias para o primeiro turno das eleições, ele afirmou que a política fiscal adotada nos últimos quatro anos foi a correta para o Brasil.

    Quais são os principais argumentos do ministro sobre a política fiscal do governo Lula?

    Durigan destacou que o Brasil vive inflação e desemprego em níveis historicamente baixos. Ele também apontou a saída do país do Mapa da Fome da ONU e o aumento real do salário mínimo e da renda média dos trabalhadores. Sobre as contas públicas, o ministro ressaltou que o déficit primário caiu de pouco mais de 2% do PIB em 2023 para uma projeção de 0,6% em 2026, sem sacrificar políticas sociais.

    O ministro atribuiu os desafios econômicos ao governo anterior, criticando a gestão de Jair Bolsonaro. Destacou que a melhora fiscal ocorreu graças ao aumento da arrecadação e da carga tributária, embora parte desse ganho tenha sido consumida pelo serviço da dívida pública, que subiu de 6% para 8,5% do PIB.

    O que diz o ministro sobre o arcabouço fiscal e a percepção do mercado?

    Durigan defendeu o arcabouço fiscal aprovado em 2023, que manteve as despesas primárias próximas de 19% do PIB e abriu caminho para superávits fiscais em 2027. Ele citou a melhora na nota de crédito do Brasil e a redução da percepção de risco de calote como sinais de que a política fiscal governo Lula está produzindo resultados.

    Por outro lado, o mercado financeiro tem visão contrária. O anúncio do reajuste do Bolsa Família gerou reação negativa, com queda da bolsa e alta do dólar. Isso mostra que o risco fiscal segue sendo o principal tema para investidores nas eleições.

    Quais são os próximos passos econômicos apontados pelo governo?

    Além do balanço da gestão, Durigan destacou planos para ampliar a participação feminina no mercado de trabalho, qualificação profissional focada em inteligência artificial e estímulo a investimentos em setores estratégicos como data centers, minerais críticos e transição energética. Ele ressaltou o compromisso com uma política fiscal responsável para reduzir a taxa básica de juros e controlar o crescimento dos gastos obrigatórios.

    Como o contexto eleitoral influencia a discussão sobre a política fiscal?

    O artigo foi publicado em meio a um cenário eleitoral apertado. Pesquisa Datafolha divulgada no mesmo dia mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turno, com ambos rejeitados por 45% dos eleitores. Esse clima reforça a importância do debate sobre a política fiscal governo Lula para o futuro do país.

    Leia também: Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Juliana e Zucco no RS · Empresário Valter Juvenal estreia na política e mira vaga no Senado · Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança

  • Pesquisa Quaest mostra empate técnico entre Juliana e Zucco no RS

    A pesquisa Quaest gaúchos divulgada nesta quinta-feira (24) aponta empate técnico entre Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul. No primeiro turno, Zucco lidera com 29% das intenções de voto, enquanto Juliana tem 23%, mas 25% dos eleitores ainda estão indecisos.

    Como está a disputa para o governo no Rio Grande do Sul?

    Segundo o levantamento feito com 900 entrevistados, Gabriel Souza (MDB) aparece em terceiro lugar com 10%, seguido por Marcelo Maranata (PSDB) com 3%. A margem de erro de três pontos mantém o cenário aberto, com Zucco e Juliana tecnicamente empatados. No segundo turno, ambos vencem Gabriel Souza, mas Zucco tem ligeira vantagem numérica, com 40% contra 34% da pedetista.

    O que a pesquisa Quaest revela sobre o Senado no Rio Grande do Sul?

    A corrida para as duas vagas do Senado está acirrada e sem definição clara. Manuela D’Ávila (PSOL) lidera com 14% e é a única que se mantém eleita mesmo considerando a margem de erro. Outros candidatos como Marcel Van Hattem (Novo), Ubiratan Sanderson (PL), Paulo Pimenta (PT) e Germano Rigotto (MDB) estão tecnicamente empatados, com percentuais entre 9% e 11%.

    Qual o impacto da indecisão dos eleitores na pesquisa Quaest gaúchos?

    A indecisão é um fator importante: 25% dos eleitores ainda não decidiram em quem votar para o governo, e 30% estão indecisos para o Senado. Isso mostra que a disputa segue aberta e pode mudar até as eleições em 4 de outubro. A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de setembro, com 900 pessoas, margem de erro de três pontos e 95% de confiança.

