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  • Campanha de Lula denuncia falta de transporte em 9 estados no segundo turno

    A campanha de Lula denunciou a falta de transporte em nove estados durante o segundo turno das eleições, dificultando o acesso dos eleitores aos locais de votação. A Bahia está entre os estados afetados, onde ônibus ficaram parados em garagens, segundo fiscalização do Procon-BA.

    O que ocorreu na Bahia com a falta de transporte?

    Em Salvador, o Procon-BA encontrou mais de 500 ônibus parados em garagens, prejudicando o deslocamento dos eleitores. O TRE-BA determinou a recomposição imediata da frota com serviço gratuito e frequência de dias úteis. Também foi solicitada a prisão do secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza, pela Polícia Federal, mas não há confirmação se a ordem foi cumprida. A Prefeitura informou que liberou todos os ônibus, inclusive os com propaganda irregular, para facilitar o transporte.

    Como a falta de transporte afetou outros estados?

    Além da Bahia, a denúncia inclui São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Roraima, Piauí, Paraíba, Pará e Rio de Janeiro. Em São Paulo, houve dificuldades na capital e em Guarulhos. Em Alagoas, vans e micro-ônibus intermunicipais foram insuficientes, com esperas longas e denúncias de cobrança de passagem. Pernambuco relatou problemas para acessar transporte gratuito e impedimentos para embarque. Roraima teve empresas que teriam recusado rotas eleitorais, afetando indígenas. No Piauí, a frota foi reduzida em Teresina. Na Paraíba, ônibus passaram sem parar em pontos importantes. No Pará, a Ilha do Marajó enfrentou problemas, e no Rio de Janeiro, filas e pouca circulação foram relatadas em Petrópolis e São Gonçalo.

    Qual foi a resposta do Tribunal Superior Eleitoral?

    Diante das denúncias, o TSE estendeu o horário de votação até as 19h em todo o país, conforme decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF. A totalização dos votos foi paralisada nas seções que já haviam encerrado a votação para garantir o direito dos eleitores prejudicados.

    Quais dados sustentam as denúncias sobre falta de transporte?

    A campanha apresentou um levantamento com quase 250 mil publicações e mais de 840 mil interações nas redes sociais sobre problemas no transporte entre 8h e 13h30 do dia da votação. Esses números indicam a dimensão das reclamações, mas não comprovam as irregularidades por si só.

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  • Exército do Lula atinge 10 milhões de seguidores a dois dias da eleição

    O canal no WhatsApp conhecido como Exército do Lula alcançou a marca de 10 milhões de seguidores nesta sexta-feira, dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais. Administrado pelo deputado André Janones, o canal é uma importante ferramenta para a militância petista, distribuindo mensagens, vídeos e orientações aos apoiadores do candidato Lula.

    Como o Exército do Lula ganhou força nas redes?

    O crescimento do Exército do Lula aconteceu em meio a uma série de decisões conflitantes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O canal chegou a ser suspenso por ordem do presidente do TSE, Nunes Marques, após questionamento da campanha adversária, mas logo foi restabelecido por decisão do corregedor-geral eleitoral e depois novamente suspenso. A campanha de Lula providenciou o registro formal do canal, o que levou à retomada definitiva das atividades.

    O que diz o TSE sobre o canal no WhatsApp?

    Recentemente, o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, determinou que Nunes Marques não pode suspender administrativamente o canal enquanto não houver decisão judicial definitiva. A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, foi orientada a cumprir essa decisão sob pena de multa diária. A resolução do TSE estabelece que canais que recebem apoio financeiro ou técnico das campanhas devem ser registrados, mas manifestações espontâneas não configuram vínculo direto.

    O que muda para os seguidores do Exército do Lula?

    Com 10 milhões de seguidores, o Exército do Lula segue ativo e se consolida como um canal de comunicação essencial para a mobilização dos eleitores petistas. A decisão judicial protege o canal de novas suspensões administrativas, garantindo que as mensagens e orientações continuem chegando até o dia da eleição.

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  • Campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro acertam abertura de sigilos e aguardam decisão de Mendonça

    As campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro anunciaram nesta quinta-feira um acordo para a abertura de sigilos dos candidatos e pessoas ligadas a eles. O pedido formal foi enviado ao ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que agora deve avaliar e decidir sobre a liberação dos documentos.

    Como foi o acordo entre as campanhas para a abertura de sigilos?

