O Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação sobre possíveis irregularidades no programa Minha Casa Minha Vida em Salvador, envolvendo o Cadastro Único (CadÚnico) e a seleção dos beneficiários durante a gestão do prefeito Bruno Reis. A apuração busca esclarecer denúncias de duplicidade de números de Identificação Social (NIS) vinculados ao mesmo CPF, o que pode influenciar na escolha das famílias contempladas.
O que motivou a investigação do Minha Casa Minha Vida?
A abertura do inquérito civil ocorreu após denúncias que apontam falhas na condução do programa habitacional e no uso dos dados para selecionar os beneficiários. O procurador da República responsável determinou a apuração para verificar se houve erros na integração das informações que possam ter afetado a seleção em Salvador.
Quem é responsável pelos dados do CadÚnico?
A Secretaria Municipal de Promoção Social esclareceu que a gestão dos números de Identificação Social (NIS) é feita pela Caixa Econômica Federal. No entanto, até o momento, a Caixa não respondeu ao pedido de informações feito pelo MPF, que estabeleceu um prazo de dez dias úteis para o envio dos esclarecimentos.
O que muda para os moradores de Salvador?
Até agora, não há conclusão sobre irregularidades no Minha Casa Minha Vida na capital baiana. A investigação pode resultar em ajustes na seleção dos beneficiários para garantir a transparência e a justiça no acesso ao programa, que é fundamental para famílias que buscam moradia.
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