Tag: Senado

  • Projeto que muda regras de acolhimento emergencial de menores avança no Senado

    O projeto que altera as regras do acolhimento emergencial de crianças e adolescentes segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A proposta, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), busca garantir que todas as partes envolvidas sejam ouvidas antes de decisões sobre a continuidade do acolhimento ou a reintegração familiar, reforçando a proteção integral prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    Quais mudanças o projeto propõe nas regras de acolhimento emergencial?

    Segundo o relator da proposta, senador Flávio Arns (PSB-PR), o projeto amplia o controle judicial sobre as medidas de afastamento do convívio familiar, evitando afastamentos desnecessários. A iniciativa reforça o princípio da excepcionalidade dessas medidas, garantindo o direito à convivência familiar e o devido processo legal.

    Como o projeto pode impactar as crianças e adolescentes?

    Com as novas regras, o acolhimento emergencial deve ser aplicado de forma mais criteriosa, assegurando que decisões judiciais sejam tomadas após ouvir todas as partes envolvidas. Isso pode reduzir o tempo de afastamento e evitar prejuízos emocionais para os menores, promovendo uma proteção mais efetiva e alinhada ao ECA.

    O que acontece após a análise da CCJ?

    Se aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e sem pedidos para votação em Plenário, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados para continuidade da tramitação. A expectativa é que as mudanças nas regras de acolhimento emergencial avancem para garantir maior proteção às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

    Leia também: Senado terá papel decisivo na escolha da nova diretoria da ANEEL · Flávio Bolsonaro diz que vai levar para o túmulo detalhes de viagem aos EUA · Pesquisa revela divisão sobre saída de Flávio Bolsonaro do Brasil

  • Senado terá papel decisivo na escolha da nova diretoria da ANEEL

    A diretoria da ANEEL está em processo de transição, com o mandato atual do diretor-geral vigente até agosto de 2027. A escolha da nova diretoria da ANEEL envolve indicações presidenciais e a aprovação do Senado, etapa essencial para definir os rumos da regulação do setor elétrico.

    Como funciona o processo de indicação para a diretoria da ANEEL?

    O presidente da República indica os nomes para a diretoria da ANEEL, que precisam atender a requisitos de experiência e conhecimento na área. Após a indicação, o Senado realiza a sabatina pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura, onde o candidato expõe sua trajetória e responde aos questionamentos dos senadores. A decisão final ocorre em votação secreta no plenário do Senado.

    Quais temas estão em pauta para a nova diretoria da ANEEL?

    Durante o mandato atual, a ANEEL debateu questões como critérios para cortes de geração (curtailment) e regulamentação de sistemas de armazenamento de energia em baterias. Também participou de discussões no Congresso sobre abertura de mercado e custos tarifários. A nova diretoria deverá apresentar propostas para lidar com esses e outros desafios regulatórios.

    Qual a importância do Senado na escolha da diretoria da ANEEL?

    O Senado exerce papel fundamental ao analisar o currículo e as propostas dos indicados. As sabatinas permitem discutir temas relevantes, como transição energética e custos para o consumidor, garantindo que os dirigentes estejam alinhados com as necessidades do setor. A aprovação pode ocorrer antes do término do mandato atual, dependendo do calendário parlamentar.

    Assim, a sucessão na diretoria da ANEEL depende da indicação presidencial, do processo de sabatina e da votação no Senado, etapas que definirão os próximos passos da regulação energética no Brasil.

    Leia também: Flávio Bolsonaro diz que vai levar para o túmulo detalhes de viagem aos EUA · Pesquisa revela divisão sobre saída de Flávio Bolsonaro do Brasil · Governo da Bahia transfere gestão da Hidrovia do São Francisco à Codeba

  • Abdul El-Sayed vence eleição e vira primeiro muçulmano no Senado dos EUA

    Abdul El-Sayed venceu a disputa pelo Senado em Michigan, se tornando o primeiro muçulmano a conquistar uma cadeira na Casa. O democrata de 42 anos derrotou o republicano Mike Rogers na eleição realizada na quarta-feira, 4, em Detroit.

