Categoria: Política

  • STF garante imunidade de ITBI para empresa imobiliária na integralização de capital

    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em repercussão geral, que empresas imobiliárias estão livres do pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) na integralização de capital social. A medida beneficia negócios cujo foco é a compra, venda ou locação de imóveis.

    O que significa a imunidade do ITBI para empresas imobiliárias?

    Com essa decisão do STF, todas as instâncias inferiores do Judiciário devem seguir o entendimento de que o ITBI não incide quando uma empresa imobiliária realiza a integralização de capital social. Isso significa que a transferência de imóveis para o patrimônio da empresa não será mais tributada pelo imposto municipal.

    Como a decisão afeta o mercado imobiliário?

    Para as empresas do ramo imobiliário, essa imunidade representa uma redução nos custos das operações de capitalização, facilitando investimentos e movimentações internas. A medida pode impactar diretamente a gestão financeira dessas companhias, especialmente aquelas que atuam na compra e venda ou locação de imóveis.

    Qual é o alcance da decisão do STF sobre o ITBI?

    Por ser uma decisão em repercussão geral, o entendimento do STF deverá ser aplicado em todo o país, orientando juízes e tribunais a não exigir o pagamento do ITBI nas situações descritas. Isso traz segurança jurídica para as empresas imobiliárias e uniformidade na aplicação da lei.

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  • Performance de Flávio Bolsonaro no debate mostra inspiração em Marçal, Trump e Jair

    A performance de Flávio Bolsonaro no debate presidencial realizado na Band, no último domingo (18), chamou atenção pela postura diferente do senador em relação a episódios anteriores. Contra o presidente Lula, Flávio adotou um tom provocativo, repetiu frases de efeito e evitou responder a perguntas diretas, mostrando sinais claros de treinamento e influência de figuras como Pablo Marçal, Donald Trump e seu pai, Jair Bolsonaro.

    Como foi o treino para a performance de Flávio Bolsonaro?

    Segundo relatos da campanha, Flávio se preparou para o debate em Brasília e São Paulo, com a equipe da campanha e possivelmente com conselhos do influenciador Pablo Marçal. Marçal, que acompanha o senador desde o início do ano, afirmou que ajudou no treinamento, recomendando que Flávio “desfrutasse do debate”, evitasse provocações e respondesse rápido. Durante o evento, Marçal esteve presente na plateia, orientando o senador, e ajudou a criar conteúdos de apoio nas redes sociais.

    Quais foram as inspirações para a postura de Flávio Bolsonaro?

    Flávio incorporou elementos da retórica agressiva e provocativa de Pablo Marçal, a estratégia de confrontação e gestos de Donald Trump durante debates presidenciais, e o estilo direto e simbólico de Jair Bolsonaro. Ele usou gestos de desaprovação, escreveu a palavra “corrupto” na mão para associar o PT à corrupção e repetiu cenas semelhantes às do pai em debates anteriores. A tática de mudar de assunto diante de perguntas difíceis, conhecida como “whataboutism”, também esteve presente.

    Como o debate impactou a percepção do eleitor?

    Pesquisas qualitativas feitas durante o debate indicaram que Flávio foi visto como mais seguro, direto e claro que Lula, embora tenha deixado perguntas sem resposta. Por outro lado, alguns grupos focais consideraram sua postura agressiva e violenta, o que pode afastar eleitores indecisos. Lula, por sua vez, demonstrou irritação e dificuldade para controlar o embate, o que pode ter prejudicado sua imagem perante o público.

    Ao final do debate, Flávio comemorou animadamente com aliados e apoiadores nas redes sociais, que debocharam do desempenho de Lula. A estratégia e a postura adotadas pelo senador mostram uma mudança clara em sua performance política, buscando tirar o adversário da zona de conforto e marcar sua presença no cenário eleitoral.