    Leia também: Empresário Valter Juvenal estreia na política e mira vaga no Senado · Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança · Disputa eleitoral entre Flávio e Lula foca em custo de vida e apostas online

  • Empresário Valter Juvenal estreia na política e mira vaga no Senado

    O empresário Valter Juvenal senador, conhecido como Valter da Comagran, de 57 anos e natural de Dourados, disputa pela primeira vez uma eleição ao concorrer ao Senado pelo PRD. Valter Juvenal senador aposta na experiência acumulada no setor privado para propor mais transparência na gestão pública e defender regras rigorosas para apostas esportivas.

    Quem é Valter Juvenal senador e qual sua proposta para o Senado?

    Valter Juvenal senador tem carreira ligada ao agronegócio e comércio, com patrimônio declarado de R$ 16,3 milhões, concentrado em participações societárias e terrenos. Ele destaca que sua motivação para entrar na política é levar responsabilidade e transparência ao uso dos recursos públicos. Valter Juvenal senador defende fiscalização rigorosa das emendas parlamentares e retorno dos impostos em serviços para a população.

    Como Valter Juvenal senador vê as mudanças trabalhistas e apostas esportivas?

    Sobre a escala de trabalho 6×1, Valter Juvenal senador defende melhorias para a qualidade de vida do trabalhador. Porém, pondera que as mudanças devem considerar o impacto sobre pequenas e médias empresas. Quanto às apostas esportivas, Valter Juvenal senador defende uma regulamentação mais rígida para evitar efeitos negativos sobre famílias e jovens. Ele ressalta a necessidade de controle dessas plataformas.

    Qual a visão de Valter Juvenal senador sobre o Senado e temas atuais?

    O candidato avalia que o Senado terá papel fundamental na análise de projetos e na fiscalização nos próximos anos. Valter Juvenal senador afirma que apoiaria pedidos de impeachment de ministros do STF caso existam provas concretas. Ele defende decisões baseadas em investigação e respeito à Constituição. Valter Juvenal senador destaca a importância da independência do senador para tomar decisões alinhadas ao interesse público.

    Apesar de contar com estrutura limitada do partido, Valter Juvenal senador usa as redes sociais para ampliar sua campanha. Ele acredita que sua experiência empresarial pode contribuir para uma gestão pública mais eficaz em Mato Grosso do Sul.

    Leia também: Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança · Disputa eleitoral entre Flávio e Lula foca em custo de vida e apostas online · Semana de Moda de Nova York 2027 aposta em cores vibrantes e estampas

  • Flávio Bolsonaro reduz exposição do caso Master e foca em economia e segurança

    A campanha de Flávio Bolsonaro decidiu reduzir o espaço dedicado ao caso Master Flávio Bolsonaro no horário eleitoral gratuito. A mudança ocorre após novas informações sobre sua ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento do filme Dark Horse. Agora, o foco é em temas como economia, endividamento e segurança pública. O escândalo ficará restrito às redes sociais.

    Por que a campanha mudou o foco no caso Master Flávio Bolsonaro?

    Pesquisas internas mostraram pouco impacto do debate sobre o caso Master entre eleitores menos ligados à política. Assim, a campanha usa a TV para tratar de assuntos do dia a dia. As redes sociais ficam para responder rápido às notícias do escândalo e mobilizar a base.

    Quais são as novas revelações sobre o caso Master Flávio Bolsonaro?

    Novos dados apontam que Flávio tentou contato com Vorcaro antes da prisão do banqueiro, em novembro de 2025. Também foi revelado que Flávio viajou em um jatinho com participação de uma empresa ligada a Vorcaro. O senador disse desconhecer essa relação e afirmou que o avião pertencia a um amigo, cotista do jatinho.

    Como o caso Master Flávio Bolsonaro afeta a campanha?

    Apesar das revelações, a campanha avalia que o caso Master Flávio Bolsonaro já está “precificado” pelo eleitorado. Responder a cada nova informação na TV poderia tirar espaço de temas que geram mais votos. A prioridade será explorar assuntos econômicos e segurança pública para conquistar eleitores indecisos.

    Em resumo, o caso Master Flávio Bolsonaro segue como linha de confronto nas redes sociais. A TV será o palco para discutir temas mais palpáveis para o eleitor comum na reta final do primeiro turno.

    Leia também: Disputa eleitoral entre Flávio e Lula foca em custo de vida e apostas online · Semana de Moda de Nova York 2027 aposta em cores vibrantes e estampas · Cleitinho lidera eleição em Minas Gerais e mira vitória no 1º turno