    Quem é Abdul El-Sayed e qual o peso da vitória?

    Com 42 anos, Abdul El-Sayed é um político democrata que conseguiu superar o adversário republicano Mike Rogers. Ao declarar sua vitória em Detroit, ele agradeceu aos eleitores por confiarem no “candidato mais improvável”. Essa conquista marca um momento histórico para a diversidade no Senado dos Estados Unidos.

    Por que a eleição de Abdul El-Sayed importa para Michigan?

    Michigan agora tem um representante no Senado que quebra barreiras religiosas e culturais. A vitória de El-Sayed pode influenciar debates e decisões políticas, trazendo uma nova perspectiva para a Casa. Além disso, a eleição reflete mudanças no eleitorado local, que apostou em um candidato fora do perfil tradicional.

    Como a vitória de Abdul El-Sayed impacta o cenário político?

    A eleição de El-Sayed ao Senado traz uma novidade para a política americana, mostrando que a diversidade religiosa está ganhando espaço. Essa vitória pode incentivar outras candidaturas de minorias e ampliar o debate sobre inclusão no país. Em Michigan, o resultado indica uma preferência por renovação e representatividade.

    Leia também: Bruno Reis comenta polêmica com cantor Jorge e nega influência política em festa · Lula quer avançar com cinco pautas no Congresso até o fim do ano · Senado aprova PEC da Segurança sem reduzir maioridade penal

  • Senado aprova PEC da Segurança sem reduzir maioridade penal

    O Senado aprovou nesta terça-feira a PEC da Segurança sem a redução da maioridade penal, tema que foi desmembrado para tramitar separadamente. A proposta fortalece a integração dos órgãos de segurança e combate ao crime organizado.

    Por que a PEC da Segurança não inclui a redução da maioridade penal?

    As emendas que tratavam da redução da maioridade penal foram retiradas da PEC da Segurança Pública. Parlamentares divergem sobre essa decisão, com alguns criticando a retirada e outros defendendo que o tema seja discutido em separado.

    Qual a posição dos deputados sobre a maioridade penal?

    Deputados da oposição criticaram a exclusão da redução da maioridade penal. Alguns, como Delegado Paulo Bilynskyj, consideram um recuo político. Já outros parlamentares defendem que a redução da maioridade penal deve ser analisada em proposta própria, separada da PEC da Segurança.

    O que acontece agora com a PEC da Segurança e a maioridade penal?

    A PEC da Segurança aprovada pelo Senado segue para promulgação. A discussão sobre a redução da maioridade penal continuará em outra proposta, atualmente analisada por comissão especial na Câmara dos Deputados.

    Leia também: Senado deve receber cálculo da alíquota da CBS na próxima terça · Preços de hospedagem na posse de Lula disparam até 23 vezes em Brasília · Proposta de teto para Selic gera tensão na equipe econômica de Lula

  • Senado deve receber cálculo da alíquota da CBS na próxima terça

    O Senado deve receber na próxima terça-feira o cálculo da alíquota da CBS, Contribuição sobre Bens e Serviços, fixada em 11,3% para 2027 pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O estudo será encaminhado à Presidência do Senado e depois à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que vai elaborar o projeto de resolução para definir o percentual final.

    Qual o próximo passo para definir a alíquota da CBS?

    A CAE aprovou por unanimidade um requerimento para realizar audiência pública na terça-feira, mesma data em que o cálculo será entregue. O objetivo é discutir o método do TCU e os impactos da alíquota para os contribuintes e setores econômicos. A comissão terá representantes do TCU, Receita Federal, Ministério da Fazenda, secretarias estaduais e entidades produtivas para esclarecer dúvidas.

    Por que a alíquota da CBS causou surpresa?