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  • Coordenadores das campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula participam de debate na GloboNews

    O debate entre os coordenadores das campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula acontece na GloboNews nesta segunda-feira (19). Rogério Marinho, da campanha de Flávio Bolsonaro, e Edinho Silva, da equipe de Lula, discutem as estratégias para a reta final da eleição, que terá o segundo turno no domingo (25).

    Quem são os coordenadores no debate?

    Rogério Marinho, senador pelo PL e aliado próximo de Flávio Bolsonaro, representa a campanha do candidato do PL. Do outro lado, Edinho Silva, presidente nacional do PT e deputado federal eleito, atua na coordenação da campanha de Lula.

    Qual o foco do debate na GloboNews?

    O encontro tem como objetivo discutir as estratégias para os próximos dias até o segundo turno. A mediação fica por conta da jornalista Julia Duailibi, e o programa começa às 18h20, sendo exibido dentro da Edição das 18.

    Por que acompanhar o debate coordenadores campanha?

    O debate coordenadores campanha na GloboNews é uma oportunidade para entender os planos dos principais candidatos para a reta final da eleição. A troca de ideias entre as equipes pode mostrar os rumos que a disputa vai tomar até o dia 25.

    Leia também: Entenda a importância do trabalho dos mesários nas eleições · Pesquisa Datafolha vai medir impacto do debate da Band nas intenções de voto · Redes sociais Lula lideram em seguidores e visualizações contra Flávio Bolsonaro

  • Entenda a importância do trabalho dos mesários nas eleições

    No próximo domingo, 25 de outubro, o trabalho dos mesários será fundamental para garantir o andamento das eleições no Brasil. Com mais de 158 milhões de eleitores aptos a votar, o segundo turno contará com quase dois milhões de mesários espalhados por cerca de 500 mil locais de votação.

    Quem são os mesários e qual seu papel?

    Os mesários são eleitores voluntários que atuam diretamente nos locais de votação para assegurar o processo eleitoral. Eles auxiliam na organização, orientação dos eleitores e no funcionamento das urnas eletrônicas, garantindo que tudo ocorra dentro da normalidade e da segurança necessária.

    Por que respeitar o trabalho dos mesários?

    O trabalho dos mesários é essencial para que as eleições sejam justas e transparentes. Eles enfrentam longas jornadas e muita responsabilidade, sendo peça-chave no processo democrático. Respeitar seu esforço ajuda a manter a ordem e o respeito nas seções eleitorais.

    Como o trabalho dos mesários impacta a eleição?

    Sem o trabalho dos mesários, a organização das eleições seria inviável. Eles garantem que os eleitores possam votar com segurança e que os resultados sejam apurados corretamente, contribuindo para a legitimidade do processo eleitoral em todo o Brasil.

    Leia também: Pesquisa Datafolha vai medir impacto do debate da Band nas intenções de voto · Redes sociais Lula lideram em seguidores e visualizações contra Flávio Bolsonaro · Pesquisas eleitorais 2026 mostram cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula

  • Pesquisa Datafolha vai medir impacto do debate da Band nas intenções de voto

    Uma nova pesquisa Datafolha vai medir o impacto do debate da Band nas intenções de voto para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento será feito após o debate que acontece neste domingo (18) em São Paulo, com entrevistas programadas entre os dias 20 e 22 de outubro.

    O que a pesquisa Datafolha debate vai avaliar?

    Além de identificar em quem os eleitores pretendem votar, a pesquisa vai analisar o grau de decisão do voto, verificando se o eleitor está totalmente decidido ou ainda pode mudar de opinião até a votação no dia 25 de outubro. Também serão avaliados sentimentos dos brasileiros sobre o país, como tranquilidade, raiva, esperança e medo.

    Quais novidades na pesquisa Datafolha debate?

    O levantamento incluirá perguntas sobre a situação econômica, perguntando se a economia do país e a condição financeira pessoal melhoraram, pioraram ou permaneceram iguais recentemente. Além disso, vai investigar as expectativas para os próximos meses e as prioridades que os eleitores querem do próximo presidente, como combater a violência, gerar empregos, reduzir impostos e outras.