    Por meio de suas equipes jurídicas, Lula e Flávio assinaram uma petição autorizando o levantamento imediato dos dados bancários, fiscais e telefônicos deles e de seus familiares. No caso de Flávio, o documento inclui contas no Brasil e no exterior, além de uma offshore ligada a um amigo do senador.

    A advogada da campanha de Flávio, Maria Cláudia Bucchianeri, explicou que a entrega dos documentos dependerá da análise prévia do material apresentado por Lula. A campanha petista, por sua vez, defende que a troca de informações seja simultânea, sem liberar nada antes que o adversário também faça o mesmo.

    Qual o papel do ministro André Mendonça na abertura dos sigilos?

    André Mendonça, vice-presidente do TSE, é o responsável por analisar o pedido para a liberação dos sigilos bancário, fiscal e telefônico dos candidatos. Ele não tem prazo para decidir, o que mantém a expectativa das campanhas e do público.

    Quais foram os desdobramentos recentes na disputa pelos sigilos?

    A polêmica começou após Lula desafiar Flávio a abrir seus dados para esclarecer suspeitas. Flávio respondeu com uma lista de exigências, incluindo informações sobre familiares de Lula e dados de voos da Força Aérea Brasileira. Lula aceitou as condições, e as campanhas formalizaram o acordo.

    O senador Camilo Santana, coordenador da campanha de Lula, afirmou que o presidente não tem objeções às condições impostas. Já o ex-procurador Deltan Dallagnol, que acompanha a campanha de Flávio, declarou que a equipe vai cumprir os compromissos até o prazo final, mas espera que Lula também cumpra as promessas feitas.

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  • Flávio Bolsonaro impõe condições que complicam resposta ao desafio de Lula

    O desafio de Lula para a abertura de sigilo das famílias dos candidatos à Presidência ganhou uma resposta do senador Flávio Bolsonaro (PL) que complica o cenário. Nesta quarta-feira, ele apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma petição com várias condições que tornam difícil a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico, não só dele, mas também de seus familiares.

    Quais são as condições de Flávio Bolsonaro para abrir os sigilos?

    Flávio Bolsonaro aceitou liberar seus sigilos e os de seus familiares, mas dos últimos 20 anos, um período muito maior do que os oito anos propostos inicialmente por Lula. Além disso, ele pediu que Lula também abra sigilos de assessores próximos, empresas ligadas a familiares e sócios, o Instituto Lula e a empresa de palestras L.I.L.S., desde 2003. Essas exigências ampliadas desviam do foco do desafio original.

    O que Lula propôs no desafio de abertura de sigilo?

    Durante um debate na TV Bandeirantes, Lula lançou o desafio para que ambos os candidatos liberassem seus sigilos e os de suas famílias dos últimos oito anos. Ele incluiu na proposta a abertura das contas das pessoas jurídicas das quais sejam sócios ou administradores, e as contas em que figuram como responsáveis financeiros. O documento da campanha de Lula lista apenas uma empresa ligada a ele, a L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações Ltda.

    Como o TSE está envolvido no desafio de Lula?

    Flávio Bolsonaro protocolou uma petição no TSE pedindo que o tribunal intime Lula a aceitar ou recusar suas condições. Caso Lula não aceite, que fique registrado no processo a recusa. A disputa sobre a abertura dos sigilos virou assunto nas redes sociais, com a hashtag “AbreOSigiloFlavio” liderando nos dias seguintes ao desafio.

    Quais outras polêmicas cercam Flávio Bolsonaro?

    Além do desafio de Lula, Flávio é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), relacionados a um advogado amigo e ao financiamento da cinebiografia “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro. Ele nega participação em uma offshore ligada a essas investigações, apesar de denúncias anteriores que o mencionam como “usuário master” de uma conta bancária suspeita.

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  • TSE decide que canal de WhatsApp de Janones não precisa vínculo com campanha de Lula

    O canal de WhatsApp criado pelo deputado André Janones, conhecido como “Exército do Lula”, não precisa mais estar vinculado oficialmente à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira (16). A mudança faz parte de novas regras aprovadas pela Corte que definem quando canais de terceiros devem ser vinculados às campanhas eleitorais.

    Quais são as novas regras para canais de WhatsApp?

    Segundo o TSE, a vinculação de canais, fóruns online e plataformas de terceiros ocorrerá apenas quando houver uso de recursos das campanhas, suporte material ou humano, conteúdo cedido pelos candidatos, suporte técnico, divulgação oficial ou orientação das campanhas sobre os conteúdos. Se o canal for uma iniciativa espontânea de apoio, mesmo que reproduza conteúdo dos políticos ou seja recomendado por eles, não haverá vínculo.