    O valor de 11,3% é maior que a estimativa anterior de 9,21%, o que gerou questionamentos do relator do projeto, senador Eduardo Braga. Ele defende uma análise detalhada dos critérios usados para o cálculo, ressaltando que o debate precisa ser feito com responsabilidade no Senado.

    Quais outras preocupações envolvem a alíquota da CBS?

    Durante a discussão, foi levantada a preocupação com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que é de competência de estados e municípios. A soma das alíquotas pode ultrapassar 30%, segundo o senador Esperidião Amin. Braga concorda, mas prefere focar primeiro na CBS, já que o IBS ainda não tem alíquota definida.

    O senador Izalci Lucas também tomou providências, enviando requerimentos para esclarecer o rito legislativo e os dados usados no cálculo. Ele propôs ainda um projeto para verificar anualmente a alíquota. Caso o Senado não aprove a resolução até 15 de dezembro, valerá o percentual calculado pelo TCU.

    Leia também: Preços de hospedagem na posse de Lula disparam até 23 vezes em Brasília · Proposta de teto para Selic gera tensão na equipe econômica de Lula · Humberto Martins descarta voltar à política após votação fraca em 2026

  • Eleições nos EUA: 8 estados decisivos na disputa pelo Senado

    As eleições nos EUA trazem 35 cadeiras do Senado em disputa, com 8 estados considerados decisivos para a definição do controle da Casa. Entre os estados-chave estão Alasca, Iowa, Kansas, Maine, Michigan, Ohio, Texas e Georgia, onde democratas e republicanos lutam por vitórias que podem mudar o equilíbrio político.

    Como funcionam as eleições nos EUA para o Senado?

    O Senado americano renova um terço de suas 100 cadeiras a cada dois anos, com mandatos de seis anos para cada senador. Nas eleições atuais, 22 vagas são ocupadas por republicanos e 13 por democratas. Para tomar o controle, os democratas precisam alcançar 51 cadeiras, enquanto os republicanos mantêm a maioria com 50, contando com o voto de minerva do vice-presidente.

    Quais estados são os mais disputados nas eleições nos EUA?

    No Alasca, a democrata Mary Peltola tenta manter a cadeira contra o republicano Dan Sullivan. Em Iowa, a disputa é entre a republicana Ashley Hinson e o democrata Josh Turek, que aposta em seu perfil moderado. No Kansas, Adam Hamilton desafia o senador Roger Marshall em uma campanha apertada.

    O Maine tem a senadora republicana Susan Collins enfrentando o democrata Troy Jackson, enquanto Michigan apresenta a disputa entre o republicano Mike Rogers e o democrata Abdul El-Sayed, que pode ser o primeiro muçulmano no Senado americano. Em Ohio, o ex-senador democrata Sherrod Brown tenta recuperar a cadeira contra o republicano Jon Husted.

    Já no Texas, o deputado estadual democrata James Talarico desafia o procurador-geral Ken Paxton, enquanto Georgia aparece como outro estado importante, embora pesquisas recentes indiquem vantagem democrata.

    O que está em jogo nessas eleições nos EUA?

    Essas eleições nos EUA podem alterar a maioria no Senado e influenciar decisões políticas importantes. Os democratas buscam virar pelo menos quatro cadeiras para assumir o controle, enquanto os republicanos tentam manter sua maioria atual. A disputa acontece em um cenário político tenso, com candidatos moderados e alinhados a diferentes alas dos partidos.

    Leia também: Ministro da Fazenda nega encontro agendado entre Lula e Lara Resende · Ministro da Fazenda nega que tabelamento de juros esteja no radar de Lula · Lula deve se aproximar do MDB do Norte e Nordeste no início do quarto mandato

  • Lula é aconselhado a fazer indicação segura ao STF ainda em 2026

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido aconselhado a fazer uma indicação segura ao STF antes do fim de 2026. A recomendação vem de articuladores do governo junto ao Congresso Nacional, que querem evitar a rejeição de um nome na Casa Alta.

    Por que a indicação segura ao STF é urgente?