    Como está o cenário antes do debate?

    Na última pesquisa divulgada em 15 de outubro, Flávio Bolsonaro liderava com 47% das intenções de voto contra 45% de Lula, considerando votos totais. Em votos válidos, Bolsonaro tinha 51% e Lula 49%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.

    Com 2.520 entrevistas previstas para esta nova pesquisa, o resultado será divulgado em 22 de outubro, uma semana antes do segundo turno marcado para 25 de outubro.

    Leia também: Redes sociais Lula lideram em seguidores e visualizações contra Flávio Bolsonaro · Pesquisas eleitorais 2026 mostram cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula · Abstenção de idosos desafia Lula e Flávio Bolsonaro em cidades-chave do Sudeste

  • Redes sociais Lula lideram em seguidores e visualizações contra Flávio Bolsonaro

    As redes sociais Lula dominaram o cenário digital na última semana, com destaque para posts sobre o fim da escala 6×1 que somaram mais de 61 milhões de visualizações. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro alcançou sua maior audiência com um vídeo da sabatina do presidente Lula na TV Globo, que teve 7,1 milhões de visualizações.

    Qual foi a pauta que impulsionou Lula nas redes sociais?

    A pauta do fim da escala 6×1 foi a que mais repercutiu no perfil de Lula, com um vídeo atingindo 40,5 milhões de visualizações. Essa mensagem, que destacou a “vitória do povo brasileiro”, ajudou o presidente a conquistar 934,6 mil novos seguidores na última semana, chegando a 17,5 milhões no Instagram.

    Como Flávio Bolsonaro se destacou nas redes sociais?

    Flávio Bolsonaro apostou em conteúdos que exploraram a sabatina de Lula, especialmente um trecho em que o presidente afirmou desconhecer a falta de reajuste do Bolsa Família. Esse vídeo teve 7,1 milhões de visualizações, maior que seus próprios vídeos da sabatina. Apesar de publicar menos (16 posts contra 107 de Lula), Flávio teve maior engajamento por publicação, com 7,5% de taxa e mais de 1 milhão de curtidas em média.

    O que os números indicam sobre as estratégias nas redes sociais?

    Lula adotou uma estratégia de alta frequência de publicações, focando em pautas que impactam diretamente o cotidiano dos trabalhadores. Por outro lado, Flávio Bolsonaro concentrou seus conteúdos em posts com maior repercussão e vídeos de aliados, obtendo maior retorno proporcional por postagem. No geral, Lula tem mais seguidores e visualizações, enquanto Flávio lidera em engajamento por conteúdo.

    Leia também: Pesquisas eleitorais 2026 mostram cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula · Abstenção de idosos desafia Lula e Flávio Bolsonaro em cidades-chave do Sudeste · STF completa um ano com 10 ministros em meio a crise institucional

  • Pesquisas eleitorais 2026 mostram cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula

    As pesquisas eleitorais 2026 estão na mira do público nesta semana, com levantamentos nacionais previstos para analisar a disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula às vésperas do segundo turno marcado para 25 de outubro. Institutos como AtlasIntel, Quaest e Datafolha devem divulgar dados sobre intenção de voto, rejeição e avaliação do governo.

    Quando serão divulgadas as pesquisas eleitorais 2026?

    Entre os dias 19 e 22 de outubro, várias pesquisas eleitorais 2026 serão publicadas. No dia 19, AtlasIntel, PoderData e Nexus apresentam seus resultados. Na terça-feira, 20, a Real Time Big Data libera seus dados. Quaest divulga na quarta, 21, e Datafolha fecha a semana na quinta-feira, 22. Essas pesquisas trazem também análises sobre motivação do voto e avaliação econômica.

    O que as pesquisas eleitorais 2026 vão investigar?

    Além da intenção de voto, a pesquisa AtlasIntel, por exemplo, vai apurar a disposição dos eleitores para votar, rejeição dos candidatos e se a escolha é por preferência ou para impedir o adversário. Também serão avaliadas percepções sobre a economia, finanças pessoais e propostas recentes do governo, como o fim da escala 6×1 e redução de impostos.