    O que aconteceu com o canal “Exército do Lula”?

    O canal já passou por suspensões e liberações após decisões conflitantes no TSE. Inicialmente, o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, determinou que o canal deveria ser registrado pela campanha de Lula para continuar funcionando. A equipe do petista fez o registro, mas questionou a necessidade do vínculo, alegando autonomia do canal. Após idas e vindas, o TSE decidiu que a vinculação não é obrigatória para canais como o de Janones.

    O que muda para os apoiadores e para a campanha de Lula?

    Com as novas regras, canais de apoio espontâneo, como o “Exército do Lula”, podem funcionar sem precisar ser formalmente vinculados à campanha, desde que não haja uso direto de recursos ou controle da equipe do candidato. Isso traz mais liberdade para apoiadores criarem e manterem grupos de apoio sem burocracia, mas mantém o controle sobre canais que usam recursos oficiais.

    Essa decisão do TSE esclarece o que é permitido para canais de WhatsApp na campanha eleitoral, evitando suspensões e controvérsias como as que ocorreram recentemente com o canal de André Janones em apoio a Lula.

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  • TSE mantém veto a posts que ligam Lula e Flávio Bolsonaro ao crime organizado

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter o veto a posts que ligam Lula e Flávio Bolsonaro ao crime organizado. A decisão ocorreu na sessão plenária do dia 13 e envolve publicações no Instagram e na rede social X que associavam os candidatos à Presidência da República a organizações criminosas.

    Por que o TSE manteve o veto aos posts envolvendo Lula e Flávio Bolsonaro?

    Segundo o TSE, a presença de conteúdo ilícito em parte de uma propaganda eleitoral justifica a remoção de toda a publicação. No caso, os posts associavam Flávio Bolsonaro a milícias, traficantes e facções criminosas, além de insinuar que Lula teria respaldo ao crime organizado por apoiar um candidato alvo da Polícia Federal.

    Quais publicações foram retiradas das redes sociais?

    Entre as postagens removidas, estavam conteúdos divulgados pelos deputados Lindbergh Faria (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG), que mencionavam Flávio Bolsonaro em ligação com grupos criminosos. Também foram retiradas cartas que sugeriam apoio de Lula ao crime organizado. Uma publicação de Flávio Bolsonaro mostrava declarações de Lula fora do contexto, intercaladas com imagens de violência e organizações como PCC e Comando Vermelho.

    Como o TSE avalia a linha entre crítica política e conteúdo ilícito?

    O plenário entendeu que acusações sem comprovação ou conteúdos fora do contexto, que vinculam candidatos a organizações criminosas, ultrapassam os limites da crítica política. Por isso, esses materiais devem ser removidos para preservar a integridade do processo eleitoral.

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  • Janones liga suspensão do ‘Exército do Lula’ à votação do fim da escala 6×1

    O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou que a suspensão de até 48 horas do canal “Exército do Lula” no WhatsApp está ligada à votação do fim da escala 6×1. Segundo ele, o canal ficou fora do ar justamente durante a votação importante para a campanha do presidente Lula, e foi autorizado a voltar logo após o término da votação.

    Qual a relação entre a suspensão do canal e a votação da escala 6×1?

    Janones destacou que a suspensão temporária do canal ocorreu em momento estratégico, logo durante a votação do fim da escala 6×1, uma medida relevante para a campanha do atual presidente. O deputado sugeriu que a liberação do canal aconteceu somente após a conclusão dessa votação.

    Por que o canal pode ficar suspenso por até 48 horas?

    A legislação eleitoral determina que canais registrados para campanhas só podem ser usados 48 horas após o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O canal “Exército do Lula” foi incluído oficialmente na campanha do presidente Lula, e por isso pode ficar suspenso temporariamente por essa regra, mesmo após autorização do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques.

    Janones acredita em influência política na decisão do TSE?

    O deputado levantou a hipótese de que o ministro Nunes Marques pode ter sido influenciado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas decisões sobre a suspensão do canal. Porém, Janones deixou claro que não pretende atacar o ministro, o STF ou o TSE.

    O que Janones diz sobre as acusações contra o canal?

    Janones contestou alegações de disseminação de notícias falsas pelo canal, citando os 3,4 milhões de integrantes como prova de que não houve envio de fake news. Ele também citou a atuação de outros deputados, como Nikolas Ferreira (PL-MG), que usam grupos no WhatsApp para mobilizar eleitores, mostrando que essa estratégia é comum em campanhas eleitorais.