    Após a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, pelo Senado em abril, o governo percebeu que a escolha precisa ser mais aceita entre os parlamentares. A derrota foi considerada a maior do governo Lula 3 no Legislativo até agora.

    Quem são os nomes cotados para a vaga?

    Apesar do desejo inicial de Lula de indicar Jorge Messias para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso, aliados e parlamentares sugerem um nome com mais apoio. O favorito dessa ala é Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado e atual ministro do Tribunal de Contas da União, que tem boa relação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

    Como o cenário político influencia a indicação ao STF?

    Com a renovação do Senado prevista para 2027 e o avanço da direita na Casa, o governo quer garantir a aprovação de um nome ainda em 2026. O PL, partido ligado a Jair Bolsonaro, terá 28 cadeiras, o que pode dificultar futuras indicações. A aproximação entre Lula e Alcolumbre durante as eleições também é vista como positiva para a escolha de Pacheco.

    Lula ainda não definiu o nome, mas deve anunciar a indicação em breve, após um período de descanso e avaliação. Além da questão do STF, o governo também foca na PEC da Segurança Pública e no projeto de lei orçamentária anual.

    Leia também: Derrota e saída de Flávio Bolsonaro marcam possível declínio político da família · Democratas dos EUA planejam investigar Trump após midterms por ajuda a Flávio Bolsonaro · Bruno Reis cancela férias em Paris após polêmica com ônibus no 2º turno

  • Sabatinas de Kassio e Mendonça revelam fragilidades e aliados no Senado

    As sabatinas de Kassio Nunes e André Mendonça no Senado chamaram atenção por expor a complacência da Casa e o entrelaçamento entre política e religião. Os dois indicados, apoiados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, enfrentaram perguntas e elogios que revelaram os bastidores do processo e as tensões envolvendo princípios religiosos e o Estado laico.

    Como as sabatinas de Kassio e Mendonça mostraram o cenário político no Senado?

    Durante as sabatinas, Mendonça foi destacado por sua ligação com valores judaico-cristãos, defendidos inclusive por Flávio Bolsonaro, que optou por não questioná-lo. Kassio Nunes, por sua vez, usou referências bíblicas para justificar sua indicação, enquanto enfrentava questionamentos sobre sua conduta e vínculos políticos. A demora para marcar a sabatina de Mendonça, segundo o presidente do Senado, permitiu ao indicado entender as posições dos senadores, o que pode ter influenciado o processo.

    Quais foram os pontos polêmicos nas sabatinas de Kassio e Mendonça?

    Mendonça teve que esclarecer sua postura sobre direitos da comunidade LGBTQIA+, afirmando apoio à equiparação da homofobia ao crime de racismo e destacando sua atuação contra a violência. Também comentou sobre investigações durante sua gestão como ministro da Justiça, negando perseguição política. Já Kassio enfrentou questionamentos sobre sua trajetória acadêmica e possíveis influências políticas para sua indicação, além de não ter respondido diretamente a acusações de plágio.

    O que as sabatinas de Kassio e Mendonça dizem sobre a relação entre religião e política?

    Ambos os indicados são evangélicos e tiveram suas crenças religiosas evidenciadas durante as sabatinas. Mendonça, pastor presbiteriano, afirmou que não vê espaço para manifestações religiosas no STF, apesar de sua fé. A presença de valores religiosos na indicação dos dois gerou debates sobre o Estado laico e a influência da religião em decisões políticas e judiciais, tema que dividiu opiniões entre senadores.

    Qual o impacto das sabatinas para os moradores de Brasília e da região?

    As sabatinas de Kassio e Mendonça refletem como o Senado e o Supremo Tribunal Federal estão entrelaçados com interesses políticos e religiosos, o que pode influenciar decisões judiciais importantes. Para os moradores da capital e do país, isso sinaliza a continuidade de um cenário em que o poder judiciário pode ser afetado por alianças e valores que vão além da Constituição, afetando a percepção sobre imparcialidade e justiça.