    O Datafolha, por sua vez, vai explorar a convicção dos eleitores, possíveis mudanças de voto e prioridades para o próximo presidente, como combate à violência e geração de empregos. A Quaest também realizará levantamento presencial para medir intenções de voto nacionais.

    Como as pesquisas eleitorais 2026 impactam a disputa?

    Essas pesquisas eleitorais 2026 ajudam a entender o cenário político e o comportamento do eleitorado na reta final da eleição. Elas indicam não só quem está na frente, mas também o grau de rejeição e as motivações por trás do voto, informações importantes para candidatos e eleitores na decisão do segundo turno.

    Leia também: Abstenção de idosos desafia Lula e Flávio Bolsonaro em cidades-chave do Sudeste · STF completa um ano com 10 ministros em meio a crise institucional · Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de posse irregular de ilha em Angra dos Reis

  • Abstenção de idosos desafia Lula e Flávio Bolsonaro em cidades-chave do Sudeste

    A abstenção de idosos nas eleições é um desafio para Lula e Flávio Bolsonaro nas cidades-chave do Sudeste. No primeiro turno, a maior parte dos eleitores ausentes tinha mais de 70 anos, especialmente em grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a disputa está acirrada.

    Por que a abstenção de idosos nas eleições preocupa as campanhas?

    O índice de abstenção no primeiro turno foi o maior desde 1998, chegando a 21,08%, com 33,5 milhões de eleitores faltando. Desses, quase metade eram jovens e idosos, sendo que 8,46 milhões tinham mais de 70 anos, grupo que Lula quer conquistar para reduzir a diferença de votos para Flávio Bolsonaro.

    Apesar do voto ser facultativo para essa faixa, a campanha petista aposta na mobilização desse público para diminuir a vantagem do adversário, enquanto o time do PL teme a desmobilização dos seus eleitores em estados onde a disputa estadual já foi definida.

    Como as campanhas tentam reverter a abstenção?

    Lula tem pedido aos seus apoiadores que façam trabalho de convencimento porta a porta, especialmente entre os idosos. A campanha também busca garantir transporte público gratuito no dia da votação para facilitar o acesso às urnas.

    Já Flávio Bolsonaro cobra empenho dos aliados eleitos para manter a mobilização nos estados com eleição estadual definida, como São Paulo e Rio de Janeiro, onde a abstenção foi alta. Em São Paulo, ele reuniu vereadores para intensificar o trabalho nos bairros onde Lula teve vantagem.

    Onde a abstenção de idosos nas eleições é mais crítica?

    As maiores taxas de ausência entre idosos estão nas cidades do Sudeste, especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Guarulhos e Campinas. Nesses locais, a abstenção média dos eleitores acima de 70 anos foi de 57,3%, bem acima da média nacional.

    Essa concentração preocupa as campanhas, pois pode influenciar diretamente no resultado do segundo turno, já que a diferença entre os candidatos é pequena.

    O que especialistas dizem sobre o voto dos abstenções?

    Um cientista político da UFPR explica que há dois tipos de abstenção: voluntária e involuntária. As campanhas focam em convencer os eleitores que optaram por não votar para que compareçam no segundo turno, pois esse grupo é mais suscetível a mudar de comportamento do que tentar conquistar eleitores do adversário.

    Assim, a disputa pelo voto dos idosos ausentes nas eleições pode ser decisiva para o resultado final, especialmente nas cidades do Sudeste, onde a abstenção foi mais elevada.

    Leia também: STF completa um ano com 10 ministros em meio a crise institucional · Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de posse irregular de ilha em Angra dos Reis · Pesquisa Ipespe mostra empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno

  • STF completa um ano com 10 ministros em meio a crise institucional

    O STF com 10 ministros completa um ano neste domingo (18), desde que Luís Roberto Barroso se aposentou e deixou a vaga aberta. A Corte, que deveria contar com 11 magistrados, opera com um membro a menos, o que impacta a distribuição de processos e o andamento de julgamentos.