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  • Corregedor revoga suspensão e canal Exército do Lula volta a funcionar

    O canal Exército do Lula voltou ao ar neste domingo (11) após o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, derrubar a suspensão determinada pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques. A decisão liberou o envio de mensagens e a inclusão de novos seguidores no canal, que é administrado pelo deputado federal André Janones e tem mais de 3,4 milhões de inscritos.

    Por que o canal Exército do Lula foi suspenso?

    Na manhã do domingo, o ministro Nunes Marques havia suspendido o canal Exército do Lula no WhatsApp, alegando que ele disseminava conteúdo falso. A suspensão atendeu a um pedido da campanha do candidato Flávio Bolsonaro, do PL, concorrente à Presidência da República.

    O que mudou com a decisão do corregedor?

    Com a revogação da suspensão pelo corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva, o canal Exército do Lula voltou a funcionar normalmente. O deputado André Janones comemorou a decisão, afirmando que ela representa uma vitória da democracia e da liberdade de expressão, ressaltando que ninguém pode calar a voz do povo quando unido.

    Qual é o impacto para os seguidores do canal?

    Agora, os mais de 3,4 milhões de seguidores do canal Exército do Lula podem receber mensagens normalmente e novos usuários podem ser adicionados sem restrições. A decisão final sobre o caso ainda será discutida pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral.

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  • Resultado das eleições 2026 em Dias d’Ávila: Lula lidera votação para presidente

    O resultado das eleições 2026 em Dias d’Ávila mostrou Lula (PT) como o candidato a presidente mais votado, com 26.217 votos na 186ª zona eleitoral, que inclui o local de votação na Faculdade Dias d’Ávila (Facd’Ávila). Flavio Bolsonaro (PL) ficou em segundo lugar, com 9.615 votos.

    Como foi a votação nas seções eleitorais de Dias d’Ávila?

    Na seção 143, Lula recebeu 137 votos, representando 72,49% dos votos válidos, enquanto Flavio Bolsonaro teve 43 votos (22,75%). Outros candidatos tiveram menos votos, e houve alguns votos brancos e nulos.

    Na seção 149, Lula conquistou 163 votos (65,20%) e Flavio Bolsonaro 74 votos (29,60%). A seção 167 registrou 126 votos para Lula (60,87%) e 67 para Flavio Bolsonaro (32,37%), além de votos para outros candidatos e votos brancos e nulos.

    Como consultar sua zona e seção eleitoral em Dias d’Ávila?

    Para quem votou em Dias d’Ávila, o número da seção pode ser encontrado no comprovante de votação do primeiro turno, na parte inferior do canhoto. No título de eleitor, a zona e a seção ficam abaixo do nome, do lado direito. No aplicativo e-Título, essas informações aparecem abaixo do número do título e da data de nascimento.

    O que muda para os eleitores?

    Com o resultado das eleições 2026 divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os moradores de Dias d’Ávila agora sabem como foi a preferência na votação para presidente na sua região. A liderança de Lula na 186ª zona eleitoral indica o cenário político local para o próximo mandato.

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  • Apuração das eleições começa às 17h com balanço parcial do TSE

    A apuração das eleições começa às 17h no horário de Brasília, logo após o encerramento da votação em todo o Brasil. Mais de 158,7 milhões de eleitores participaram da escolha dos 54 senadores, 513 deputados federais, 11.728 deputados estaduais e distritais, além de governadores e presidente da República.

    Como funciona a apuração das eleições?

    Assim que as urnas fecham, a Justiça Eleitoral inicia a contagem dos votos para definir os candidatos eleitos. No total, 319 disputaram o Senado, 7.803 concorreram a deputado federal e milhares a cargos estaduais e distritais. O processo também revela quem segue para o segundo turno para presidente e governadores, quando aplicável.

    Qual o balanço parcial divulgado pelo TSE?

    Até o meio-dia, o Tribunal Superior Eleitoral informou que 935 urnas foram substituídas durante o dia de votação, sem necessidade de uso da votação manual em nenhuma seção. A votação ocorreu em 104 países, onde eleitores podem votar apenas para presidente, e no exterior já havia encerrado em pelo menos 36 países às 16h20 de Brasília.

    Onde acompanhar a apuração das eleições?

    O resultado da apuração pode ser acompanhado em tempo real pelo site do Senado, que mostra os votos para senador, presidente e governador. Também é possível usar o aplicativo Resultados, da Justiça Eleitoral, para acompanhar todos os cargos em disputa.

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