    Leia também: Tarcísio enfrenta críticas de aliados de Flávio Bolsonaro após admitir candidatura · STF devolve Operação Sem Desconto a relator e mantém Compliance Zero com Presidência · Estados decisivos na eleição do Congresso americano mostram disputa acirrada

  • Derrotado, Flávio Bolsonaro perde cargo e foro privilegiado em 2027

    O senador Flávio Bolsonaro, do Rio de Janeiro, enfrentou uma derrota nas eleições presidenciais, que impacta diretamente sua carreira política. A derrota de Flávio Bolsonaro significa que ele ficará sem cargo e perderá o foro privilegiado em fevereiro de 2027, quando seu mandato no Senado chega ao fim.

    Qual a trajetória política de Flávio Bolsonaro?

    Flávio iniciou sua carreira política em 2003, eleito deputado estadual pelo Rio de Janeiro aos 21 anos. Ele foi reeleito pelo mesmo cargo em 2006, 2010 e 2014, sempre pelo PP ou PPB. Em 2018, conquistou a vaga de senador federal pelo PSL. Também tentou a prefeitura do Rio de Janeiro em 2016, mas não teve sucesso.

    O que muda com a derrota de Flávio Bolsonaro?

    Com o fim do mandato em 2027, Flávio perde o foro privilegiado, que garante julgamento em tribunais superiores enquanto ocupa cargo político. A partir de então, ele poderá ser investigado e processado pela justiça comum. Porém, investigações relacionadas a crimes cometidos durante o mandato seguirão no Supremo Tribunal Federal, conforme decisão de 2025.

    Como foi a disputa eleitoral para Flávio Bolsonaro?

    No segundo turno, Flávio Bolsonaro recebeu 59,8 milhões de votos (48,21%), enquanto seu adversário obteve 64,3 milhões (51,79%). Essa virada histórica marcou a quarta presidência do adversário e uma derrota importante para Flávio, que ainda tem cerca de três meses no Senado.

    Durante seu mandato, Flávio presidiu a Comissão de Segurança Pública, embora tenha tido atuação discreta, com apenas dois projetos aprovados, nenhum relacionado à segurança. Seu patrimônio também cresceu de R$ 1,7 milhão para R$ 8,1 milhões no período.

    Leia também: PSOL pede prisão de Bruno Reis e secretário por crise no transporte em Salvador · Mais de 177 mil pedem impeachment de Bruno Reis após problemas com ônibus em Salvador · Bruno Reis vota em Flávio Bolsonaro e destaca maior apoio em 20 anos na Bahia

  • PGR se posiciona contra acesso a registro de entrada no Senado de Vorcaro e outros

    O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se posicionou contra o pedido de acesso a registros de entrada no Senado de Daniel Vorcaro, Viviane Barci e outros, em ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido foi feito pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter, que quer dados sobre a presença dessas pessoas nas dependências da Casa.

    Por que o pedido de acesso foi negado?

    Segundo o vereador, o Senado recusou fornecer os dados alegando que as informações são pessoais. O procurador Paulo Gonet, no entanto, destacou que o mandado de segurança usado para pedir esses dados não é adequado para defender direitos coletivos, conforme entendimento do STF.

    Quem são os envolvidos no pedido?

    Além de Daniel Vorcaro, o pedido inclui a advogada Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. O vereador quer saber se eles tiveram registros de entrada no Senado.

    Qual o próximo passo no processo?

    O caso está sob relatoria do ministro Luiz Fux, mas ainda não tem data para decisão. A manifestação do procurador-geral pode influenciar o julgamento da Corte sobre o acesso a esses registros.

    Leia também: Campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro acertam abertura de sigilos e aguardam decisão de Mendonça · Jerônimo alerta que Bahia pode perder repasses federais se Flávio Bolsonaro vencer · Flávio Bolsonaro teria participado de festa em lancha com lobistas e prostitutas na pandemia