    Como a ausência de um ministro afeta o STF?

    Com apenas 10 ministros, os casos que seriam atribuídos ao novo integrante ficam paralisados. Os demais magistrados assumem uma carga maior de processos, o que pode atrasar decisões importantes. Além disso, a indefinição da cadeira tem ocorrido em um momento de crise política e institucional, que alterou o ambiente interno do tribunal.

    Qual é o contexto político e institucional do STF com 10 ministros?

    Desde a saída de Barroso, o Supremo enfrenta uma crise agravada por denúncias envolvendo ministros e interlocuções suspeitas. Revelações sobre conversas atribuídas a Alexandre de Moraes e outros membros levantaram dúvidas sobre conflitos de interesse e provocaram divisões internas. O cenário se complicou com a polarização política e as eleições presidenciais, colocando o STF no centro do debate público e afetando a avaliação do governo.

    O que está sendo feito para preencher a vaga no STF?

    Após a aposentadoria de Barroso, o presidente Lula indicou Jorge Messias para a vaga, mas o Senado rejeitou a indicação, algo inédito em 132 anos. Atualmente, o nome de Rodrigo Pacheco, ministro do TCU, é forte para a substituição. A escolha visa facilitar a aprovação no Congresso, que tem se mostrado resistente a indicações do Executivo.

    Quais são as perspectivas para o STF nos próximos anos?

    Além da vaga aberta, o Supremo deve passar por outras mudanças nos próximos quatro anos, com aposentadorias previstas e possíveis processos de impeachment contra ministros. A renovação da Corte será um dos temas centrais para o próximo presidente, que terá ao menos três indicações para fazer, ampliando o impacto político da composição do tribunal.

    Leia também: Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de posse irregular de ilha em Angra dos Reis · Pesquisa Ipespe mostra empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno · Datafolha mede empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula na eleição presidencial

  • Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de posse irregular de ilha em Angra dos Reis

    Richarlison voltou a falar sobre a disputa envolvendo a ilha em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio de Janeiro. Em vídeo nas redes sociais, o atacante do Tottenham acusou o senador Flávio Bolsonaro de tomar posse do imóvel sem pagar por ele e pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

    O que Richarlison diz sobre a ilha em Angra dos Reis?

    Richarlison afirmou que comprou a ilha entre 2020 e 2021, durante a pandemia, em parceria com Alencar da Silveira Júnior e Renato Velasco. Segundo ele, recebeu propostas de compra, inclusive do senador, mas recusou vender. O jogador alega que, enquanto aguardava a documentação para a posse, Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz teriam conseguido a posse em 24 horas, sem pagar pelo imóvel. Richarlison diz ter investido cerca de R$ 10 milhões sem receber nada em troca.

    Qual a resposta do advogado Willer Tomaz?

    O advogado Willer Tomaz, ligado a Flávio Bolsonaro, desafiou Richarlison a apresentar documentos anteriores a julho de 2022 que comprovem a posse da ilha, como escritura ou contrato de compra e venda, além do comprovante dos R$ 10 milhões pagos. Tomaz afirma que, se os documentos forem válidos, transferirá os direitos do imóvel sem custo. Ele também disse que Richarlison nunca foi parte em processo judicial, que a empresa ligada ao jogador perdeu todas as instâncias, e que o negócio já foi investigado e arquivado por falta de indícios de crime.

    O que muda para os moradores e fãs?

    Richarlison pediu que a Polícia Federal investigue o caso e convocou seus seguidores a cobrarem explicações de Flávio Bolsonaro, que tem agenda no Espírito Santo. O atacante ainda prometeu doar parte do valor que espera recuperar ao hospital de Nova Venécia, sua cidade natal. A disputa judicial já teve decisões favoráveis à empresa ligada a Willer Tomaz, encerrando as ações após desistência dos autores.

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