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  • Flávio Bolsonaro pede ao TSE impedir Lula de usar discurso na ONU

    Flávio Bolsonaro e seu vice, Alfredo Gaspar, acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Lula e Geraldo Alckmin por suposta conduta vedada no discurso do presidente na Assembleia Geral da ONU. Segundo eles, Lula usou o discurso oficial como palanque político, citando temas da campanha e as eleições de 4 de outubro.

    O que Flávio Bolsonaro questiona no discurso na ONU?

    Na representação, afirmam que Lula abordou assuntos como soberania nacional, Pix, terras raras e a escala 6×1, além de mencionar diretamente o pleito eleitoral. Flávio e Gaspar pedem que Lula e Alckmin sejam proibidos de usar imagens do discurso ou da viagem em propaganda eleitoral.

    Qual punição pedem para o uso do discurso na ONU?

    Os candidatos do PL solicitam uma liminar para impedir o uso das imagens do discurso na campanha. Pedem multa de R$ 50 mil para cada peça ou postagem que descumpra a decisão do TSE. Em 2022, o tribunal proibiu Jair Bolsonaro de usar seu discurso na ONU em propaganda eleitoral.

    Por que o discurso na ONU é tema nas eleições?

    O uso do discurso na ONU em campanha levanta debate sobre o limite entre função pública e propaganda eleitoral antecipada. Segundo os autores, o pronunciamento de Lula ultrapassou esses limites, podendo influenciar as eleições de outubro.

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  • Cola eleitoral 2026: veja modelo e ordem de votação nas eleições

    Na cola eleitoral 2026, o eleitor poderá levar um papel com os números dos candidatos anotados para facilitar o voto. As eleições ocorrerão no dia 4 de outubro, das 8h às 17h, horário de Brasília. A ordem de votação será para deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores e presidente.

    Qual a ordem de votação na cola eleitoral 2026?

    Segundo as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a sequência oficial de votação nas urnas será: primeiro deputado federal, depois deputado estadual ou distrital, em seguida dois senadores e, por último, o presidente da República. Essa ordem ajuda o eleitor a organizar seu voto no dia da eleição, tornando o processo mais claro e eficiente.

    Quem pode usar a cola eleitoral 2026?

    A cola eleitoral 2026 é uma ferramenta permitida pela Justiça Eleitoral para que o eleitor não erre os números dos candidatos. Basta anotar os números em um papel e levar para a seção eleitoral. No entanto, o uso do celular durante a votação não é permitido, sendo necessário entregá-lo ao mesário antes do voto. Isso garante a segurança e a ordem no processo eleitoral.

    Quais documentos são aceitos para votar nas eleições de 2026?

    O TSE exige a apresentação de documento oficial com foto para votar. São aceitos identidade, carteira de motorista com foto, certificado de reservista (para homens), carteira de trabalho, passaporte e identidade funcional emitida por órgão de classe. Documentos vencidos também são válidos, mas certidões de nascimento ou casamento não são aceitas como identificação para votar.

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  • TSE lança ações para combater violência política de gênero contra mulheres

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta terça-feira uma série de iniciativas para combater a violência política de gênero, especialmente no ambiente digital. Ações contra ameaças e deepfakes buscam impedir que mulheres sejam afastadas da política. A campanha “Violência Política TEM Gênero” visa prevenir e enfrentar ataques contra candidatas e detentoras de mandato.

    Quais medidas o TSE está adotando contra a violência política de gênero?

    Entre as ações anunciadas, o TSE firmou um protocolo com a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) para atuação conjunta. Criou também um painel de dados sobre casos de violência política de gênero e lançou capacitação para magistrados e servidores da Justiça Eleitoral. Foi apresentada a ferramenta Likeness ID, em parceria com o Google, para identificar deepfakes e conteúdos falsos no YouTube durante o período eleitoral.

    Por que a violência política de gênero é um problema grave?

    Integrantes do TSE afirmam que a violência política de gênero vai além das agressões físicas. Ataques digitais coordenados, ameaças e disseminação de informações falsas humilham mulheres na política. A ministra Estela Aranha destacou que deepfakes e outras falsificações digitais causam danos permanentes à honra feminina. Isso dificulta a participação segura das mulheres na política.

    Como o TSE vê o papel dos partidos políticos na questão?

    O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, ressaltou que os partidos devem ir além do estímulo formal às candidaturas femininas. Eles precisam garantir condições reais para que mulheres possam disputar, exercer mandatos e permanecer na política sem sofrer violência ou discriminação. Ele também falou sobre a necessidade de romper o “teto de cristal” que impede a ascensão feminina em espaços políticos.

    Com essas iniciativas, o TSE reforça seu compromisso de proteger a participação feminina na política. O objetivo é garantir igualdade, liberdade e segurança para que as mulheres ocupem seus espaços com dignidade.

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